MARINA

Má li esse poema umas dez vezes. Foi a coisa mais bonita que já fiz. Andei trocando umas palavras, corrigindo vou mandar de novo prá vc montar um slide vou mandar imprimir e mando p/ vc pelo correio MARINA No ambiente amplo Paredes brancas, Iluminado por uma Réstia de luz Qu’escapava esguia Por cortina balouçante, Uma marina deslumbrante, Com mares azuis, tal Olhos de uma diva. O píer branco qual Espumas das ondas O conjunto enfeitando. Barcos que partiam E chegavam Se quem ia ou voltava Não sei se ria Ou só chorava. Ah! como amava Esta marina que, De amor minha Vida povoava 22.03.09 LUIZ BOSCO SARDINHA MACHADO ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ QUEM SOU EU MARINA SILVEIRA- PROFESSORA, TECNÓLOGA AMBIENTAL E ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

quarta-feira, 12 de maio de 2010

DEVEDORES DO INSS - RICARDO BERGAMINI


Devedores do INSS – Fonte - Ministério da Previdência Social

Base: Ano 2008


I – COBRANÇAS ADMINISTRATIVAS


A atividade de cobrança consiste, principalmente, na recuperação dos créditos levantados pela Fiscalização ou confessados pelo contribuinte, relativos à contribuição devida e não recolhida, pelas empresas à Previdência Social.

Durante uma auditoria fiscal efetuada em uma empresa, é verificado o cumprimento das obrigações tributárias por parte do sujeito passivo relativas às contribuições arrecadadas e administradas pela Secretaria da Receita Previdenciária, podendo resultar na constituição de Notificação Fiscal de Lançamento de Débito – NFLD, Lançamento de Débito Confessado – LDC ou Auto de Infração – AI.

Não havendo pagamento, parcelamento ou impugnação do crédito constituído dentro do prazo legal, o processo passa da esfera administrativa para a esfera judicial e o débito é inscrito em Dívida Ativa. Esta seção abrange a atividade de cobrança de processos de débitos administrativos da Previdência Social.

Não são computados os parcelamentos do Programa de Recuperação Fiscal – REFIS, instituído pela MP no 2.0043, de 14 de dezembro de 1999, cujos valores são recolhidos pela Secretaria da Receita Federal, sendo posteriormente repassados à Previdência Social.


Anos

VALOR DE COBRANÇAS ADMINISTRATIVAS (R$ Mil)
-

Tipo de Instituição
-
Total
Órgãos Públicos
Empresas Privadas
Ignorado
-
-
Federais
Estaduais
Municipais
-
-
2006
48.275.473
437.734
5.228.340
4.080.155
38.523.136
6.108
2007
68.721.782
358.024
8.467.786
4.656.205
55.223.872
15.894
2008
74.771.384
247.739
10.860.823
4.587.505
59.064.056
11.261


  Notas:

1 - Cabe ressaltar que do total de R$ 74,8 bilhões em cobranças administrativas no ano de 2008, o montante de R$ 15,7 bilhões eram de órgãos públicos (Federais, Estaduais e Municipais).

2 – Cabe destacar que a inadimplência aumentou de R$ 48,3 bilhões em 2006 para R$ 74,8 bilhões em 2008. Aumento nominal de 54,86%.

II - DÍVIDA ATIVA


As atividades da Dívida Ativa se iniciam a partir de: (a) um processo, oriundo da área de Cobrança Administrativa, relativo ao não recolhimento de contribuições previdenciárias ou ao não cumprimento de obrigações legais que, após uma avaliação da documentação para constatação da certeza e liquidez do débito, é inscrito na Dívida Ativa; e (b) um processo cadastrado na Procuradoria relativo à cobrança de débitos não-previdenciários (originado de ato do qual resulta dano ao INSS).

O débito decorre de uma atuação da fiscalização e é documentado pela emissão de uma Notificação Fiscal de Lançamento de Débito – NFLD, um Auto de Infração – AI, ou um Lançamento de Débito Confessado – LDC, que é uma declaração espontânea do devedor. Caso esse débito não possa ser cobrado na área administrativa do INSS, ele é transferido para a Dívida Ativa, podendo ser, posteriormente, ajuizado e/ou parcelado.



