MARINA

Má li esse poema umas dez vezes. Foi a coisa mais bonita que já fiz. Andei trocando umas palavras, corrigindo vou mandar de novo prá vc montar um slide vou mandar imprimir e mando p/ vc pelo correio MARINA No ambiente amplo Paredes brancas, Iluminado por uma Réstia de luz Qu’escapava esguia Por cortina balouçante, Uma marina deslumbrante, Com mares azuis, tal Olhos de uma diva. O píer branco qual Espumas das ondas O conjunto enfeitando. Barcos que partiam E chegavam Se quem ia ou voltava Não sei se ria Ou só chorava. Ah! como amava Esta marina que, De amor minha Vida povoava 22.03.09 LUIZ BOSCO SARDINHA MACHADO ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ QUEM SOU EU MARINA SILVEIRA- PROFESSORA, TECNÓLOGA AMBIENTAL E ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

No - 136 – COLUNA DO SARDINHA

O VENCEDOR É....



Este não é definitivamente, o país com o qual sonhamos.
É notória e até folclórica a fama de indolente do brasileiro, já cantada em música de Ari Barroso, tiras em quadrinhos de Walt Disney – Zé Carioca - e até personagem de livro de Monteiro Lobato, o Jeca Tatu. Óbvio, que ser indolente não nos é motivo de glória.
Entretanto o brasileiro da época de Lobato era simplesmente ingênuo. Descendente dos nossos primitivos ancestrais, os índios, tinha uma vida simples, que não reclamava fortunas para sobreviver. Contentava-se com muito pouco.
Corrupção havia, mas não sei se podemos chamá-la assim, ela era até inocente.
Hoje, a corrupção é um processo que foi evoluindo, arraigando-se em nossa formação cultural e precisaria muito mais, do que um dirigente midiático alheio a questões que mexem no cerne, no âmago da organização do Estado, para extirpá-la, qual câncer maligno.
Infelizmente, Lula está muito mais para ator canastrão mexicano, de produção cinematográfica de quinta categoria, do que de estadista, que é o que o Brasil precisa.
Com a entronização da Economia no altar das prioridades e o consumeirismo, definindo condição ou status – é mais, quem consome mais, a situação ganhou contornos de emergência.
A corrupção ganhou espaço, popularizou-se e institucionalizou-se. Tornou-se “normal”.
Se acompanhamos futebol, vemos com que naturalidade jogadores, dirigentes e torcedores apóiam e consideram pacífica a existência de uma “mala branca”, para vencer um adversário e prejudicar outro.
Entretanto, “mala branca” é suborno, palavra tão feia que os ligados ao esporte, mesmo locutores e comentaristas negam-se pronunciar, por ser coisa de marginal. Quem pratica “mala branca”, por certo não terá pudores para aderir à “mala preta”, comprando adversários, juízes e bandeirinhas.
“Mala branca” ou preta é a versão esportiva da corrupção e assim deve ser encarada, pois o esporte é reflexo da política, onde a corrupção corre livre, leve e solta.
O escândalo de Brasília, envolvendo o governador José Roberto Arruda (DEM/DF) em um episódio que está sendo chamado de “mensalinho” é mais um de uma longa série, e se mantida a estrutura atual, não será o ultimo.
Porisso, também não é estranhável, que o presidente Lula considere as provas levantadas contra o governador do DF – vídeos e fitas gravadas – insuficientes para a cassação do político. Lula tem experiência e know-how adquiridos na época do mensalão.
Seguramente, não será mesmo o ultimo, isto porque: o político sabe que, como das outras vezes, não haverá unzinho sequer, processado, condenado e preso ou obrigado a ressarcir os cofres públicos.
O máximo que pode ocorrer é uma “cassação premiada”, onde o político perde os anéis, mas não perde os cinco dedos, que possibilitam a continuada usurpação fácil dos bens públicos.
Poder-se-ia fazer filmes bem didáticos sobre a corrupção no Brasil, instituindo-se o “Corrupção Awards”, o Oscar da Corrupção, que seria conferido aos que se destacassem.
Por haverem candidatos bem mais fortes, o governador distrital e seu secretariado, não ganharia tal prêmio, que seria um emblemático corrupio e cujo slogan seria, bem popularzão: “se vira que ninguém te pega”.


Luiz Bosco Sardinha Machado



O PIOR ANO DA GENI-PRESS - NOSSA CRÔNICA ESPORTIVA

(De novo, a violência nos estádios, como a que vimos no Couto Pereira, em Curitiba, e os mais recentes equívocos de nossa mídia esportiva)

Jornalistas aqui citados: Juca Kfouri, José Trajano, José Datena e João Palomino.



Foi sem dúvida o pior ano da história da Geni-Press, nossa crônica esportiva. Em 2009, ela bateu todos os recordes em análises superficiais e furadas e no seu velho e involuntário empenho para afundar ainda mais o futebol brasileiro. O recorde de erros e furos pertencia a 2006, quando a Geni-Press falhou em todas as análises sobre o fiasco do Brasil na Copa da Alemanha, enterrou carreiras como a de Ronaldinho Gaúcho e foi o maior mentor da derrocada pela qual acabou enveredando nosso futebol. Uma das abordagens mais rasas e pobres de nossa mídia, em 2009, foi sobre a violência nos estádios. Hoje, vou me ater a ela, em outras ocasiões falarei das demais (são infindáveis). Acabo de receber e-mail de um leitor, Celso Bittencourt, torcedor do Paraná Clube e a quem muito estimo. Ele diz que “foi muito infeliz” aquela minha crônica em que atribuí à CBF e à nossa mídia a culpa pelas cenas de violência no Couto Pereira, o estádio do Coritiba (Coxa), domingo. Chega a dizer que eu deveria ser apontado como um dos responsáveis por futuras ocorrências como as que vimos acontecer no estádio do Coxa. Aí vai minha resposta a Bittencourt, em que o papel da mídia esportiva é analisado com profundidade.


“Oi, Celso. Foram, sim, a CBF e a mídia que levaram a torcida do Coxa àquela revolta, incitando-a à violência. No Brasil, temos uma visão muito rasa, superficial e moralista da violência, em especial da que vemos praticada nos estádios. Não escapam dessa superficialidade nem mesmo nossos melhores comentaristas, como Juca Kfouri e José Trajano, entre outros, o que é lamentável.


Nossa crônica esportiva ainda não se deu conta de que toda violência é gerada sempre pela violência. Da mesma forma que o bandido nunca é o verdadeiro culpado pelo crime que comete, também aquele que pratica a violência nos estádios jamais é o verdadeiro culpado pela violência que pratica. Eu sei que você não vai aceitar isto tão facilmente, mas alguma coisa levou aquele bandido ou aquele torcedor àquela forma de violência. Ou seja, ambos foram levados àquilo por alguma forma de violência que foi praticada contra eles.


Sempre, a verdadeira culpa está na situação que leva o criminoso a cometer o crime e a torcida a cometer o ato de vandalismo. Tanto o bandido quanto o ‘torcedor vândalo’ agem dessa maneira por força das circunstâncias.
Não existem bandidos nem mocinhos na realidade, Celso. O que existe são situações (postas na e pela sociabilidade) que desembocam necessariamente na violência e no crime. Essa violência que vimos no Couto Pereira já está bem explicada, só não enxerga quem não quer. Lamentavelmente, ninguém ainda, na mídia esportiva, foi capaz de enxergar as verdadeiras causas. É assim que age nossa crônica, uma das razões pelas quais eu a chamo de Geni-Press (merece que se jogue muita bosta nela, por dar para qualquer um).


