MARINA

Má li esse poema umas dez vezes. Foi a coisa mais bonita que já fiz. Andei trocando umas palavras, corrigindo vou mandar de novo prá vc montar um slide vou mandar imprimir e mando p/ vc pelo correio MARINA No ambiente amplo Paredes brancas, Iluminado por uma Réstia de luz Qu’escapava esguia Por cortina balouçante, Uma marina deslumbrante, Com mares azuis, tal Olhos de uma diva. O píer branco qual Espumas das ondas O conjunto enfeitando. Barcos que partiam E chegavam Se quem ia ou voltava Não sei se ria Ou só chorava. Ah! como amava Esta marina que, De amor minha Vida povoava 22.03.09 LUIZ BOSCO SARDINHA MACHADO ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ QUEM SOU EU MARINA SILVEIRA- PROFESSORA, TECNÓLOGA AMBIENTAL E ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

COM AS BENÇÃOS DO ESTADO SUZANO PAPEL E CELULOSE DESMATA NO MARANHÃO

O EMBALO DA SUZANO : VENENO NAS CHAPADAS DE ANAPURUS, BAIXO PARNAIBA MARANHENSE



Dado o atual senso comum-bizarro que predomina no e domina o processo social e econômico no Brasil e, por emenda parlamentar, no Maranhão também, quem quer lucrar com seus projetos deve ir no embalo, seja embalado pelo canto das sereias ou dos cisnes que hipnotizam ou suavizam os ouvintes ou os dançantes, ou seja embalado na nova linha de papéis da Suzano Papel e Celulose.

“Os embalos de sábado a noite continuam” nas esferas locais, estaduais, regionais e nacionais e por essa razão a Suzano se cobre de razão ao cobrar do governo do Maranhão que as suas licenças de desmatamento na região Tocantina e na região dos Cocais disparem o mais rápido possível, senão ela vai disparar rapidamente para o estado Tocantins com sua fábrica de celulose, onde se obtém com mais facilidade as licenças ambientais.

As áreas, que a Suzano pretende desmatar ou já desmata no Baixo Parnaiba maranhense, cerca de 40 mil hectares em Urbano Santos, Anapurus e Santa Quitéria, foram sacramentadas no mês de maio de 2009 pela então secretária de meio ambiente Telma Travincas numa só canetada. Só mesmo a Suzano, a secretaria de meio ambiente do Maranhão e o Fórum em Defesa do Baixo Parnaiba sabem que essas licenças existem.

A sociedade civil, em sua maior parte, desconhece quem assinou e quais áreas serão desmatadas. Esse foi o teor da conversa em Currais, município de Mata Roma, e Campestre, município de Anapurus. O senhor Euclides, que toma conta de uma área do senhor Garreto, relatou que nada sabia de desmatamento da Suzano naquela parte da Chapada. O Maciel, seu neto, fora informado por acaso que tratores estavam parados na comunidade de Veredas prontos para o abate do Cerrado. A Suzano pouco informa. O senhor Valcimar informou que funcionários da Suzano deixaram pacotes de veneno na Chapada e quando chove esses pacotes explodem soltando veneno para todo lado. As pessoas que coletam bacuri e pequi na Chapada correm riscos desconhecidos, como frisou um dos netos do senhor Euclides.

A Suzano quer plantar 60 mil hectares de eucalipto na região tocantina e região sudoeste do Maranhão. A empresa bateu esse número faz tempo e devia estar preparada para as costumeiras contrariedades do licenciamento ambiental. Contudo, ela vai no embalo como acontece no Piaui onde o governo conseguiu que o Instituto Chico Mendes revisse as áreas de Mata Atlântica no estado.