Anos
QUANTIDADE E VALOR DE DÉBITOS NÃO PARCELADOS EM DÍVIDA ATIVA
-
Quantidade
Valor (R$ Mil)
-
Total
Tipo de Instituição
Total
Tipo de Instituição
-

Órgãos Públicos
Empresas Privadas

Órgãos Públicos
Empresas Privadas
2006
637.288
9.113
628.175
138.901.270
10.553.964
128.347.306
2007
636.792
8.095
628.697
142.553.665
8.644.342
133.909.323
2008
738.986
8.837
730.149
162.453.802
10.869.032
151.584.770



  Notas:

1 - Cabe ressaltar que do total de R$ 162,4 bilhões em divida ativa ano de 2008, o montante de R$ 10,9 bilhões eram de órgãos públicos (Federais, Estaduais e Municipais).

2 – Cabe destacar que a dívida ativa aumentou de R$ 138,9 bilhões em 2006 para R$ 162,4 bilhões em 2008. Aumento nominal de 16,08%.


Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

terça-feira, 11 de maio de 2010

DESTINO DA SELEÇÃO, DO CORINTHIANS E DEMAIS CLUBES

Novas máximas e

os destinos do nosso

futebol e da Fórmula 1



Veja até onde vão Seleção, Santos, Corinthians,

São Paulo, Palmeiras e Felipe Massa na F-1


Nem torcedores nem dirigentes, técnicos e jogadores já se deram conta de que novas máximas estão dando as cartas no futebol e na Fórmula 1. Veja quais são a seguir. Veja também os destinos da Seleção, do Santos, do Corinthians, do São Paulo, do Palmeiras e de Felipe Massa na Fórmula 1. Só se for muito ingênuo, Dunga não convoca, amanhã, Ronaldinho Gaúcho, Ganso e Neymar. Acompanhe.

Seleção, Gaúcho, Ganso e Neymar – Uma andorinha só não faz campeão.

DESTRUIÇÃO DE ECOSSISTEMAS PODE AFETAR ECONOMIAS


Economias mundiais podem ser afetadas pela destruição dos ecossistemas do planeta, conclui ONU

http://fatormentodoaposento.files.wordpress.com/2009/11/economia.jpg

Da Agência Brasil/
 
A economia mundial está ameaçada pela destruição dos ecossitemas do planeta, conclui o 3º Panorama Global de Biodiversidade (Global Biodiversity Outlook ou GBO-3, na sigla em inglês), relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado hoje (10). O documento aponta que vários ecossistemas podem estar próximos de sofrer mudanças irreversíveis de tal maneira que ficarão inúteis à humanidade.


A FALENCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL



 No Brasil se debate o assunto Previdência como se todos os aposentados e pensionistas fossem um grupo de miseráveis e pobres, não fazendo nenhuma distinção entre os 23,200.000 de aposentados e pensionistas do RGPS (INSS) com salário médio mensal de R$ 715,30 e os 1.062,725 servidores aposentados e pensionistas da União (civis e militares) com salário médio mensal de R$ 5.426,88, conforme abaixo demonstrado:
Todos os debates no Brasil são feitos na análise quantitativa dos problemas nacionais, sem nenhuma análise qualitativa dos problemas nacionais.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

HORMÔNIOS ARTIFICIAIS NO AMBIENTE: RISCOS À SAÚDE PÚBLICA - 1a. PARTE


Sônia Corina Hess (Eng. Química, Dra. em Química, professora da UFMS)

Introdução

De 1990 até 2005, a incidência mundial de câncer aumentou em 19% (Newby & Howard, 2005), sendo responsável por mais de 12% de todas as causas de óbito no mundo, estimando-se em mais de 7 milhões o número de pessoas vitimadas anualmente por neoplasias.

domingo, 9 de maio de 2010

ELIMINAÇÃO DO CORINTIANS TEM SEU CHARME


Nós, bando de loucos corintianos,
não estamos de luto. Sofrer é do
nosso destino, e esta morte já
estava mais do que anunciada.

Bola pra frente!!!

