O estudioso norte-americano Carlos Castaneda, nos anos 60 do século XX, conheceu um pajé, líder espiritual do povo indígena, que vivia no México. Esse líder lhe ensinou que não existe um caminho certo. Existem vários caminhos para serem trilhados pelo que ele chamava de “homem de conhecimento”, aquele que procura conhecer a si e ao mundo. Castaneda lhe perguntou como saberia qual o verdadeiro caminho do homem de conhecimento, e Don Juan, como o pajé se chamava, lhe respondeu: o que importa é se o caminho escolhido tem coração.
MARINA
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
AUDIÊNCIA PÚBLICA EM ASSIS PREOCUPA LÍDERES AMBIENTAIS
No cinema municipal de Assis (SP), contando com a presença de doze parlamentares membros da Comissão Especial que está analisando a proposta de um novo Código Florestal e também de centenas de pessoas, a maioria composta por ruralistas da região, pólo do agronegócio do Estado de São Paulo, o presidente da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, Deputado Moacir Miqueleto deu início à Audiência Pública, às 9,15 desta manhã.
Primeiramente fizeram uso da palavra os deputados membros da Comissão, que fizeram ardorosa defesa de um novo Código, repetindo argumentos já conhecidos e tão a gosto da platéia formada em sua maioria por representantes do setor sucro-alcoleiro.
Falaram também, Fabio Meireles, presidente da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo e o presidente da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo, que defenderam um novo código com o afrouxamento das leis ambientais e a adoção de Códigos estaduais de meio ambiente.
A defesa do atual Código e da legislação ambiental coube ao Ministério Público, que entre outras coisas disse, que uma lei de quase quarenta e cinco anos, já produziu efeitos benéficos e não pode ser alterada assim a toque de caixa, baseada apenas em um parecer de um técnico do IBAMA. Há necessidade de um estudo técnico-científico de maior profundidade. E mais meio-ambiente diz respeito a todo o planeta e sua regulamentação não pode ficar restrita a um Estado ou município.
Pelas considerações finais do presidente da Comissão, Deputado Moacir Miqueleto, estas audiências públicas terão pouca validade, pois pretende até o fim de abril, aprovar na Comissão o texto de um novo Código.
Os trabalhos teriam continuidade até 14,00 horas, quando os parlamentares iriam deslocar-se para Ribeirão Preto (SP) para a audiência pública, onde por certo encontrariam um ambiente um pouco diverso do de Assis, haja vista a manifestação do dia 29 ultimo.
Do Enviado especial a Assis: Osmar Aurélio
CÓDIGO FLORESTAL - REUNIÃO EM ASSIS AGUARDADA COM EXPECTATIVA
NOVO CÓDIGO FLORESTAL
REPORTAGEM LOCAL (Jornal Voz da Terra/Assis)
Hoje, dia 03, ocorre no Cinema Municipal de Assis a partir das 9h a Audiência Pública para discussão do Código Florestal Brasileiro.
A Audiência é organizada pelo Consórcio Intermunicipal do Vale Paranapanema – CIVAP e contará com a presença de membros da Comissão Especial que trata das alterações no novo Código florestal Brasileiro, entre eles a presença do relator e deputado Federal Aldo Rebelo.
CÓDIGO FLORESTAL - ASSIS (SP) SEDIA AUDIÊNCIA PÚBLICA
Nesta 4ª. (03/02) prosseguirão as audiências públicas para a discussão do projeto de reforma do Código Florestal.
A primeira audiência foi realizada em Ribeirão Preto e contou com a presença de centenas de ambientalistas e sindicalistas, que produziram um manifesto de repúdio à tentativa de mudanças no Código, pretendida pelos ruralistas e que tem na Senadora Kátia Abreu a idealizadora da reforma e sua mais ardorosa defensora.
Para hoje está marcada uma nova audiência em Ribeirão Preto e em Assis.
A reunião de Assis está sendo aguardada com grande expectativa, pois na região está sediada uma das maiores unidades do Grupo Cosan e outras usinas menores, todas filiadas à ÚNICA. Ambientalistas e entidades de classe prometem movimentar a reunião que contará com a presença do relator do projeto na Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo.
A COLUNA DO SARDINHA estará presente cobrindo e produzindo matérias ao vivo durante o transcorrer do evento.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
A SUPERFICIALIDADE NA ABORDAGEM SOBRE AVATAR
A superficialidade de Daniel Piza em sua abordagem sobre Avatar
Dedicado ao articulista Antônio Gonçalves Filho, pelos textos cada vez melhores publicados no Estadão, como os dois últimos sobre Diderot, de domingo (31/1/2004).