Mayron Régis, assessor Fórum Carajás

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

PESQUISA INDUSTRIAL MENSAL PRODUÇÃO FÍSICA - REGIONAL

 Fonte IBGE

Base: Dezembro de 2009

Produção industrial cresce em 8 dos 14 locais pesquisados, em dezembro

Na passagem de novembro para dezembro de 2009, os índices regionais da produção industrial, ajustados sazonalmente, registraram taxas positivas em oito dos quatorze locais pesquisados. Entre as essas áreas que assinalaram acréscimo na produção em dezembro, destacaram-se: Paraná (5,9%) e Espírito Santo (4,1%) com os avanços mais elevados. Os demais locais com taxas positivas foram: Rio de Janeiro (2,2%), Rio Grande do Sul (2,1%), Ceará (1,8%), Santa Catarina (1,3%), São Paulo (0,6%) e Pará (0,5%). Seis regiões registraram taxas negativas, com Pernambuco (-3,5%), Goiás (-3,1%), Amazonas (-2,2%) e Bahia (-0,8%) apontando as reduções mais acentuadas. As demais variações negativas ficaram próximas à média nacional (-0,3%): região Nordeste (-0,3%) e Minas Gerais (-0,1%), que praticamente repetiu o patamar do mês anterior.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

COM PIZA E ORICHIO, GENI PRESS VOLTA À TODA - TOM CAPRI


Assuntos aqui abordados: a volta de
Robinho e Felipe Massa vs. Alonso
A Geni-Press, aquela parcela de nossa crônica esportiva que não entende nem mesmo das modalidades em que se especializou, está de volta, depois de rápida folga (as férias). E voltou a toda. Hoje (3/2/2010), Daniel Piza nos agracia com artigo que é um primor de sabedoria, na coluna Boleiros do Caderno de Esportes do Estadão, página E2. E Livio Oricchio nos brinda, no mesmo caderno e na mesma página (E2), com uma entrevista exclusiva em que o entrevistado é Felipe Massa e a verdade sobre ele e a Fórmula 1 nunca vem à tona. Comecemos com Piza.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A SERVIÇO DE UMA CLIENTELA





Fomos para a Audiência Pública de Assis (SP) que iria discutir um novo Código Florestal, desconfiados de que estaríamos diante de uma farsa, pois a cidade do interior de São Paulo, junto com Ribeirão Preto é uma das catedrais do agro-negócio e baluarte dos canavieiros, que tem no presidente Lula o garoto-propaganda número um.
Entretanto, uma dúvida nos assaltava, a cidade do norte do Estado, também reduto dos canavieiros havia sido categórica em sua repulsa a esta aventura mudancista.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

CONFLITO NORTE-SUL - No - 143 – COLUNA DO SARDINHA







Chegou a ser hilário o comportamento das forças brasileiras, componentes da Força de Paz da ONU, com a chegada dos soldados americanos ao Haiti.
Soldados, que diga-se, estariam no país devastado pelo terremoto numa missão que a princípio deveria ser humanitária e cuja intervenção causou espanto e estranheza, pela rapidez como os Estados Unidos mobilizaram sete mil homens e já partiram, aterrissando num piscar de olhos à área abalada.
Chegaram e foram tomando conta.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O AUTO CONHECIMENTO

*LUIZ BOSCO SARDINHA MACHADO Jr

O estudioso norte-americano Carlos Castaneda, nos anos 60 do século XX, conheceu um pajé, líder espiritual do povo indígena, que vivia no México. Esse líder lhe ensinou que não existe um caminho certo. Existem vários caminhos para serem trilhados pelo que ele chamava de “homem de conhecimento”, aquele que procura conhecer a si e ao mundo. Castaneda lhe perguntou como saberia qual o verdadeiro caminho do homem de conhecimento, e Don Juan, como o pajé se chamava, lhe respondeu: o que importa é se o caminho escolhido tem coração.

AUDIÊNCIA PÚBLICA EM ASSIS PREOCUPA LÍDERES AMBIENTAIS

Fotos: coluna press

No cinema municipal de Assis (SP), contando com a presença de doze parlamentares membros da Comissão Especial que está analisando a proposta de um novo Código Florestal e também  de centenas de pessoas, a maioria composta por ruralistas da região, pólo do agronegócio do Estado de São Paulo, o presidente da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, Deputado Moacir Miqueleto deu início à Audiência Pública, às 9,15 desta manhã.

Primeiramente fizeram uso da palavra os deputados membros da Comissão, que fizeram ardorosa defesa de um novo Código, repetindo argumentos já conhecidos e tão a gosto da platéia formada em sua maioria por representantes do setor sucro-alcoleiro.
Falaram também, Fabio Meireles, presidente da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo e o presidente da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo, que defenderam um novo código com o afrouxamento das leis ambientais e a adoção de Códigos estaduais de meio ambiente.