Vamos a um exemplo prático: sua casa, Celso, é invadida, os bandidos insinuam que vão molestar sua mulher ou sua filha. Por acaso, você está com sua arma presa na cinta, nas costas. Você saca habilmente a arma e atira contra os invasores, matando todos. Você não fez mais nada de mais. É claro que os invasores não tinham a menor culpa pela invasão. A sociabilidade que aí está os deformou a tal ponto que os levou a invadir sua casa. Você foi impelido a agir como agiu e a praticar aquele tipo de violência porque só assim poderia acabar com a violência que tentaram praticar contra você e sua família. Em suma, a violência gerou violência, e você só tinha esse expediente, o da violência, para acabar com a violência que tentaram praticar contra você.


Foi exatamente o que aconteceu no Couto Pereira no domingo. Justo no ano de seu centenário, o Coxa vinha sendo novamente vítima de violência por parte da CBF e da mídia. Sim, o clube não teve méritos para evitar por completo o rebaixamento, mas o eterno favorecimento ao Fluminense, por parte da CBF (e este ano também ao Botafogo e aos clubes cariocas), é que provocou toda essa revolta da torcida do Coxa.


Há uns quinze dias, Neto, hoje comentarista, dizia literalmente na Band, depois daquela pixotagem do árbitro Simon: "Coxa, cuidado. O Fluminense não vai cair mais e vocês serão rebaixados no ano do seu centenário". Sim, o Flu teve méritos na reta final, cresceu muito, mas a mão amiga de novo funcionou contra o Coxa. Não fosse aquela ajuda do Simon (e outras), o Fluminense e o Botafogo é que estariam hoje rebaixados, não o Coxa.


Ora, o Coxa havia voltado à elite do futebol depois de muito suor e lágrimas. Seria muita sujeira, da parte da CBF e da conivente mídia, dar aquela ‘ajuda’ ao Fluminense, para derrubar o Coxa assim, na reta final, como acabou acontecendo. Essa forma de violência (essas injustiças muito comuns no futebol brasileiro) só podia ter desencadeado aquela violência por parte da torcida do Coxa, não precisa ser muito inteligente para saber disso.


Ou seja, a violência que praticaram contra o Coxa --- que já vinha enfrentando zilhões de outras dificuldades por conta da péssima administração de Ricardo Teixeira, a qual vem afundando lentamente os nossos clubes --- foi a mesma que os ‘invasores’ do seu lar, Celso, queriam praticar contra você e sua família, no exemplo que dei.



VEJA BEM: NAQUELAS CIRCUNSTÂNCIAS, VOCÊ NÃO TINHA SAÍDA SENÃO SE REVOLTAR E MATAR OS INVASORES DO SEU LAR, DA MESMA FORMA QUE A TORCIDA DO COXA TAMBÉM NÃO TINHA COMO DEIXAR DE SE REBELAR. FOI IMPELIDA ÀQUILO. SE A CBF PLANTOU VIOLÊNCIA, SÓ PODIA COLHER VIOLÊNCIA. NÃO DEFENDO O VANDALISMO E MORREREI CONDENANDO-O, MAS SE VOCÊ INCITA A REVOLTA, OU MELHOR, SE PLANTA VENTO, SÓ PODE COLHER TEMPESTADE.


Acontece que nossa mídia, dirigentes, técnicos, jogadores etc. têm sempre essa visão rasa e alienada da violência (nunca vão às causas). Acham, como Paulo Maluf, que lugar de bandido é na cadeia, sem considerar as causas que levaram o bandido a se tornar aquele bandido. Acham que a violência nos estádios é praticada por um bando de vândalos que deveria estar na cadeia, sem considerar as causas que levaram esse "bando de vândalos" a praticar aquele tipo de ‘vandalismo’.


É exatamente como acontece com o trabalhador, na realidade. Ele é condenado a ter a vida inteira trabalho roubado, sem ter consciência disso. Mas sabe que algo está errado com ele, que a vida o machuca todos os dias. Aí, quando ele se revolta, enlouquece e quebra tudo, é tachado de bandido, pelo que é condenado e punido, sob os aplausos da mídia.


José Datena disse, na Band, que só pode haver bandidos infiltrados nas torcidas organizadas e que a lei deveria ser mais rigorosa com eles. João Palomino, do ESPN, foi ainda mais claro: “Todos deveriam ser punidos com rigor, e é tão fácil identificar aqueles que praticaram vandalismo no Couto Pereira”. Isto é, nossa mídia age como cão-de-guarda, e aí está apenas para proteger esse que se transformou num de seus maiores negócios, o futebol. Ela entende que precisa defendê-lo a qualquer preço, desconhecendo que os reais protagonistas do futebol são todos seres humanos e que os verdadeiros algozes do futebol brasileiro são a CBF e ela mesma, a própria mídia.


Essa superficialidade nas análises me enche muito o saco, Celso, não tenho mais paciência para ela. Veja o que aconteceu no Rio, com a torcida do Flamengo. Os dirigentes ainda não resolveram um dos problemas mais sérios do nosso futebol, a venda de ingressos. Aí, acontece o que vimos: o torcedor compra ingresso falso na própria bilheteria do estádio e não consegue entrar para ver o seu Flamengo ser campeão brasileiro.


É óbvio que, nessa hora, ele se revolta e depreda tudo. Aí, vem a nossa querida e moralista mídia esportiva condenando esse tipo de ‘vandalismo’. Pede cadeia para todos. Tenha paciência! Quem incitou aquele tipo de violência? Não foram os dirigentes, que nunca conseguem resolver os problemas mais triviais do futebol brasileiro?


Reitero, não defendo a violência, mas a entendo o que ela significa e sei que ela pode ser sempre muito bem explicada. Sorte teve o futebol brasileiro de aquele ato de vandalismo ter acontecido no Couto Pereira, o estádio do Coxa. Se a CBF e a mídia, no seu silêncio que consente e é conivente, tivessem feito o mesmo com o Corinthians, por exemplo, a invasão teria sido muito pior e certamente teríamos tido mortes. E a CBF e a mídia, os eternos santos do pedaço, teriam dito, depois, que aquele tipo de vandalismo só poderia ter partido de corintianos, eternos marginais, e que todos deveriam mofar na cadeia. Não veem as causas e sempre condenam e punem os que são menos culpados.


Vamos refletir mais sobre a violência, Celso. É preciso aprofundar a questão. Vamos buscar as verdadeiras causas dessas tragédias, antes de julgá-las. É preciso condenar e punir os verdadeiros culpados, pois, enquanto eles existirem, serão a usina que reproduzirá todos os dias esse mesmo estado de coisas.


Há quanto tempo a arbitragem no futebol brasileiro está sob suspeita? Estão presos os árbitros que manipularam resultados, um tempo atrás, prejudicando vários clubes? Alguém já fez alguma coisa contra os favores que a CBF presta aos seus clubes favoritos, como o Fluminense, que em passado recente foi parar na terceira divisão, mas logo voltou por força de decreto? Quem praticou este tipo de violência é que deveria estar preso, não acha?