Em recente texto enviado a todos, eu disse que três abordagens de renomados articulistas brasileiros haviam me chocado pela superficialidade e pseudociência. Hoje, vou me ater apenas a uma delas, a avaliação de Daniel Piza, do Estadão, sobre o filme Avatar, publicada em sua coluna Sinopse do suplemento Cultura, página D3, de 24/1/2010. “Superficialidade 3D” é o título de seu artigo. Piza qualificou o filme de superficial, lembrando que o diretor e roteirista James Cameron acabou fazendo uso de todos aqueles recursos, como o 3D, “a serviço de uma visão de mundo ingênua e inconsistente” e que isto teria deixado no articulista “um gosto frustrante”...
BELO MONTE - REALMENTE NECESSÁRIA?
IRONIA, POUCO CASO E INTERESSES
Ao mesmo tempo em que a Eletrobrás anuncia a abertura de uma das comportas de Tucuruí, inundando áreas situadas abaixo da represa, o ministro Carlos Minc do Meio Ambiente anuncia a concessão de licença ambiental para a hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu.
Ao mesmo tempo em que a Eletrobrás anuncia a abertura de uma das comportas de Tucuruí, inundando áreas situadas abaixo da represa, o ministro Carlos Minc do Meio Ambiente anuncia a concessão de licença ambiental para a hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu.
foto: Kaiapós em vigilia contra a hidrelétrica
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
"DAS KAPITOLIO"
É notória a dificuldade que o presidente dos Estados Unidos está enfrentando para tentar impor um mínimo que seja, de controle ao sistema financeiro do país.
O mercado reagindo negativamente, com as Bolsas caindo, numa reação quase que coordenada, o dólar valorizando-se em todos os mercados, são indicativos de que a medida não foi bem recebida na área financeira.
Barack Obama eleito com justiça presidente americano, já deve ter ouvido falar de Aristóteles, filósofo grego que tinha na lógica, sua maneira de pautar a vida.
REUNIÃO DE AMBIENTALISTAS EM RIBEIRÃO PRETO
Mais de quinhentos ambientalistas e mais de cem entidades estiveram dia 29 passado em Ribeirão Preto (SP) para protestar contra a tentativa de desmonte da legislação ambiental brasileira perpetrada pelo governo Lula, com apoio do agro-negócio. Da reunião saiu a carta abaixo.
A próxima manifestação está marcada para o próximo dia 3 de fevereiro na cidade de Assis (SP).
Carta de Ribeirão Preto e região em defesa do Código Florestal
Nós, representantes de movimentos ambientalistas, sociais, sindicais e> estudantis, de partidos políticos, da comunidade científica, de instituições públicas e de outras entidades da sociedade civil organizada, participantes do ATO PÚBLICO EM DEFESA DO CÓDIGO FLORESTAL, realizado no dia 29 de janeiro de 2010, na Câmara Municipal de Ribeirão Preto,
I - Considerando:
a) a tentativa de desmonte da legislação ambiental brasileira, patrocinada pela bancada ruralista do Congresso Nacional, que, em prejuízo dos interesses do povo brasileiro, apresentou diversos projetos de lei que visam revogar ou modificar o Código Florestal (Lei nº 4.771/65), a Lei de Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6.938/81), a Lei de Crimes> Ambientais (Lei nº 9.605/98) e a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Lei nº 9.985/2000;
b) a prevalência dos interesses corporativos de grandes grupos econômicos ligados ao agronegócio nas propostas de alteração das leis ambientais, contrariando as medidas necessárias à proteção dos recursos naturais;
c) a restrita divulgação das audiências públicas promovidas pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, capitaneada pelos ruralistas, para o debate desses projetos de lei;
d) a magnitude dos desastres ambientais causados pela perversa combinação entre mudanças climáticas, pobreza, expansão devastadora do agronegócio, pressão da especulação imobiliária e descumprimento da legislação protetiva;
e) a redução, a ocupação e a exploração das áreas de preservação permanente e de reserva legal previstas nas propostas de alteração do Código Florestal, e os prejuízos que poderão causar:
• à biodiversidade, porque reduz o número de espécies da flora e da fauna; reduz o fluxo gênico; provoca a erosão genética e a perda de habitat de espécies da fauna;