A defesa do atual Código e da legislação ambiental coube ao Ministério Público, que entre outras coisas disse, que uma lei de quase quarenta e cinco anos, já produziu efeitos benéficos e não pode ser alterada assim a toque de caixa, baseada apenas em um parecer de um técnico do IBAMA. Há necessidade de um estudo técnico-científico de maior profundidade. E mais meio-ambiente diz respeito a todo o planeta e sua regulamentação não pode ficar restrita a um Estado ou município.
Pelas considerações finais do presidente da Comissão, Deputado Moacir Miqueleto, estas audiências públicas terão pouca validade, pois pretende até o fim de abril, aprovar na Comissão o texto de um novo Código.
Os trabalhos teriam continuidade até 14,00 horas, quando os parlamentares iriam deslocar-se para Ribeirão Preto (SP) para a audiência pública, onde por certo encontrariam um ambiente um pouco diverso do de Assis, haja vista a manifestação do dia 29 ultimo.

Do Enviado especial a Assis: Osmar Aurélio

CÓDIGO FLORESTAL - REUNIÃO EM ASSIS AGUARDADA COM EXPECTATIVA

NOVO CÓDIGO FLORESTAL
REPORTAGEM LOCAL (Jornal Voz da Terra/Assis)



Hoje, dia 03, ocorre no Cinema Municipal de Assis a partir das 9h a Audiência Pública para discussão do Código Florestal Brasileiro.



A Audiência é organizada pelo Consórcio Intermunicipal do Vale Paranapanema – CIVAP e contará com a presença de membros da Comissão Especial que trata das alterações no novo Código florestal Brasileiro, entre eles a presença do relator e deputado Federal Aldo Rebelo.

CÓDIGO FLORESTAL - ASSIS (SP) SEDIA AUDIÊNCIA PÚBLICA

Nesta 4ª. (03/02) prosseguirão as audiências públicas para a discussão do projeto de reforma do Código Florestal.

A primeira audiência foi realizada em Ribeirão Preto e contou com a presença de centenas de ambientalistas e sindicalistas, que produziram um manifesto de repúdio à tentativa de mudanças no Código, pretendida pelos ruralistas e que tem na Senadora Kátia Abreu a idealizadora da reforma e sua mais ardorosa defensora.

Para hoje está marcada uma nova audiência em Ribeirão Preto e em Assis.

A reunião de Assis está sendo aguardada com grande expectativa, pois na região está sediada uma das maiores unidades do Grupo Cosan e outras usinas menores, todas filiadas à ÚNICA. Ambientalistas e entidades de classe prometem movimentar a reunião que contará com a presença do relator do projeto na Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo.

A COLUNA DO SARDINHA estará presente cobrindo e produzindo matérias ao vivo durante o transcorrer do evento.



terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A SUPERFICIALIDADE NA ABORDAGEM SOBRE AVATAR


A superficialidade de Daniel Piza em sua abordagem sobre Avatar



Dedicado ao articulista Antônio Gonçalves Filho, pelos textos cada vez melhores publicados no Estadão, como os dois últimos sobre Diderot, de domingo (31/1/2004).

Em recente texto enviado a todos, eu disse que três abordagens de renomados articulistas brasileiros haviam me chocado pela superficialidade e pseudociência. Hoje, vou me ater apenas a uma delas, a avaliação de Daniel Piza, do Estadão, sobre o filme Avatar, publicada em sua coluna Sinopse do suplemento Cultura, página D3, de 24/1/2010. “Superficialidade 3D” é o título de seu artigo. Piza qualificou o filme de superficial, lembrando que o diretor e roteirista James Cameron acabou fazendo uso de todos aqueles recursos, como o 3D, “a serviço de uma visão de mundo ingênua e inconsistente” e que isto teria deixado no articulista “um gosto frustrante”... 

BELO MONTE - REALMENTE NECESSÁRIA?

IRONIA, POUCO CASO E INTERESSES








Ao mesmo tempo em que a Eletrobrás anuncia a abertura de uma das comportas de Tucuruí, inundando áreas situadas abaixo da represa, o ministro Carlos Minc do Meio Ambiente anuncia a concessão de licença ambiental para a hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu.



foto: Kaiapós em vigilia contra a hidrelétrica

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

"DAS KAPITOLIO"

É notória a dificuldade que o presidente dos Estados Unidos está enfrentando para tentar impor um mínimo que seja, de controle ao sistema financeiro do país.