O seu Paraná já voltou alguma vez à elite por força de favores da CBF? O Coxa também não. Celso, é assim que a CBF incita a violência, com a conivência da mídia, e é isto que é preciso condenar e punir. A mídia denuncia aqui e ali (da parte de um ou outro), mas depois se cala, e tudo cai no esquecimento. Resultado: clubes como o seu Paraná e o meu Coxa vão à ruína assim, sem muito esforço, por causa de um simples (e nefasto) apito amigo. Não é para revoltar? Ainda mais considerando que as torcidas são movidas só pela paixão?


Condenar e punir aqueles torcedores revoltados são o mesmo que condenar e punir você por ter perdido a cabeça quando saiu matando os invasores que ameaçaram a integridade de seu lar, no exemplo dado. Até o Belluzzo andou se revoltando, esqueceu? Mas, por ser Belluzzo, Juca Kfouri foi extremamente compreensivo e o absolveu. Já não teve o mesmo peso nem a mesma medida quando da análise que fez da revolta da torcida do Coxa, para ele imperdoável e altamente condenável.


Belluzzo havia se rebelado contra aquela mesma ajuda dada pelo Simon ao Fluminense, a qual não só acabou afastando o Palmeiras da Libertadores, mas também levando o Coxa ao rebaixamento. O economista chegou a ameaçar bater em Simon, tamanha era a injustiça que tinha presenciado. Por que comentaristas como Juca Kfouri têm dois pesos e duas medidas, nesses casos? É daí que devem partir as análises, Celso.


O que mais pipoca no Brasil são as revoltas de torcidas. Será que todos seriam apenas bandidos infiltrados nas torcidas organizadas, sem razão nenhuma para se rebelar? As revoltas acontecem pelo simples prazer de se revoltar? Se você não vai às causas nunca extirpa o mal. Enfim, o buraco é mais embaixo, caro amigo, é preciso olhar com mais seriedade para essa questão da violência, sob pena de cairmos nessa análise rasa e superficial da Geni-Press, tão prejudicial ao nosso futebol.


Tom Capri

O BRASIL ESTÁ SENDO ROUBADO.

A CONSTRUÇÃO DE USINAS HIDRELÉTRICAS

NO BRASIL – UMA GRANDE
ENGANAÇÃO

Luís Carlos Crema
Advogado e Contabilista

O principal objetivo de tantas implantações de usinas hidrelétricas no Brasil é o lucro fácil, o domínio da água e a aquisição de grandes áreas de terra por preço miserável. Assim, em pouco tempo os maiores proprietários de terras e águas brasileiras serão os exploradores de energia elétrica, na sua maioria estrangeiros.
O Governo Federal autoriza a implantação, através da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica e financia a construção com dinheiro público, financiamentos de bancos públicos, como é o caso do BNDES.
A ANEEL mudou a forma de autorizar a construção de usinas hidrelétricas, implantando um sistema que passou a denominar de “PCH - Pequenas Centrais Hidrelétricas”.
Com isso, ao invés de fazer uma usina apenas, passou-se a fazer 5 ou 6, por quê? Porque ao construir uma PCH não é mais preciso participar de licitações públicas, basta que o Governo Federal autorize, nada mais.
Portanto, o Governo corrupto autoriza e o próprio Governo corrupto financia.
Eles não pensam nas famílias que são expulsas das suas casas e da terra onde retiram o sustento, na devastação ambiental que provocam, na extinção de animais e plantas; bom, para quem não esta preocupado com o ser humano e com o futuro da humanidade como poderia preocupar-se com o Meio Ambiente.
Os políticos, em especial o Governo Federal, não só incentiva tais práticas como as têm praticado em larga escala. É ele, mediante paga, quem corrompe e exige benefícios financeiros e políticos das empresas, para ele e para seus aliados.
Através das empresas a corrupção é “legalizada”, como acontece e como sempre aconteceu.
Por sua vez, os empresários, não menos corruptos, aceitam e se submetem as chantagens políticas, pagando o preço exigido.
É exatamente o que iremos comprovar no curso das ações que estamos propondo ao Poder Judiciário, vale dizer, corrupção, tráfico de influência, desmandos políticos, desvio de dinheiro e recursos público.
Vamos comprovar que este que se intitula Presidente do Brasil, alguém chamado Lula, está por trás da maior rede de corrupção que existiu no Brasil; ele e seus comparsas devem pagar por estar vendendo o Brasil e, o que é pior, ficando com os lucros escusos.
No caso mais recente que estamos investigando, PCH Arvoredo, houve participação efetiva do Sr. Daniel Dantas, tanto assim que a autorização da ANEEL foi concedida a uma empresa da sua irmã Verônica Dantas.
Após todas as “aprovações”, leia-se: pretensamente legais, junto aos órgãos governamentais, a quadrilha vende o direito de construir usinas a terceiros, geralmente empresas de capital estrangeiro.
E assim, a nossa água, os nossos rios, as nossas terras e tudo que há nelas são vendidos aos estrangeiros, tudo sob o véu da legalidade.
Assim, os políticos que fiquem atentos, pois, chegou a hora de cada um mostrar-se como realmente é, e não como dizem ser ou como querem o povo os vejam.
Estamos investigando todos os investimentos ilegais e corruptos, onde contamos com informações do Brasil e do exterior, este é o recado para todos os corruptos.
A imprensa, os advogados, o judiciário, os estudantes, enfim, a população brasileira têm se mantido calada, inerte, omissa, “lavando as mãos” e fechando os olhos sobre tudo o que esta acontecendo na política e no governo brasileiro.
Esta omissão vai custar muito caro, pois, o nosso Planeta não suporta mais tanta hipocrisia, a Mãe Natureza não agüenta mais tantos maus tratos, com a devastação de suas matas e aniquilação de seus animais, tendo a certeza de que o próximo será o Homem, no que se incluem, os que pretendem lucro fácil às custas do Brasil.
Para os políticos e governantes que pretendem criar desculpas sobre estas verdades, lançamos o desafio: “permitam que nossa equipe façam auditorias em suas contas”.
Todos aqueles que desejarem mais informações e aos políticos que aceitarem o desafio, podem entrar em contato no seguinte endereço eletrônico: crema@luiscarloscrema.adv.br ou pelo telefone 61 3322 2936.
No próximo dia 10.12.2009 às 9:30 h, no Hotel Mogano, na cidade de Chapecó – SC, estaremos concedendo uma entrevista coletiva para melhor elucidar os fatos junto à população e à imprensa.
Luís Carlos Crema
OAB-DF 20.287
OAB-SC 27104-A – OAB-PR 49904

(Os artigos assinados são de inteira responsabilidade dos subscritores e não refletem necessáriamente a opinião da redação)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

COXA E FLAMENGO: CBF E MIDIA SÃO RESPONSÁVEIS PELA VIOLÊNCIA EM CURITIBA E NO RIO




(São responsáveis também pela atual decadência do futebol brasileiro. Temos tudo para dar novo vexame na Copa da África do Sul e fazer a pior Copa da história em 2014, e são mínimas as perspectivas de solução.)