• ao equilíbrio climático, porque diminui a umidade relativa do ar; eleva as temperaturas médias; modifica o regime de chuvas que ficam cada vez mais concentradas num período do ano;
• ao ciclo hidrológico, porque reduz a vazão dos corpos d’água e favorece a sua contaminação;
• aos solos, porque diminui sua atividade microbiana; aumenta a exposição do solo aos efeitos negativos da radiação solar;
• à saúde pública, porque aumenta os índices de doenças devido ao desconforto climático, à baixa umidade relativa do ar e à invasão de vetores de microorganismos patogênicos;
f) a impunidade gerada pelo adiamento da aplicação das sanções relacionadas a infrações ambientais praticadas no Brasil;
g) o caráter perverso do padrão de produção agrícola adotado pelo agronegócio, baseado na concentração fundiária, na monocultura de exportação, no uso intensivo de agroquímicos, na exploração do trabalhador e na expulsão do homem do campo;
h) a superioridade do modelo da agricultura familiar para a geração de postos de trabalho e para a produção de alimentos;
i) o descaso do Poder Público em exigir, com base na Constituição da República, o cumprimento da função social da terra;
j) a inércia do Poder Público em desapropriar os imóveis rurais que descumprem a função ambiental, independentemente dos índices de produtividade, como autoriza a Constituição da República;
k) a inércia do Poder Público em desapropriar os imóveis rurais onde ocorrem violações às normas de proteção das relações de trabalho, independentemente dos índices de produtividade, como autoriza a Constituição da República.
II - Reivindicamos:
a) a manutenção da legislação ambiental vigente;
b) a plena e imediata recuperação ambiental das áreas de preservação permanente e de reserva legal;
c) a criação de programa nacional de adequação socioambiental das pequenas unidades de produtores rurais e dos assentamentos da reforma agrária, que contemple:
• estímulo à policultura, à produção agrícola sustentável, à geração de postos de trabalho no campo, à agricultura orgânica, à implantação de agroflorestas;
• programa de assistência técnica contínua e com qualificação para o manejo ambiental;
• fomento para recuperação de áreas de preservação permanente e de reserva legal;
* política de comercialização da produção familiar, para evitar que a agricultura convencional exerça pressão sobre a área preservada;
d) a abertura de amplo processo de debate com a sociedade a respeito dos temas acima elencados;
e) a ampla e prévia divulgação das audiências públicas promovidas pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, para que todos os segmentos da sociedade civil possam efetivamente delas participar.
III – Não aceitaremos:
a) a submissão da dignidade humana e do bem comum aos desígnios do mercado;
b) a subversão do princípio democrático, consagrado nas Constituições contemporâneas, que determina a supremacia do interesse socioambiental sobre o privado;
Nessa quadra da História, o retrocesso na proteção ambiental é inadmissível.
1. ABEEF – Associação de Estudantes de Engenharia Florestal
2. ABEF – Associação Brasileira dos Estudantes de Filosofia
3. Acampamento Independente – Guaiçara/SP
4. ADUSP – Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo
5. Agenda Ambiental – Núcleo de Política e Ciência Ambiental – Depto. Biologia – FFCLRP – USP
6. AMAR – Associação de Mães e Amigos de Adolescentes em Risco
7. ANATEC – Associação Nacional de Assistência Técnica da Reforma Agrária
8. ANEL – Assembléia Nacional dos Estudantes Livres
9. ANPG – Associação Nacional de Pós-Graduandos
10. ANPRA – Associação Nacional de Apoio a Reforma Agrária
11. ANVB – Associação Nacional dos Violeiros do Brasil
12. APEOESP – Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo - Subsede de Ribeirão Preto
13. Associação Ambientalista de Marília ORIGEM
14. Associação Amigos do Arquivo Público Municipal de Ribeirão Preto
15. Associação Amigos do Memorial da Classe Operária
16. Associação Cultural e Ecológica Pau-Brasil
17. Associação Cultural Humanística
18. Associação Olhos D’Água
19. Associação Pró-Fitoterapia de Ribeirão Preto
20. AVA – Associação Vida Animal