Aqui, todas as razões da eliminação
e as lições que é preciso tirar. Veja
também por que a mídia tem
muita culpa em tudo isso.

Sofrer é natural desse bando de loucos, corintianos como eu. A grandeza do Coringão está justamente nisso: somos os que mais sabem colher frutos do sofrimento. A Fiel surgiu naqueles 23 anos de fila, de 54 a 77, e esta eliminação pelo Flamengo, ontem, no Pacaembu, que nos deixa mais um ano na fila da Libertadores, só fará aumentar o número de torcedores, o amor e a fidelidade da nação corintiana. Bola pra frente.
Agora, é torcer para os arqui-rivais, como deve fazer todo corintiano autêntico: pelo Santos na Copa do Brasil, por estar jogando o melhor futebol do Planeta, e pelo São Paulo, que está fazendo por merecer, na Libertadores. Isto é sincero de minha parte. A nação corintiana, exemplo de fidelidade, deve dar mais esta lição às torcidas rivais, que ontem fizeram festa por causa da eliminação do Timão.
Tenho torcido muito pelo belo futebol do Santos e pela caminhada do São Paulo, já que o Palmeiras, como nós, está fora do páreo. É por isso que somos um bando de loucos. Além de estarmos fadados ao sofrimento, essa morte súbita, ontem, pelo Flamengo, estava mais do que anunciada, desde o ano passado, não foi surpresa. Vamos agora às razões (técnicas) da queda do Corinthians.

A principal delas é o fato de o Corinthians, desde o ano passado, ter passado a praticar um futebol burocrático, feio e burro, ao passo que o Flamengo, depois de uma queda abrupta, voltou, nesse primeiro mata-mata da Libertadores, a jogar aquele mesmo futebol inteligente que lhe garantiu o título do Brasileirão de 2009.

Isto sob as barbas da mídia esportiva, a famosa Geni-Press, que não sacou nada até agora. Pelo contrário, apoiou o desmanche do Timão e a vinda dos "reforços vovôs", sobretudo depois que o time começou a dar certo com Ronaldo Fenômeno. E condenou a "limpeza" que a nova presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, fez, demitindo Andrade e apoiando o auxiliar-técnico Rogério Lourenço.
 O que resultou dessa geleia foi que o Corinthians, na atual temporada, voltou a apresentar um futebol previsível e burocrático, agravado pelo fato de estar hoje com um Ronaldo ainda por cima mais gordo e fora de forma (fuma e bebe e, por estar ciente de que não será mais chamado para a Copa, desmotivou-se, o que contribuiu para sua queda de produção). Já o Flamengo, em declínio desde a conquista do Brasileirão, voltou, sob a batuta de Patrícia e do interino Rogério, a apresentar aquele mesmo futebol inteligente, reforçado pelo trio de ferro Juan-Maldonado-Kléberson. Só falta a volta (acontecerá um dia?) de Petkovic para o time ficar tinindo outra vez.

A diretoria do Timão havia agido corretamente quando reforçou o elenco, trazendo Ronaldo Fenômeno, Roberto Carlos e outros para a atual temporada. Tenho certeza de que o Coringão ganhou muitos novos torcedores. Mas a diretoria errou feio ao se desfazer de jogadores taticamente essenciais como Douglas, Chris e André Santos (e outros mais lá atrás, como Herrera), pois isto acabou desmantelando aquele esquema afiado campeão da série "B", do Paulistão e da Copa do Brasil.

 Em time que está ganhando, não se mexe, é lei-clichê do futebol. Imaginando que só estrelas garantiriam a Libertadores, a diretoria se desfez dos três (Douglas, por exemplo, está batendo um bolão no Grêmio), e nunca mais o Timão se refez.

 Tenho dito aqui, à exaustão (e ainda assim a cega Geni-Press não enxerga), que o futebol moderno exige jogador versátil e que "faz-tudo" em campo. Aquele que, completo, desarma, arma e finaliza, e com muito fôlego (isto é exigido até do goleiro, hoje em dia --- vide Rogério Ceni no São Paulo). E não precisa ser necessariamente craque. O especialista, sobretudo aquele que exerce uma única função --- como Ronaldo, ainda por cima mais 'paradão' e gordo do que nunca, ou Washington, do São Paulo --- está obsoleto, é sempre "um a menos", Ricardo Gomes está certo em sacá-lo do time.