A CBF e a mídia são responsáveis pela violência que vimos na invasão da torcida no Couto Pereira, em Curitiba, e no Maracanã e nas ruas do Rio, após a conquista do Flamengo. Há décadas, essa parceria imbatível --- CBF e Geni-Press, nossa mídia esportiva --- vem respondendo por essas barbaridades e tantas outras, como a decadência do futebol brasileiro e o fiasco em 2006, e as possibilidades de solução são remotas.

A CBF foi responsável pela violência em Curitiba porque é visível que voltou a ‘armar’ para que o Fluminense não fosse rebaixado, como faz há anos. Há mais de dez dias, a mídia já sabia que o Flu não seria rebaixado, depois que viu o árbitro Simon dar aquela mãozinha amiga, no jogo contra o Palmeiras. Há quanto tempo a arbitragem está sob suspeita no futebol brasileiro? Os árbitros envolvidos no escândalo de manipulação de resultados foram parar na cadeia? Por que não foram? Será porque a CBF estaria envolvida até o pescoço?

Neto, hoje comentarista, chegou a alertar o Coxa após aquela façanha de Simon, pedindo para que o clube tomasse cuidado, pois, disse, o Flu não seria rebaixado e o clube paranaense cairia justo no ano de seu centenário. Além disso, a arbitragem do jogo de ontem (6/12) visivelmente amarrou o jogo, favorecendo o Flu. Não fosse isso, é óbvio que a torcida do Coxa não invadiria o gramado, mesmo vendo seu time ser rebaixado.

É claro que o Fluminense teve méritos ao escapar do rebaixamento, da mesma forma que o Coxa errou muito nesta reta final do Brasileirão e não fez o suficiente para evitar a queda. Mas não fosse aquela mão amiga do Simon, e da arbitragem no jogo de ontem contra o Flu, o Coxa não teria caído. E não teríamos assistido a mais essas cenas de violência, incitadas claramente pela CBF, pelas razões já expostas, e pela mídia, que denuncia timidamente aqui e ali, mas acaba sempre se tornando conivente com tudo, ao silenciar-se em seguida.

Por isso, a CBF é a grande responsável por essa lenta destruição do futebol brasileiro, não só com desmandos dessa natureza, mas principalmente porque abandonou os clubes à própria sorte (a maioria está mortalmente endividada). Pior é que há anos a CBF não acena com soluções concretas. E a mídia esportiva --- nossa querida Geni-Press --- é também responsável porque late aqui e ali, mas não morde mais e se torna cúmplice nos desmandos. Isto é, a CBF e a Geni-Press fazem, incitando a violência, e os clubes pagam, afundando cada vez mais.

Lembra-se dos tempos de João Saldanha, Nélson Rodrigues? Nossa crônica esportiva pintava e bordava. Saldanha chegou a ser técnico da Seleção, jamais permitiu interferências. Montou aquela mágica Seleção de 70, que nas mãos de Zagallo foi tricampeã mundial e é considerada a maior de todos os tempos. O que temos hoje na mídia? Cães que ladram, mas não mordem. E não há nenhum saudosismo aqui. A Geni-Press tornou-ser parceira nesse grande negócio que é nosso futebol e nem pode mais morder.

Essa última mãozinha dada ao Fluminense é ótimo exemplo. Alguns falaram aqui e ali, até denunciaram, Belluzzo ameaçou distribuir porrada, mas logo a ajuda caiu no esquecimento. Foi visível para todos que o comando do futebol brasileiro vinha conduzindo o Brasileirão no sentido de dar sobrevida aos clubes cariocas. Como os times do Rio cresceram na reta final, e tiveram lá seus méritos, ficou o dito pelo não dito, e mais uma vez tudo terminou em pizza: a Geni-Press entrou na dança e os prejudicados acabaram se calando.

O Palmeiras não teria garantido ao menos a Libertadores não fosse aquela mãozinha dada ao Flu? O São Paulo não teria sido campeão se pudesse contar com seus principais jogadores na reta final, suspensos por critérios suspeitos? Quantas vezes você, torcedor, já viu a arbitragem (sutilmente ou não) mudar o curso do Brasileirão e não dar em nada? E clubes como o Coxa pagam o pato, porque sua torcida se revolta. Não é para se revoltar?

Pergunto: por que a Geni-Press não insiste em denunciar esses desmandos, acaba sempre esquecendo? Por que os clubes chiam (Belluzzo chegou a ameaçar bater em Simon), mas depois relaxam e esquecem? Por que o São Paulo, que podia também fazer barulho maior, calou-se, contente com a Libertadores?

E assim vamos, CBF e Geni-Press, inimigas só de mentirinha, afundando a cada dia mais o futebol brasileiro. Vem aí a Copa da África, filé para a Geni-Press, e também a de 2014 no Brasil, filé maior ainda, e não interessa a essa altura do campeonato pôr o dedo na ferida. Todos vão mamar nesse grande negócio em que se transformou o futebol brasileiro, o que significa que até 2020 teremos mais uma década de silêncio. Um ou outro abrirá a boca, aqui e ali, para não dizerem que não se falou das flores, mas parará por aí.

Enquanto isso, a decadência correrá por fora, bastante acelerada, e nosso futebol caminhará para o abismo. Como será nossa participação na Copa da África do Sul, se até tecnicamente nosso futebol também está em decadência? Como será a Copa de 2014 no Brasil, com todos esses desmandos e essa conivência da mídia, hoje parceira inclusive nos desmandos?

Olhe para trás. O que você vê? Clubes nadando em dívidas, salários atrasados. Todos ameaçados, até os grandes, como Flamengo, Corinthians etc. E as divisões dos espaços para as torcidas nos estádios? Outro absurdo que incita ainda mais as torcidas à violência. “Ah, mas na Europa também é assim”, alega a crônica esportiva. E daí? É errado também na Europa! Tudo isso com a conivência, é claro, da Geni-Press, no seu atual “latir, mas não morder, deixando a caravana passar”.

Pior é que a CBF, além de acabar com nosso futebol, vem há anos jogando dinheiro pela janela, ao abandonar os clubes de maior renda. Até quando clubes como Coritiba e Bahia vão agüentar? Fora os endividados do Brasileirão, que também estão no abandono, Pernambuco não tem mais clubes na Primeirona. O Bahia pode até desaparecer, enfim, o Nordeste não tem mais vez na elite do futebol brasileiro. Clubes como Guarani e Ponte Preta têm sido relegados ao segundo plano. Sem falarmos de Juventude, Paraná, América-MG, entre outros. Um absurdo. Exemplo de má-administração associada a favores a este ou àquele clube. Dinheiro torrado sem que ninguém faça nada.

A CBF e a Geni-Press devem estar achando ser infinita a capacidade de nossos clubes de sobreviver a tudo isso. Não perceberam ainda que, no momento em que nosso futebol fechar as portas, elas fecham também. Pode não ser para as nossas gerações, mas, a continuar assim, o futebol brasileiro com certeza vai acabar.