21. CACB – Centro Acadêmico de Ciências Biológicas – ESALQ-USP
22. CAER – Centro Acadêmico Emílio Ribas – Nutrição - USP
23. CAFI – Centro Acadêmico da Filosofia USP – RP
24. CAHIS – Centro Acadêmico de História - UNIFESP
25. CALC – Centro Acadêmico Lupe Cotrim – ECA-USP
26. CATO – Centro Acadêmico de Terapia Ocupacional – USP
27. CEB – Centro Estudantil da Biologia “Maria Madalena da Costa Teles” – USP- RP
28. CEBES – Centro Brasileiro de Estudos de Saúde
29. CEDHEP – Centro de Direitos Humanos e Educação Popular – Ribeirão Preto
30. CEEFLORUSP – Centro de Estudos e Extensão Florestal da USP-Ribeirão Preto
31. Cedro-Mulher – Centro de Defesa dos Direitos da Mulher
32. CELACC – Centro de Estudos Latino-americanos de Comunicação e Cultura – ECA – USP
33. Centro Acadêmico Biologia – UFSCar – São Carlos
34. Centro Acadêmico Professor Paulo Freire – USP -SP
35. Centro Acadêmico Rui Barbosa da Escola de Educação Física e Esporte da USP
36. Centro Acadêmico de Tecnologia da Unicamp – Limeira - SP
37. Centro Cultural Orùnmilá – Ribeirão Preto
38. Centro de Formação Dom Hélder Câmara
39. CES – Centro dos Estudantes de Santos
40. CEUNSP – Itu-SP
41. Defesa da Educação Infantil Pública, Gratuita e de Qualidade
42. Círculo de Ação Popular José Rosa Melo – CAP-Quintino
43. Coletivo Educador Ipê Roxo
44. Coletivo Universidade Popular da Unicamp – Campinas -SP
45. Comitê em Defesa da Reserva Legal – Ribeirão Preto
46. CONLUTAS – Coordenação Nacional de Lutas
47. COOPERECOS – Cooperativa de Manejo da Agrobiodiversidade do Assentamento Sepé Tiarajú
48. CUT – Central Única dos Trabalhadores – Estadual São Paulo e Subsede de Ribeirão Preto
49. DAMAC – Diretório Acadêmico Mackenzie – SP
50. DC AGRO – Diretório do Curso de Agronomia - ESALQ-USP
51. DCE –USP – Diretório Central dos Estudantes Livre Alexandre Vanucchi – Leme -SP
52. Diretório Acadêmico da Biologia – Barão de Mauá – Ribeirão Preto
53. ECOSURFI – Entidade Ecológica dos Surfistas – Itanhaém-SP
54. EIV-SP — Estágio Interdisciplinar de Vivência-São Paulo
55. ENEBIO – Entidade Nacional de Estudantes de Biologia
56. ENESSO – Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social
57. Entidade Ambientalista Ibiré
58. Estação Luz Espaço Experimental de Tecnologias Sociais
59. EXNEEF — Executiva Nacional de Educação Física
60. Executiva Nacional dos Estudantes de Pedagogia de São Paulo
61. FEAB – Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil
62. FEPARDO – Federação Pardo Grande de Entidades Ecológicas e Ambientalistas
63. FERAESP – Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo
64. Fórum dos Cursinhos Populares de Ribeirão Preto e Região
65. Fórum dos Movimentos Sociais BR 163/PA – Campo Verde – Itaituba-PA
66. Frente Popular Dario Santillan - Argentina
67. FREPOP – Fórum de Educação Popular – Lins – SP
68. GEA – Grupo de Estudos Ambientais da da USP - SP
69. Greenpeace
70. Grupo de Pesquisa Educação e Direito na Sociedade Brasileira Contemporânea – UFSCar
71. GP – DARAF - Grupo Pesquisas para o Desenvolvimento dos Assentamentos Rurais e da Agricultura Familiar – ESALQ-USP
72. Grupo de Pesquisa Trabalho, Organização Social e Comunitária – Depto. Psicologia - UFSCar
73. Instituto Ambiente em Foco – Piracicaba - SP
74. Instituto Cultural Lindolpho Silva
75. Instituto de Educação e Pesquisa Ambiental Planeta Verde – Taquaritinga
76. MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens
77. Movimento Estudantil A Hora é Essa Ousar Lutar, Ousar Vencer
78. MEGaia – Movimento Estudantil Gaia – Barão de Mauá – Ribeirão Preto
9. MLST – Movimento de Libertação dos Sem Terra
80. Movimento das Artes – Ribeirão Preto
81. Movimento do Ministério Público Democrático
82. Movimento da Não Violência - Franca
83. MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
84. MULECA – Movimento Universitário Livre de Educação Cultura e Arte
85. NATRA – Núcleo Agrário “Terra e Raiz” – UNESP - Franca
86. NEPA – Núcleo de Pesquisa em Política Ambiental – EESC-USP
87. NEPED – Núcleo de Estudos e Pesquisas Sociais em Desastres – Depto. Sociologia - UFSCar
88. OCA – Laboratório de Educação e Política Ambiental – ESALQ - USP
89. ONG Ribeirão Em Cena
90. Organizacion Nacional “La Minga” - Colombia