O mercado reagindo negativamente, com as Bolsas caindo, numa reação quase que coordenada, o dólar valorizando-se em todos os mercados, são indicativos de que a medida não foi bem recebida na área financeira.

Barack Obama eleito com justiça presidente americano, já deve ter ouvido falar de Aristóteles, filósofo grego que tinha na lógica, sua maneira de pautar a vida.

REUNIÃO DE AMBIENTALISTAS EM RIBEIRÃO PRETO

Mais de quinhentos ambientalistas e mais de cem entidades estiveram dia 29 passado em Ribeirão Preto (SP) para protestar contra a tentativa de desmonte da legislação ambiental brasileira perpetrada pelo governo Lula, com apoio do agro-negócio. Da reunião saiu a carta abaixo.


A próxima manifestação está marcada para o próximo dia 3 de fevereiro na cidade de Assis (SP).

Carta de Ribeirão Preto e região em defesa do Código Florestal

Nós, representantes de movimentos ambientalistas, sociais, sindicais e> estudantis, de partidos políticos, da comunidade científica, de instituições públicas e de outras entidades da sociedade civil organizada, participantes do ATO PÚBLICO EM DEFESA DO CÓDIGO FLORESTAL, realizado no dia 29 de janeiro de 2010, na Câmara Municipal de Ribeirão Preto,

I - Considerando:

a) a tentativa de desmonte da legislação ambiental brasileira, patrocinada pela bancada ruralista do Congresso Nacional, que, em prejuízo dos interesses do povo brasileiro, apresentou diversos projetos de lei que visam revogar ou modificar o Código Florestal (Lei nº 4.771/65), a Lei de Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6.938/81), a Lei de Crimes> Ambientais (Lei nº 9.605/98) e a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Lei nº 9.985/2000;

b) a prevalência dos interesses corporativos de grandes grupos econômicos ligados ao agronegócio nas propostas de alteração das leis ambientais, contrariando as medidas necessárias à proteção dos recursos naturais;

c) a restrita divulgação das audiências públicas promovidas pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, capitaneada pelos ruralistas, para o debate desses projetos de lei;

d) a magnitude dos desastres ambientais causados pela perversa combinação entre mudanças climáticas, pobreza, expansão devastadora do agronegócio, pressão da especulação imobiliária e descumprimento da legislação protetiva;


e) a redução, a ocupação e a exploração das áreas de preservação permanente e de reserva legal previstas nas propostas de alteração do Código Florestal, e os prejuízos que poderão causar:

• à biodiversidade, porque reduz o número de espécies da flora e da fauna; reduz o fluxo gênico; provoca a erosão genética e a perda de habitat de espécies da fauna;


• ao equilíbrio climático, porque diminui a umidade relativa do ar; eleva as temperaturas médias; modifica o regime de chuvas que ficam cada vez mais concentradas num período do ano;

• ao ciclo hidrológico, porque reduz a vazão dos corpos d’água e favorece a sua contaminação;

• aos solos, porque diminui sua atividade microbiana; aumenta a exposição do solo aos efeitos negativos da radiação solar;

• à saúde pública, porque aumenta os índices de doenças devido ao desconforto climático, à baixa umidade relativa do ar e à invasão de vetores de microorganismos patogênicos;

f) a impunidade gerada pelo adiamento da aplicação das sanções relacionadas a infrações ambientais praticadas no Brasil;

g) o caráter perverso do padrão de produção agrícola adotado pelo agronegócio, baseado na concentração fundiária, na monocultura de exportação, no uso intensivo de agroquímicos, na exploração do trabalhador e na expulsão do homem do campo;

h) a superioridade do modelo da agricultura familiar para a geração de postos de trabalho e para a produção de alimentos;

i) o descaso do Poder Público em exigir, com base na Constituição da República, o cumprimento da função social da terra;

j) a inércia do Poder Público em desapropriar os imóveis rurais que descumprem a função ambiental, independentemente dos índices de produtividade, como autoriza a Constituição da República;

k) a inércia do Poder Público em desapropriar os imóveis rurais onde ocorrem violações às normas de proteção das relações de trabalho, independentemente dos índices de produtividade, como autoriza a Constituição da República.