 Tom Capri.

domingo, 6 de dezembro de 2009

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

CORRUPÇÃO MAL RESOLVIDA








A vida está sempre a nos testar para avaliar, aquilatar, nossos limites. Há coisas que temos que podar pelas raízes, antes que cresçam para que depois não tenhamos que lamentar suas conseqüências, a paixão é uma delas.
Não uma paixão qualquer, mas daquelas arrebatadoras, que quando não matam esfolam. Essa tem-se que afastar, antes que crie raízes e que se torne indomável.
O nosso leitor pode pensar que incorporamos o espírito de algum escriba já falecido, que escrevia amenidades ou estamos seguindo as trilhas de Danusa Leão, que por sinal, volta-e-meia, arrisca-se pelos labirintos da política. Se ela pode enveredar-se por um campo que não é dela, acreditamos que podemos também percorrer os labirintos da paixão, pois escrever coisas que gosta-se de ler, não é exclusividade de ninguém.
Esse preâmbulo vem a propósito de um depoimento que fazia o senador Artur Virgilio (PSDB/AM) em aparte ao cearense Carlos Jereissate (PSDB/CE), que discursava sobre o ENEM, cujas provas estranhamente vazaram, ocasionando o cancelamento das mesmas e um prejuízo aos cofres públicos de cento e quarenta milhões de reais.
Aqui um fato curioso. Sempre que o governo Lula cogita alocar verbas para uma situação emergencial, como foi a enigmática gripe suína e agora as novas provas do ENEM, o montante é sempre o mesmo: cabalísticos cento e quarenta milhões de reais.
Bem verdade que a gripe suína, que matou bem menos gente que o trânsito da capital de São Paulo mata em um ano, exigiu verbas complementares de três bilhões de reais, mais que suficientes para autorizarem a abertura de um rigoroso inquérito para apurar a lisura das contas do Ministério da Saúde. Mas, é uma outra história.
Dizia o político amazonense, que na época do episódio do “mensalão”, que na verdade era um propinoduto intermediado pelo mineiro Marcos Valério, para compra de apoio de deputados ao governo Lula, com a participação de toda a cúpula do Partido dos Trabalhadores, a oposição perdeu uma grande e única oportunidade para buscar o impeachment do presidente. Calculava ela, oposição, que um processo destes poderia causar uma crise institucional no país. E talvez causasse.
Mas crise institucional, é um risco do qual o país não está livre, pois os vícios de antes estão presentes agora e não são só maiores, mas também piores e à medida que vamos postergando as tomadas de atitude, a coisa vai chegar a um ponto em que a corrupção estará tão avassaladora que o Estado não conseguirá atender as demandas da população, o que poderá gerar crises sem precedentes.
A situação institucional do Brasil é muito séria e para curá-la meios-remédios não bastam.
Quando a Constituição “cidadã” de 88 foi idealizada, Ulisses Guimarães político matreiro e velho conhecedor do Poder Legislativo, deu ao Executivo poderes ilimitados, até ditatoriais, que geraram distorções como as que vemos diuturnamente.
Entretanto, o velho político do PSD não se esqueceu do Legislativo, de quem o Executivo tornou-se refém na aprovação de projetos de seu interesse e na rejeição de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI’s), que poderia trazer constrangimentos às hostes governistas. Como a CPI da Petrobras por exemplo.
Como somente as nomeações e a liberação de verbas não bastam para apaziguar dissidências, surgem os mensalões e quetais, que nunca deixarão de existir. Apenas sofisticam-se, mudam de feição, profissionalizam-se, mas são os mesmos, causando inveja ao “modus operandi” de Marcos Valério. Cabe às oposições, ao invés de ficar lamentando-se, rastrear os dutos por onde circula o dinheiro da corrupção.
Corrupção é que nem paixão sempre vai existir, dependendo de nós para extirpá-la no nascedouro. Não se pode deixá-la tomar conta, senão chega, apropria-se e quando vai-se reagir é tarde demais.

Luiz Bosco Sardinha Machado

a leitora opina

A corrupção só poderá ser combatida efetivamente quando o sistema for o alvo das mudanças.

Não basta elegermos uma pessoa honesta e de boas intenções, pois esta ao se deparar com o sistema de hoje (contratação de apadrinhados, barganha por interesses, poderes através das verbas diretas aos gabinetes etc... ) acaba inebriada pelo poder e fatalmente entrará no esquema.
A nossa luta deve ser para as reformas.


Sabemos que a oposição hoje no nosso país é a mídia e mesmo assim quando noticia um fato escandaloso (ex. passagens áreas gastas a revelia) não vejo nenhum repórter abordando alguém eleito pelo povo indagando o que ele fará para mudar aquela situação. O que vemos são eleitos se justificando, que não sabiam, que devolverá o dinheiro, que não mais agirá daquela maneira.


O que precisamos é mudar a abordagem. Muito bem foi detectado o fato, o que o Senhor Parlamentar fará para que isto não mais ocorra?


Caso contrário, continuaremos apagar incêndios com um método de extinção que mantém a temperatura da brasa, propiciando o surgimento das chamas a qualquer momento e muitas vezes com maior vigor.


Um abraço.

Rosmeire, São José do Rio Preto, SP

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ACHO QUE ISTO NAO VAI SER REVERTIDO, NAO.



SO COMECANDO UM NOVO MODELO, A PARTIR DO CAOS TOTAL PROMOVIDO, NAO


NECESSARIAMENTE, POR INICIATIVA DOS HUMANOS...


Um abracao Schess

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

MARIO DRUMOND


Reflexões do gazeteiro



Dois fatos


Primeiro


O Observatório da Imprensa publicou um pequeno artigo sobre a queda nas vendas dos jornalões brasileiros. Enfim, um assunto que há meses frequenta os principais sites de opinião na internet com a abordagem do mesmo problema em vários países dos quatro cantos do mundo chega ao Brasil, ainda que neste tímido informe, que, por sinal, é restrito às vendas avulsas da mídia impressa, nas bancas de jornais.


A Folha de São Paulo, considerado um dos três jornais mais influentes no Brasil, vendeu, em média, apenas 21.849 exemplares nas bancas de todo o país, entre janeiro e setembro de 2009 (dados do IVC – Instituto Verificador de Circulação; portanto, “deles” mesmos). Para um jornal que, em 1995, vendia nas bancas 830 mil exemplares num só domingo, e, somando-se aos assinantes, chegou a tirar 1.253.000 exemplares diariamente, na média de outubro de 1995, a atual tiragem, que não deve ultrapassar insignificantes 50 mil exemplares, se incluirmos os assinantes e as cortesias, o que significaria, senão a sua falência enquanto mídia impressa?


Ora, nos critérios da ortodoxia neoliberal que esse mesmo órgão de imprensa e seus semelhantes pregam e defendem com tanta ênfase e entusiasmo já deveriam todos ter sido encerrados há muito tempo, se considerarmos que o que ocorre com a Folha estaria ocorrendo com todos os jornalões (por que não?). A Gazeta então faz a pergunta que o Observatório não fez: quem os sustenta como empresas comerciais que são? Com certeza não será o amor ao jornalismo impresso. Muito menos a publicidade veiculada por empresas privadas; os donos delas não são otários. Ah, a internet: já vimos uma argumentação do tipo por aí, sem fundamento nenhum, claro. Dizem que agora os jornalões têm muito mais leitores que antes, graças à internet. Mesmo se isto fosse verdade, então, para quê imprimir jornais que não vendem?


A triste verdade, leitor, é a de que nós, o povo, sustentamos o trampo. Da câmara de vereadores de Quixeramobim ao Palácio do Planalto, persiste o velho sistema: as faturas das matérias pagas com dinheiro público devem vir acompanhadas das respectivas matérias impressas para que o processo de pagamento se faça. Ninguém pergunta quanto custam, ninguém questiona por que se as pagam. Uns poucos, sim, sabem quanto custam e sabem por que se as pagam; seus rabos (e “interesses particulares”) estão presos no sistema. A quem a mídia impressa de hoje informa é à burocracia pública que a sustenta, pois os leitores já se foram há muito tempo, e o jornalismo que a justificaria há ainda muito mais tempo está morto. Um morto “muito vivo”, decerto!