91. Pastorais Sociais da Arquidiocese de Ribeirão Preto
92. Pastoral da Terra e dos Trabalhadores Migrantes – Lins - SP
93. PCB – Partido Comunista Brasileiro — Secretaria Estadual
94. PCdoB – Partido Comunista do Brasil – Comitê Municipal
95. PDT – Partido Democrático Trabalhista
96. PRÁXIS – Instituto de Políticas Públicas
97. PRODEMA – Proteção e Defesa do Meio Ambiente – Jandira-SP
98. PSOL – Partido Socialismo e Liberdade
99. PSTU – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados
100. PT – Partido dos Trabalhadores – Diretório Municipal de Ribeirão Preto
101. PV – Partido Verde – Araraquara
102. PV – Partido Verde - Nordeste Paulista
103. PV – Partido Verde - Franca
104. Rede de ONGs da Mata Atlântica
105. SAJU – Serviço de Assessoria Jurídica Universitária - Direito -SP
106. SARA – Serviço de Aprendizagem Rural ao Adolescente – Cravinhos-SP
107. SASP – Sindicato dos Arquitetos do Estado de São Paulo
108. Secretaria Acadêmica Pró-Ambiental – Engenharia Ambiental – USP – São Carlos
109. Seminário Gramsci
110. Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto
1. Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos – Ribeirão Preto
112. Sindicato dos Trabalhadores Rurais União e Luta – Paraguaçu Paulista - SP
113. SINSPREV – Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência – Ribeirão Preto
114. Sociedade Ecológica Boca da Mata - Cajuru
115. S.O.S. Mata Atlântica
116. Teia da Vida – Vivências Ambientais
117. UBES – União Brasileira dos Estudantes Secundaristas
118. UEE – União Estadual dos Estudantes – São Paulo
119. UJS – União da Juventude Socialista
120. UNE – União Nacional dos Estudantes
121. UPES – União Paulista dos Estudantes Secundaristas
122. Via Campesina
sábado, 30 de janeiro de 2010
SUPERFICIALIDADE EM 3D - TOM CAPRI
(“D” de Delfim Netto, Diogo Mainardi e Daniel Piza)
Entenda a crise mundial, a participação nos lucros e por que o capital é o responsável pela devastação ambiental até na Pandora de Avatar
Texto dedicado a Sérgio Augusto, que escreveu artigo primoroso sobre a tragédia no Haiti, domingo no Estadão (suplemento Aliás, “O Haiti que importa”, página J6, de 24/1/2010). Final do artigo dele: “Quando pensar no Haiti e rezar pelo Haiti, tenha sempre em mente que os maiores flagelos que o atingiram nos últimos 500 anos não foram exatamente causados pela natureza.”
REPASSE DE FUNDO GERA INSATISFAÇÃO ENTRE PREFEITOS
Da Agência UBAM
Prefeitos organizam protesto em Brasília e ameaçam fechar as portas
Prefeitos de todo país estão se organizando para realizar um protesto, no início do mês de março, em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília, para reivindicar a regularização do repasse dos recursos referentes ao Fundo de Participação dos Municípios. De acordo com o presidente da UBAM (União Brasileira de Municípios) Leonardo Santana (foto), só neste ano de 2010, os Municípios já perderam 19,4% no repasse do dia 10 e mais 21,32% no repasse do dia 20, em relação ao mesmo período de 2009, causando um verdadeiro caos nas contas dos 5.564 Municípios do país.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
PESQUISA MENSAL DE EMPREGO
Fonte IBGE
Base: Dezembro de 2009
Em dezembro, desocupação fica em 6,8%
Em dezembro de 2009, a taxa de desocupação igualou a de dezembro de 2008 (6,8%, a menor da série) e caiu 0,6 ponto percentual em relação a novembro de 2009 (7,4%). A população ocupada (21,8 milhões) cresceu 1% em relação a novembro e 1,4% frente a dezembro de 2008. O número de trabalhadores com carteira assinada (9,8 milhões) cresceu 1,5% em relação novembro e manteve-se estável em relação a dezembro de 2008. A população desocupada (1,6 milhão) reduziu-se (-7,1%) em relação a novembro e ficou estável em relação a dezembro de 2008. O rendimento médio real habitual (R$ 1.344,40) caiu (-0,9%) em relação a novembro e subiu 0,7% frente a dezembro de 2008.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
TRUSTES E CARTÉIS
O Brasil talvez seja uma das economias mais fechadas do mundo. Para onde você olhar verá pequenos grupos de empresas dominando o mercado e não muitas vezes, livremente impondo preços, condições e empecilhos ao livre mercado e o pior muitas vezes, estimuladas pelo próprio governo.