II - Reivindicamos:

a) a manutenção da legislação ambiental vigente;

b) a plena e imediata recuperação ambiental das áreas de preservação permanente e de reserva legal;

c) a criação de programa nacional de adequação socioambiental das pequenas unidades de produtores rurais e dos assentamentos da reforma agrária, que contemple:

• estímulo à policultura, à produção agrícola sustentável, à geração de postos de trabalho no campo, à agricultura orgânica, à implantação de agroflorestas;

• programa de assistência técnica contínua e com qualificação para o manejo ambiental;

• fomento para recuperação de áreas de preservação permanente e de reserva legal;

*  política de comercialização da produção familiar, para evitar que a agricultura convencional exerça pressão sobre a área preservada;

d) a abertura de amplo processo de debate com a sociedade a respeito dos temas acima elencados;

e) a ampla e prévia divulgação das audiências públicas promovidas pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, para que todos os segmentos da sociedade civil possam efetivamente delas participar.

III – Não aceitaremos:
a) a submissão da dignidade humana e do bem comum aos desígnios do mercado;

b) a subversão do princípio democrático, consagrado nas Constituições contemporâneas, que determina a supremacia do interesse socioambiental sobre o privado;

Nessa quadra da História, o retrocesso na proteção ambiental é inadmissível.