Segundo


Mario Silva, jornalista venezuelano, disse anteontem em seu programa de TV La Hojilla (“A lâmina” ou “estilete”, em traduções livres, referindo-se, porém, ao instrumento de recortar matérias de jornais, para o que se usava geralmente uma gilete), que, pela primeira vez em toda a história, se verificava concretamente a mudança do poder midiático numa nação americana, e os meios de imprensa privada da Venezuela não mais impõem as matrizes de opinião naquele país. Agora são os meios independentes e comunitários, junto aos veículos do governo, que asseguram a maior parte das audiências, específica e esmagadoramente, nas classes populares, e promovem por si mesmos as matrizes de opinião independentes e de interesse nacional. Todos esses meios de comunicação são sustentados pelo povo da Venezuela, através de seu governo revolucionário, com a diferença que atuam numa linha editorial radical e abertamente anti-imperialista e em favor das massas populares, dos objetivos libertários dos povos do mundo em geral, e dos povos latino-americanos em particular.


La Hojilla foi o precursor de uma série de programas de opinião veiculados nesses meios de comunicação revolucionários que, de uns cinco anos para cá, são produzidos para contestar e rebater as matrizes de opinião forjadas pelos meios privados contra-revolucionários da Venezuela, os quais são ostensivamente apoiados pela mídia hegemônica mundial, vinculada aos interesses imperialistas e às transnacionais.


De acordo com Mario Silva, agora são os veículos da mídia privada que se subordinam aos temas veiculados pelos meios públicos. E os programas como os dele - que é hoje o programa de grade de televisão com maior audiência nacional -, fazem as tréplicas.


Para além dos índices de audiência que agora, indiscutivelmente, detectam a mudança do poder midiático na Venezuela, um exemplo claro de tal verdade foi verificado no caso das bases militares dos EUA na Colômbia, assunto de que o povo venezuelano demonstrou estar a par nos mínimos detalhes e com grande consciência patriótica, graças à competência jornalística dos meios públicos para informá-lo. Assim, ao responder de imediato e em uníssono ensurdecedor ao apelo de Hugo Chávez para que “se queremos a paz, preparemo-nos para a guerra”, tamanha contundência de resposta popular pôs em polvorosa os meios de comunicação imperialistas e os estrategistas do Império, que, pegos de surpresa, tentaram implantar a matriz de opinião de que Chávez estava declarando guerra à Colômbia. Isto só fez aumentar o descrédito dos próprios meios que a veicularam, dada a estupidez flagrante e sem o menor fundamento de tal manipulação da verdade. É possível que tenha se dado justamente aí, nesse mesmo fato, o ponto de inflexão mencionado pelo jornalista de La Hojilla.


Ao poder comunicacional revolucionário construído pelo povo bolivariano da Venezuela em menos de uma década, se agrega a TeleSur, a caçula da família dos meios comunicacionais da Revolução, que já se faz numerosa e influente. A TeleSur foi criada para o embate midiático no plano internacional e hoje prospera francamente na mesma direção, só que em escala mundial, através da luta heróica que está travando contra a mídia hegemônica. Numa entrevista ao jornal argentino Página 12, Andrés Izarra, presidente da TeleSur, comentou que o golpe de Estado em Honduras foi midiaticamente planejado para se fazer quase em silêncio. No máximo, disse Izarra, apenas na mídia impressa algumas notas de páginas de miolo informariam da destituição do ignóbil Manuel Zelaya pelas “forças da democracia” daquele país. Não contavam com a presença ali, solitária e resistente, da equipe TeleSur a qual, durante o golpe e nos primeiros quinze dias que o sucederam, transmitiu ao mundo reportagens de alta qualidade sobre a verdade histórica e a forte resistência popular anti golpista.


Pela corajosa batalha daqueles dias, a TeleSur foi ganhando elevados índices de audiência em todo o mundo (passou de 23 para 100 milhões de espectadores em poucos dias) e rompeu o bloqueio midiático. A mídia hegemônica teve de correr atrás do prejuízo e enviar suas equipes, mas, até que chegassem lá, não tiveram outra saída senão comprar as imagens da TeleSur, a única equipe jornalística presente nos fatos capaz de gerar material de qualidade televisiva. A CNN, a BBC e até a Globo, do Brasil, que sempre a sabotaram, não tiveram alternativas senão a de publicar imagens com créditos TeleSur.


E o mundo todo está em xeque de transparência política e democrática por causa da pequena Honduras. Os golpistas e seus mentores tentam se esconder de si mesmos, fingindo que não está acontecendo nada... há cinco meses! Nesse tempo, não puderam governar, de fato, nem um só dia, por causa da “inesperada” resistência popular, cuja existência foi a TeleSur, e somente ela, que comunicou ao mundo em primeira mão, num dos maiores “furos” de reportagem internacional jamais registrados.


Os dois fatos são ilustrações e prólogos das nossas próximas reflexões. A oitava, sobre a morte do jornalismo tradicional nos últimos quarenta anos (1969 – 2009). E a nona e última da série, sobre o renascimento de jornalismo original através de uma nova e revolucionária prática jornalística e das novas tecnologias a que os profissionais de jornalismo tivemos acesso.

Mario Drumond



segunda-feira, 30 de novembro de 2009

JOÃO VINHOSA

RETIRADO DE PAUTA POR ORDEM JUDICIAL

RONALDO FENÔMENO VAI À COPA







(Evidentemente, se estiver em forma até lá)






Eu sei que nossa mídia esportiva é, de uma maneira geral, medíocre. Como se vende (não todos, há exceções) para qualquer um, merece que se jogue muita bosta nela, daí eu chamá-la às vezes de Geni-Press. Mas ultimamente nossos jornalistas especializados em esporte andam extrapolando. A mais recente foi essa de que Dunga não vai mais levar o Fenômeno para a Copa. Ora, Dunga em nenhum momento disse isso nem insinuou nada. Ao contrário, foi bastante claro: “Tudo vai depender das condições dele no ano que vem”. Como é que a Geni-Press interpreta Dunga tão erradamente assim? A quem ela serve com esse tipo de desinformação? É para dar mais Ibope?


A mídia especializada em futebol e os cadernos de esporte dos grandes jornais também embarcaram nessa. Não sei se o jornalista, hoje, não consegue mais ouvir nada, apenas pinçar frases, extraindo-as de contextos, e tirar conclusões quase sempre precipitadas e erradas.


As palavras de Dunga sobre se Ronaldo vai ou não para a Copa renderam uma semana de extensas e inúteis discussões e polêmicas. Dunga foi xingado e chamado de burro, e por aí vai, numa prova de que nossa Geni-Press está cada vez mais Geni-Press. Extrapolando, mesmo.


Dunga não teve meias palavras na entrevista. Primeiro esclareceu que, se estiver em forma, o Fenômeno poderá jogar na Copa, por que não? Em seguida, lembrou aos jornalistas algo como: “Não me induzam a cometer o mesmo erro que vocês (os jornalistas) induziram a Seleção a cometer em 2006.”