Só para recordar, o setor automobilístico foi quase quarenta anos dominado por quatro ou cinco empresas beneficiadas por medidas, que lhe dava regalias, que não eram estendidas a outros setores da indústria. Hoje, continua-se repetindo o mesmo erro.
À época Juscelino Kubstchek, equivocadamente acreditava que sem estímulos “especiais” as montadoras para cá não viriam para desfrutar do que acreditava-se incipiente mercado nacional.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
"CAVERNÁCULO"
Volta-e-meia inventa-se neologismos para dizer algo, para o quê não se encontra a palavra apropriada que irá bem exprimir a nossa intenção.
Tomemos o governo Lula. Todos sabemos o pouco apego ao vernáculo do nosso grão-vizir, bem como o “descuido” no cumprimento de regras e obrigações já postas, que o torna um governo anacrônico, de mentalidade ultrapassada. O “cavernáculo” (caverna + vernáculo) cai bem para seu governo.
A CULTURA DO CAOS.
A capital de São Paulo, como todo o país, não poderiam parar. Mas param, por razões simplesmente impensáveis para um país que se quer de primeiro mundo.
Todo ano, numa rotina, verdadeira sina de um povo que deve e tem que sofrer, problemas climáticos, ora a cheia no sul-sudeste ora a seca no nordeste, ocorrem para por a prova nosso grau de aceitação e submissão aos maus governos.
Os problemas climáticos são inexoráveis, independem da vontade humana. Se não há como evitá-los, há meios de minorar seus efeitos.
No momento que o governo federal anuncia milhões de reais para socorrer as vítimas do Haiti, São Paulo em seus 456 anos se afunda em enchentes que já são rotina.
A omissão dos governos municipal, estadual e federal na criação de grupos de trabalho para pelo menos equacionar soluções para um problema que já é crônico e que demandaria muito menos verbas do que programas emergenciais que não são solução para ninguem, não são tomadas por que não atraem os holofotes da mídia.
Igualmente a falta de coordenação de todas as esferas de governo, que deveriam trabalhar em conjunto, para pelo menos minimizar os efeitos das enchentes, também não consta da pauta de medidas a serem tomadas.
Nossos políticos igual às mariposas gravitam em torno do que lhes dá os minutos de glória.
À Redação
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
HAITI PONTO 40
A presente carta foi publicada originalmente em nosso blog
Após o terremoto que sacudiu o Haiti, deixando milhares de mortos e um número incalculável de desabrigados estamos republicando-a por sua atualidade.
Muitas perguntas aguardam respostas: onde estará hoje o autor da mesma, Yannick Etienne? Estará socorrendo seus irmãos que desapareceram ou fazendo companhia aos dezoito brasileiros que pereceram no desastre? A perda de soberania do Haiti com a “invasão” da Força de Paz da ONU e agora de milhares de soldados americanos é realmente necessária? Que futuro espera-se para o povo haitiano?
Com a palavra os fatos.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
AVATAR É MAIS DO QUE O MELHOR FILME DO CINEMA - TOM CAPRI
Avatar é o melhor filme do cinema.É a tomada de consciência. É a grande virada. É finalmente o nascimento do homem como ele sempre deveria ter sido. É o começo da História.
(Avatar também é o capital querendo transformar
a lua de Pandora num novo Haiti)
Dedicado a Daniel Pagliusi, advogado que joga society comigo e me recomendou o filme (eu estava hesitante, mas a opinião dele, valiosa, foi decisiva). A Milton João Ferreira, meu contador e leitor assíduo, e que é sósia de Jake Sully, o protagonista de Avatar. E ainda a Ethevaldo Siqueira, que eu amo, mas continua cego, subserviente e deslumbrado com a voracidade do capital.
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