Quer jogar com o Fenômeno? Então, arme um time inteligente, como aquele que Antônio Carlos ajudou a construir e ganhou a Série B, o Paulistão e a Copa do Brasil. Como o Fenômeno já "estava" 'paradão' quando se transferiu para o Corinthians, a saída foi armar aquele time em que todos --- com fôlego de gato --- desarmavam, armavam e finalizavam, para suprir as "deficiências" de marcação do 'paradão' Ronaldo. Dentinho e Jorge Henrique viraram "marcadores de frente". André Santos, Douglas e Chris, ao lado dos demais, destruíam, armavam e finalizavam, e foram autores de gols decisivos. Era um carrossel quase imbatível, o suficiente para ganhar títulos.  

 Este era o segredo do Timão, que a diretoria e o técnico Mano Menezes jogaram pela janela, sob os aplausos da mídia esportiva. É muuuuito difícil e raro conseguir armar um time vitorioso como aquele, e a inexperiência da diretoria (e também de Mano) puseram tudo a perder. De lá para cá, o que vimos foi a derrocada corintiana. A mídia dizendo: "Calma, já, já o Corinthians vai acertar o passo, pois tem grande elenco, é time forte". Sim, o elenco era forte, mas deixara de jogar de forma inteligente. O Timão só voltou a acertar o passo no primeiro tempo do jogo de ontem, mas já era tarde.

 E outros grandes erros foram cometidos em cima deste, que considero o maior. Mano poderia ter montado, mesmo com esse "forte elenco" cheio de reforços ainda que já desgastados e envelhecidos, um time tão inteligente quanto o de 2008 e 2009. Não soube fazê-lo. Há um ano apanha para encontrar a formação ideal, ele que a havia achado sob seu nariz, na fase áurea do Fenômeno no Corinthians.

Por que não soube fazê-lo? Por incompetência. Não percebeu que o Timão havia sido campeão, sob seu comando, por ter aquele time inteligentemente armado, o que leva a crer que Mano havia montado aquele time e aquele esquema meio sem querer, e que o técnico é mesmo um blefe, como eu disse há um mês. Afinal, mesmo que tenha montado aquele timaço sem querer, como não viu que funcionava e que precisava ser copiado e imitado, a partir dos novos reforços, para voltar a funcionar?

 Se tivesse jogado no domingo como no primeiro tempo de ontem, o Corinthians teria ganhado os dois jogos, com certeza. Por que Mano não percebeu isso antes, já no começo da temporada? Um dos segredos da Libertadores é não tomar gol na casa do adversário. E não tomar gol não é armar time medroso, recuado, como fez Mano no domingo e por pouco não perdeu de mais, o que teria eliminado o Timão já no primeiro jogo. A verdade é que Mano aiiiiiiiiinda não encontrou seu time titular.

 Além disso, o Timão, sob o comando de Mano, e por responsabilidade do técnico, não tem sabido jogar pelo regulamento. No Paulistão, andou atuando com o time "B" em jogos decisivos, o que não foi inteligente. E, na Libertadores, mesmo sabendo que poderia enfrentar de cara o Flamengo no primeiro mata-mata, não soube dar um jeito nisso. Ora, o Flamengo é o time de maior torcida do Brasil. Jogaria o primeiro jogo em sua mansão de campo com fachada para as montanhas, o velho Maracanã. E sempre cresce em decisões, ainda mais quando chove dilúvios. Mano não podia ter driblado isso? Inexperiência? Mas ele não é tão experiente em Libertadores?

Falemos agora do Flamengo, que eliminou o Coringão com todos os méritos, por ter voltado a jogar de forma inteligente. A conquista do Brasileirão de 2009 havia acontecido por uma única razão: o Flamengo era, naquele momento, o time mais inteligente do País. Contava com os quatro cavaleiros do calipso carioca --- Juan, Maldonado, Kléberson e Petkovic, além de outros com qualidade técnica, do goleiro Bruno a Léo Moura --- e jogava com um único centroavante, ainda que meio paradão, Adriano. Era uma poderosa máquina armada em função de Adriano, para deixá-lo livre e "enfiado", só para finalizar e de vez em quando ajudar no primeiro combate.