O que Dunga quis dizer com isso? Muito simples. Ele quis dizer que, no presente momento, não dá para convocar Ronaldo porque ele ainda não está a pleno vapor, liso, nem bem preparado fisicamente. Se ele, Dunga, convoca o jogador agora, de repente o Fenômeno relaxa e não se prepara mais devidamente para a África do Sul. Seria, aí sim, e o técnico tem razão, repetir a errada ‘façanha’ de 2006.


E foi a mídia, sim, que garantiu a presença de Ronaldo, gordo daquele jeito, na Copa da Alemanha. José Luiz Datena disse recentemente, em seu programa diário das 13 horas na Band, que a mídia não manda na Seleção, “quem manda é Ricardo Teixeira”. Por isso, ela não teve nenhuma responsabilidade sobre a convocação de Ronaldo em 2006. Acrescentou que, se a mídia mandasse nas convocações, não permitiria que Dunga tivesse chegado à Seleção.


Isto nem meia-verdade é. Até começar a Copa, a mídia em peso --- inclusive, a grande imprensa e Datena --- apoiou incondicionalmente aquele time horroroso e burro armado por Parreira. Como os resultados acabaram não vindo, só após a frustração dos primeiros jogos ela começou a malhar os jogadores, com análises superficiais e medíocres, como a de que parte do elenco estava nas baladas, quando não acima do peso, que Ronaldinho Gaúcho havia sido o “amarelão” da Copa (Estadão da época) e que não houve patriotismo.


Nossa mídia nunca foi contra a convocação de Ronaldo. Ou seja, foi conivente com ela e a apoiou abertamente até o fim. Se a tivesse condenado na época, denunciando que o Fenômeno estava acima do peso e não deveria ser convocado --- e a mídia tem forças para isso ---, duvido que o Fenômeno seria chamado. E mais: nunca vi nenhum veículo de peso dizer que a convocação do Fenômeno fora um erro. E foi, com certeza.


Na véspera da fatídica eliminação pela França, Juca Kfouri disse textualmente, no ESPN, na frente de vários colegas do mesmo programa: “Eu ainda acho que o Fenômeno vai lá e decide o jogo”. No dia seguinte, Ronaldo tomou até chapéu de Zidane. E a Seleção deu aquele vexame histórico.


Enfim, não dá para interpretar Dunga de outra maneira! Nãããããããããão dááááááááá! Mas nossos grandes jornais, como o Estadão e a Folha, insistiram em dizer que as palavras de Dunga deixaram o Fenômeno mais distante da Copa.


A Folha chegou a dizer, na quarta-feira (25/11), com título de destaque no Esporte, página D3: “Dunga insinua que Ronaldo foi um erro em 2006”. Ora, Dunga não insinuou nada disso. Falou abertamente. Foi muito claro e objetivo, quando disse algo como: “Não me façam cometer agora o mesmo erro de 2006”. Para bom entendedor, é o que basta: para Dunga, a convocação de Ronaldo com 100 quilos, em 2006, foi um erro, sim, enooooorme. Dunga diz isto agora, é verdade, pois na época era comentarista da Band e ainda nem sonhava com a Seleção.


Não morro de amores por Dunga, mas vamos com calma, mídia. A turminha anda exagerando. Os tropeços aumentam em progressão geométrica

domingo, 29 de novembro de 2009

DA REDAÇÃO

ESTE MUNDO É UM LIXO

Em dezembro as atenções do mundo inteiro estarão voltadas para Copenhagen, onde estará realizando-se a 15ª. Conferência do Clima.


 Um evento acima de tudo midiático, que tem o patrocínio da Organização das Nações Unidas, onde os líderes dos diversos países presentes tudo farão para sobressair-se e ganhar cinco minutos de fama sob os holofotes das atenções mundiais.
Pelos precedentes, com exceção do evento de Kyoto (COP3, 1997), a COP 15, estava sendo encarada como fadada ao fracasso, principalmente pela ausência de Estados Unidos e China.
 Como ambos já confirmaram presença e adesão num eventual protocolo, está afastada a hipótese de malogro e perto de duzentos países estarão presentes, dando-lhe uma importância capital.
A emissão de gases efeito-estufa é tratada pela comunidade mundial com merecida, mas até certo ponto desmedida atenção. Por isto a COP15 vem cercada de grande expectativa, agora acrescida da possível assinatura de um novo Protocolo de intenções, que substituirá o de Kyoto (COP 3).
Talvez pelos reflexos econômicos, o mercado de créditos de carbono, a Conferência é vista como o maior evento de caráter ambiental da face da Terra.

Certo é, no entanto, que meio-ambiente equilibrado abrange muito mais do que créditos de carbono e clima. Desta forma, a pauta das Conferências futuras deveria ser alterada para a inclusão de questões, que não são tratadas com a mesma atenção dispensada ao clima, como a poluição, a água, a fome e principalmente os detritos sólidos.

Estes últimos exigiriam urgentemente de uma regulamentação severa, para evitar o que tem acontecido correntemente, com os países europeus “exportando” impunemente, detritos sólidos para países africanos e até para o Brasil.

Os locais destinados ao descarte, os chamados lixões estão próximos da saturação, além do que poluem o ambiente e o lençol freático. O reaproveitamento dos resíduos sólidos deveria ser incentivado, da mesma forma como ocorre com o sequestro de carbono, que gera receita para quem faz a lição de casa. Havendo incentivos financeiros, o foco muda e novos agentes irão aparecer para nos livrar desses incômodos e poluentes entulhos, que estão tomando conta do planeta.


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

TOM CAPRI




Por acharem que o inferno são os outros, Belluzzo e Toninho Cecílio, os maiores responsáveis pela crise do Palmeiras, agora querem culpar e punir todo mundo.