1. ABEEF – Associação de Estudantes de Engenharia Florestal

2. ABEF – Associação Brasileira dos Estudantes de Filosofia

3. Acampamento Independente – Guaiçara/SP

4. ADUSP – Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo

5. Agenda Ambiental – Núcleo de Política e Ciência Ambiental – Depto. Biologia – FFCLRP – USP

6. AMAR – Associação de Mães e Amigos de Adolescentes em Risco

7. ANATEC – Associação Nacional de Assistência Técnica da Reforma Agrária

8. ANEL – Assembléia Nacional dos Estudantes Livres

9. ANPG – Associação Nacional de Pós-Graduandos

10. ANPRA – Associação Nacional de Apoio a Reforma Agrária

11. ANVB – Associação Nacional dos Violeiros do Brasil

12. APEOESP – Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo - Subsede de Ribeirão Preto

13. Associação Ambientalista de Marília ORIGEM

14. Associação Amigos do Arquivo Público Municipal de Ribeirão Preto

15. Associação Amigos do Memorial da Classe Operária

16. Associação Cultural e Ecológica Pau-Brasil

17. Associação Cultural Humanística

18. Associação Olhos D’Água

19. Associação Pró-Fitoterapia de Ribeirão Preto

20. AVA – Associação Vida Animal

21. CACB – Centro Acadêmico de Ciências Biológicas – ESALQ-USP

22. CAER – Centro Acadêmico Emílio Ribas – Nutrição - USP

23. CAFI – Centro Acadêmico da Filosofia USP – RP

24. CAHIS – Centro Acadêmico de História - UNIFESP

25. CALC – Centro Acadêmico Lupe Cotrim – ECA-USP

26. CATO – Centro Acadêmico de Terapia Ocupacional – USP

27. CEB – Centro Estudantil da Biologia “Maria Madalena da Costa Teles” – USP- RP

28. CEBES – Centro Brasileiro de Estudos de Saúde

29. CEDHEP – Centro de Direitos Humanos e Educação Popular – Ribeirão Preto

30. CEEFLORUSP – Centro de Estudos e Extensão Florestal da USP-Ribeirão Preto

31. Cedro-Mulher – Centro de Defesa dos Direitos da Mulher

32. CELACC – Centro de Estudos Latino-americanos de Comunicação e Cultura – ECA – USP

33. Centro Acadêmico Biologia – UFSCar – São Carlos

34. Centro Acadêmico Professor Paulo Freire – USP -SP

35. Centro Acadêmico Rui Barbosa da Escola de Educação Física e Esporte da USP

36. Centro Acadêmico de Tecnologia da Unicamp – Limeira - SP

37. Centro Cultural Orùnmilá – Ribeirão Preto

38. Centro de Formação Dom Hélder Câmara

39. CES – Centro dos Estudantes de Santos

40. CEUNSP – Itu-SP

41. Defesa da Educação Infantil Pública, Gratuita e de Qualidade

42. Círculo de Ação Popular José Rosa Melo – CAP-Quintino

43. Coletivo Educador Ipê Roxo

44. Coletivo Universidade Popular da Unicamp – Campinas -SP

45. Comitê em Defesa da Reserva Legal – Ribeirão Preto

46. CONLUTAS – Coordenação Nacional de Lutas

47. COOPERECOS – Cooperativa de Manejo da Agrobiodiversidade do Assentamento Sepé Tiarajú

48. CUT – Central Única dos Trabalhadores – Estadual São Paulo e Subsede de Ribeirão Preto

49. DAMAC – Diretório Acadêmico Mackenzie – SP

50. DC AGRO – Diretório do Curso de Agronomia - ESALQ-USP

51. DCE –USP – Diretório Central dos Estudantes Livre Alexandre Vanucchi – Leme -SP

52. Diretório Acadêmico da Biologia – Barão de Mauá – Ribeirão Preto

53. ECOSURFI – Entidade Ecológica dos Surfistas – Itanhaém-SP

54. EIV-SP — Estágio Interdisciplinar de Vivência-São Paulo

55. ENEBIO – Entidade Nacional de Estudantes de Biologia

56. ENESSO – Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social

57. Entidade Ambientalista Ibiré

58. Estação Luz Espaço Experimental de Tecnologias Sociais

59. EXNEEF — Executiva Nacional de Educação Física

60. Executiva Nacional dos Estudantes de Pedagogia de São Paulo

61. FEAB – Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil

62. FEPARDO – Federação Pardo Grande de Entidades Ecológicas e Ambientalistas

63. FERAESP – Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo

64. Fórum dos Cursinhos Populares de Ribeirão Preto e Região

65. Fórum dos Movimentos Sociais BR 163/PA – Campo Verde – Itaituba-PA

66. Frente Popular Dario Santillan - Argentina

67. FREPOP – Fórum de Educação Popular – Lins – SP

68. GEA – Grupo de Estudos Ambientais da da USP - SP

69. Greenpeace

70. Grupo de Pesquisa Educação e Direito na Sociedade Brasileira Contemporânea – UFSCar

71. GP – DARAF - Grupo Pesquisas para o Desenvolvimento dos Assentamentos Rurais e da Agricultura Familiar – ESALQ-USP

72. Grupo de Pesquisa Trabalho, Organização Social e Comunitária – Depto. Psicologia - UFSCar

73. Instituto Ambiente em Foco – Piracicaba - SP

74. Instituto Cultural Lindolpho Silva

75. Instituto de Educação e Pesquisa Ambiental Planeta Verde – Taquaritinga

76. MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens

77. Movimento Estudantil A Hora é Essa Ousar Lutar, Ousar Vencer

78. MEGaia – Movimento Estudantil Gaia – Barão de Mauá – Ribeirão Preto

9. MLST – Movimento de Libertação dos Sem Terra

80. Movimento das Artes – Ribeirão Preto

81. Movimento do Ministério Público Democrático

82. Movimento da Não Violência - Franca

83. MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

84. MULECA – Movimento Universitário Livre de Educação Cultura e Arte