Ah, Belluzzo e Cecílio! Quanta decepção! É nessa hora de definição do Brasileirão que surgem as maiores queixas e, com elas, as grandes crises e toda essa choradeira pré-natalina que enche. É quando também nosso futebol mais desaponta. Quer maior decepção do que a dupla Belluzzo/Toninho Cecílio? Os dois criaram todo esse clima no Palmeiras, são os maiores responsáveis pela queda de produção do time e pelos rachas, como a briga Obina-Maurício, e agora gritam contra a arbitragem (Belluzzo quis até dar porrada em juiz) e contra a imprensa, e punem os dois atletas, como se fossem culpados de tudo. Lamentável.
Tempos atrás, Luiz Gonzaga Belluzzo deixou um pouco de lado sua cadeira de economista renomado para ocupar a de presidente do Palmeiras. Inexperiente, errou tanto que o clube pode ter o pior ano de sua história. Toninho Cecílio, o mesmo. Por força da idade, trocou os gramados, como jogador, e a presidência do sindicato dos atletas profissionais pela gerência de futebol do Palmeiras. E desde então vem mostrando dois pesos e duas medidas no tratamento com os jogadores, como na recente briga entre Obina e Maurício.
Almas bem-intencionadas, os dois não perceberam ainda serem os verdadeiros culpados de tudo. Ao contrário, já acharam os responsáveis, que evidentemente são os outros: a arbitragem, a imprensa e os jogadores, onde começa e termina o inferno.
Veja a seguir, os erros da dupla Belluzzo/Cecílio que levaram o Palmeiras à situação em que está.
Um – Foi um erro ter afastado Luxemburgo sem estar com substituto à altura na manga do colete. Sim, Luxa deveria ser substituído, mas não da forma como foi. Como não havia técnico à altura na praça e o clube também não tinha essa grana toda, o Palmeiras teve de entregar o comando ao interino Jorginho, em quem não confiava, correndo sérios riscos. E acho que Neto tem razão: se tivesse mantido Luxa, o Palmeiras talvez já estivesse com o título nas mãos.
Dois – Também foi um erro não confiar em Jorginho, que acabou fazendo belo trabalho enquanto durou. Inexperiente, Belluzzo ainda não sabe que, em time que está ganhando, não se mexe. E Jorginho vinha ganhando, colocou o Palmeiras lá em cima. Sim, interino nem sempre dá certo e se consolida. Mas a diretoria deveria ter esperado pelos primeiros tropeços dele para substituí-lo. De repente, ele continuaria vencendo, e o Palmeiras a esta altura já poderia ser campeão brasileiro.
Três – Outro erro foi ter levado Muricy para o Parque Antártica. Não porque ele não é bom técnico. É porque não era o treinador mais indicado para aquele momento do Palmeiras. Um dos pontos fracos de Muricy é não apitar nas contratações. E, quando apita, não é bom nisso como Luxa, por exemplo. Acontece que o Palmeiras ainda estava contratando para se consolidar na liderança e vencer o Brasileirão com certa tranquilidade. Tanto que chamou Wagner Love, cometendo o mesmo erro do São Paulo de Muricy quando contratara Washington do Fluminense.
Love chegou e desagregou o elenco, a exemplo de Washington no Tricolor. Truculento, Muricy, que já não havia resolvido impasse semelhante no São Paulo, novamente não conseguiu pacificar o ataque do Palmeiras, pós-Wagner Love. Como se não bastasse, o Palmeiras --- também obra de Muricy --- passou a jogar com dois centroavantes (Wagner Love e Obina), o que é burro em qualquer circunstância, pois deixa o time vulnerável. Isto quando Muricy não preteriu Obina e apoiou Wagner Love, relegando o ex-flamenguista ao segundo plano, outro erro crasso do treinador.
A partir daí, o time começou a se esfacelar. Com dois centroavantes que não primam pela forte marcação (Obina nem tanto, é mordedor, bom de roubar a bola), os demais do time começaram a ser mais exigidos e acabaram não dando conta do recado. Ao redobrarem os esforços em campo, muitos se contundiram ou caíram de produção, quando não saíram por expulsão ou por três cartões amarelos (como Pierre, Clayton Xavier, Mauricio Ramos etc.), o que agravou a situação. A isto devemos agregar a síndrome de jejum de títulos, que ajuda a piorar tudo. Resultado: pontos preciosos perdidos, provocando os rachas e, com eles, as derrotas e a despedida da liderança.
Toda essa bola de neve foi criada por Belluzzo e seu braço direito Toninho Cecílio. E agora os dois caem no clichê de apontar culpados --- a imprensa, a arbitragem e as brigas entre os jogadores (Obina e Maurício, por exemplo) ---, como se o inferno fossem mesmo os outros e o diabo estivesse solto por aí, perseguindo a Sociedade Esportiva Palmeiras.
O que tenho visto de ontem para hoje é mais triste ainda. Parece evidente que Belluzzo e Cecílio não entenderam o futebol. Belluzzo agora se diz arrependido por ter assumido a presidência do Palmeiras. Não deveria. Esta foi com certeza a sua maior experiência de vida, e ele deve continuar, até para dar exemplo, com a experiência que adquiriu, e que é bastante valiosa.
Tanto ele quanto Cecílio vinham sendo a grande esperança de renovação, no futebol brasileiro, para acabar com a cartolagem e os desmandos. Sim, lamentavelmente decepcionaram e deram esse vexame, mas têm tudo para, doravante, encabeçar a revolução de que tanto precisa o nosso futebol e que poderá reconduzir o Palmeiras ao sucesso. Eis aí uma chance de ouro. Como? Fazendo história. Veja a seguir o que os dois podem fazer para dar a volta por cima.
Um – Belluzzo e Cecílio deveriam dar bons e não maus exemplos, como passar a apontar eventuais erros de arbitragem a favor do Palmeiras e se desculpar por eles, como acaba de fazer a França, com o gol de mão de Thierry Henry, que eliminou a Irlanda. Agindo assim, os dois dirigentes ganhariam moral para criticar qualquer erro de arbitragem contra seu time e, além do mais, exigir reparação na Justiça. E isto concorreria decisivamente para a moralização de nosso futebol, que anda muito próximo do abismo. Em vez de querer dar porrada em juiz, Belluzzo deveria fazer esta autocrítica. Assim, reuniria forças para moralizar nosso futebol. Cecílio deveria acompanhá-lo nisso, como parceiro fiel.
Dois – Belluzzo e Cecílio também poderiam dizer publicamente que são os verdadeiros responsáveis por tudo o que está acontecendo no Palmeiras, inclusive pelo clima que levou aos rachas e às brigas no elenco. Também deveriam admitir que, por isso, erraram no afastamento de Obina e Maurício, e que vão tentar reconduzir os dois ao elenco do Palmeiras.
Isso bastaria. Belluzzo e Cecílio passariam para a história como os novos revolucionários do futebol brasileiro, na mesma medida em que o foram, por exemplo, Adilson Monteiro e seus companheiros, na época da democracia corintiana, o movimento mais importante de que se tem notícia no nosso futebol.
Belluzzo porque teria tido a grandeza de se reconhecer culpado e se retratar, o que ainda não vimos no futebol brasileiro. E Cecílio porque teria abandonado o “dois pesos e duas medidas” que tanto compromete seu caráter: sempre defendeu o jogador contra o dirigente, quando foi presidente do sindicato dos atletas, e hoje defende o dirigente contra o jogador, na qualidade de gerente de futebol do Palmeiras, isto apesar de ser um dos culpados pelas brigas que estão ocorrendo no elenco.
Fica aqui a sugestão, muito fácil de pôr em prática. É pegar ou largar, o futebol brasileiro agradeceria.



Tom Capri.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O ESTADO DO CEARÁ

UEBA! UEBA! UEBA!




Das terras de Iracema um exemplo reconfortante, que permite a nós acreditarmos, que o futuro do planeta Terra tem jeito. O Jornal “O ESTADO DO CEARÁ” publica todas as terças um caderno exclusivamente voltado para o meio ambiente e ecologia.

Sob a brilhante supervisão técnica da educadora ambiental Tarcilia Rego, o caderno O ESTADO VERDE, como é sugestivamente denominado é um exemplo de ação concreta de conscientização e divulgação das questões ambientais, um dos grandes desafios do século XXI.
A COLUNA DO SARDINHA honrosamente, nesta terça, 24/11, fez-se presente nas páginas “verdes” deste CADERNO, que é um dos primeiros, senão o único, a abordar um tema de vital importância para a sobrevivência com qualidade, do ser humano na face da Terra.
Ao “O ESTADO DO CEARÁ” os nossos efusivos cumprimentos, extensivos a Tarsilia e que prossiga nesta cruzada, que é de todos nós.

Luiz Bosco Sardinha Machado