85. NATRA – Núcleo Agrário “Terra e Raiz” – UNESP - Franca

86. NEPA – Núcleo de Pesquisa em Política Ambiental – EESC-USP

87. NEPED – Núcleo de Estudos e Pesquisas Sociais em Desastres – Depto. Sociologia - UFSCar

88. OCA – Laboratório de Educação e Política Ambiental – ESALQ - USP

89. ONG Ribeirão Em Cena

90. Organizacion Nacional “La Minga” - Colombia

91. Pastorais Sociais da Arquidiocese de Ribeirão Preto

92. Pastoral da Terra e dos Trabalhadores Migrantes – Lins - SP

93. PCB – Partido Comunista Brasileiro — Secretaria Estadual

94. PCdoB – Partido Comunista do Brasil – Comitê Municipal

95. PDT – Partido Democrático Trabalhista

96. PRÁXIS – Instituto de Políticas Públicas

97. PRODEMA – Proteção e Defesa do Meio Ambiente – Jandira-SP

98. PSOL – Partido Socialismo e Liberdade

99. PSTU – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados

100. PT – Partido dos Trabalhadores – Diretório Municipal de Ribeirão Preto

101. PV – Partido Verde – Araraquara

102. PV – Partido Verde - Nordeste Paulista

103. PV – Partido Verde - Franca

104. Rede de ONGs da Mata Atlântica

105. SAJU – Serviço de Assessoria Jurídica Universitária - Direito -SP

106. SARA – Serviço de Aprendizagem Rural ao Adolescente – Cravinhos-SP

107. SASP – Sindicato dos Arquitetos do Estado de São Paulo

108. Secretaria Acadêmica Pró-Ambiental – Engenharia Ambiental – USP – São Carlos

109. Seminário Gramsci

110. Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto

1. Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos – Ribeirão Preto

112. Sindicato dos Trabalhadores Rurais União e Luta – Paraguaçu Paulista - SP

113. SINSPREV – Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência – Ribeirão Preto

114. Sociedade Ecológica Boca da Mata - Cajuru

115. S.O.S. Mata Atlântica

116. Teia da Vida – Vivências Ambientais

117. UBES – União Brasileira dos Estudantes Secundaristas

118. UEE – União Estadual dos Estudantes – São Paulo

119. UJS – União da Juventude Socialista

120. UNE – União Nacional dos Estudantes

121. UPES – União Paulista dos Estudantes Secundaristas

122. Via Campesina

sábado, 30 de janeiro de 2010

SUPERFICIALIDADE EM 3D - TOM CAPRI

(“D” de Delfim Netto, Diogo Mainardi e Daniel Piza)

Entenda a crise mundial, a participação nos lucros e por que o capital é o responsável pela devastação ambiental até na Pandora de Avatar

Texto dedicado a Sérgio Augusto, que escreveu artigo primoroso sobre a tragédia no Haiti, domingo no Estadão (suplemento Aliás, “O Haiti que importa”, página J6, de 24/1/2010). Final do artigo dele: “Quando pensar no Haiti e rezar pelo Haiti, tenha sempre em mente que os maiores flagelos que o atingiram nos últimos 500 anos não foram exatamente causados pela natureza.”

REPASSE DE FUNDO GERA INSATISFAÇÃO ENTRE PREFEITOS

Da Agência UBAM

Prefeitos organizam protesto em Brasília e ameaçam fechar as portas


Prefeitos de todo país estão se organizando para realizar um protesto, no início do mês de março, em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília, para reivindicar a regularização do repasse dos recursos referentes ao Fundo de Participação dos Municípios. De acordo com o presidente da UBAM (União Brasileira de Municípios) Leonardo Santana (foto), só neste ano de 2010, os Municípios já perderam 19,4% no repasse do dia 10 e mais 21,32% no repasse do dia 20, em relação ao mesmo período de 2009, causando um verdadeiro caos nas contas dos 5.564 Municípios do país.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

PESQUISA MENSAL DE EMPREGO

Fonte IBGE


Base: Dezembro de 2009

Em dezembro, desocupação fica em 6,8%

Em dezembro de 2009, a taxa de desocupação igualou a de dezembro de 2008 (6,8%, a menor da série) e caiu 0,6 ponto percentual em relação a novembro de 2009 (7,4%). A população ocupada (21,8 milhões) cresceu 1% em relação a novembro e 1,4% frente a dezembro de 2008. O número de trabalhadores com carteira assinada (9,8 milhões) cresceu 1,5% em relação novembro e manteve-se estável em relação a dezembro de 2008. A população desocupada (1,6 milhão) reduziu-se (-7,1%) em relação a novembro e ficou estável em relação a dezembro de 2008. O rendimento médio real habitual (R$ 1.344,40) caiu (-0,9%) em relação a novembro e subiu 0,7% frente a dezembro de 2008.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

TRUSTES E CARTÉIS

O Brasil talvez seja uma das economias mais fechadas do mundo. Para onde você olhar verá pequenos grupos de empresas dominando o mercado e não muitas vezes, livremente impondo preços, condições e empecilhos ao livre mercado e o pior muitas vezes, estimuladas pelo próprio governo.






Só para recordar, o setor automobilístico foi quase quarenta anos dominado por quatro ou cinco empresas beneficiadas por medidas, que lhe dava regalias, que não eram estendidas a outros setores da indústria. Hoje, continua-se repetindo o mesmo erro.




À época Juscelino Kubstchek, equivocadamente acreditava que sem estímulos “especiais” as montadoras para cá não viriam para desfrutar do que acreditava-se incipiente mercado nacional.