 Só que, por razões que nem cabe aqui levantar, esse time também desmantelou-se, como aconteceu com o Corinthians. Maldonado, Kléberson e Petkovic foram afastados por contusão ou por razões que a própria razão desconhece, além do que o Flamengo passou a jogar com dois centroavantes, Adriano e Wagner Love, o que é burro em qualquer circunstância (como ficou provado no primeiro tempo de ontem, em que, por pouco, o Timão não fez 3 a 0, o que teria liquidado com o Flamengo).

Só que, no segundo tempo, a inteligência voltou a mandar no time da Gávea. Só faltou Petkovic para o Fla ficar com praticamente a mesma cara do time campeão de 2009. O interino Rogério colocou Kléberson em campo no segundo tempo, reforçou a defesa, tirou um centroavante para garantir o resultado (Wagner Love, autor do gol) e anulou o brilhante Corinthians do primeiro tempo. Se tivesse jogado com Petkovic, o Flamengo teria saído do Pacaembu com mais uma vitória, tenho certeza.

Agora, é sonhar com o Brasileirão, com o mesmo espírito com que sonhamos com o fim do Grande Tabu, até 1977. Se voltar a jogar com inteligência, o Timão poderá fazer bonito e se classificar para a Libertadores, mesmo com Mano Menezes no comando e Ronaldo 'paradão' lá na frente (mais sarado e comedido no fumo e na bebida, evidentemente).

 Tom Capri.

PERDAS DOS MUNICIPIOS SUPERAM OS 9,0%

Municípios acumularam perda de 9,4% nos primeiros meses de 2010

Os Municípios recebem nesta segunda-feira, 10 de maio, o repasse do primeiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor total será de R$ 2.883.950.774, com o desconto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Sem a retenção do Fundeb, o valor bruto seria de R$ 3.604.938.467. Em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os repasses do FPM, nestes primeiros meses de 2010, já acumulam um déficit de 9,4% em relação ao ano passado.

sábado, 8 de maio de 2010

HOMENAGEM ÀS MÃES

José Onério*

Neste segundo final de semana, comemoramos uma data mais que especial: o Dia das Mães. Celebramos o dia dessas mulheres que tem o dom de conceber a vida, que não medem esforços e abrem mão de qualquer coisa para o bem dos filhos.

O Dia das Mães deveria ser comemorado todos os dias, pois ser mãe é uma dádiva. A figura materna deixou de ser meramente associada à dona de casa que cuida dos filhos e do marido, hoje as mães tem tarefa e responsabilidades maiores. Muitas delas lutam diariamente para educar os filhos, trabalhar fora, estudar, conquistar a independência financeira e até mesmo assumir as contas de casa sozinha.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

A CRISE DA GRECIA

Crise é o caminho mais curto para o aprendizado (Ricardo Bergamini)


1 - O capitalismo é um sistema permanente de crises (ajustes) por isso, e somente por isso, é o melhor sistema conhecido até apresente data.

2 - O capitalismo não é conivente com administrações irresponsáveis.

3 – Sem austeridade e disciplina monetária e fiscal o capitalismo tem como defesa à crise (febre) para indicar que o organismo econômico de uma nação ou do planeta está doente.

4 – Quebrar o termômetro (crise) não resolve a infecção existente.

4 – O mundo não vai acabar em função da crise, mas sim melhorar, como temos visto na prática da história da humanidade.

5 – A crise norte-americana de 2008 foi resolvida pelo caminho mais cômodo e fácil da emissão de moeda (dólares falsos) e não pela austeridade fiscal e monetária necessária, assim sendo empurraram o problema com a barriga, e nova bolha está para explodir em breve.

Crise atual: repetição cíclica das crises de 30 e 70.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

COLUNA DO SARDINHA


A ERA DELLE 2

No decorrer dos tempos o homem foi medido pela capacidade de produzir bens, serviços e valores. Compreendendo-se nestes últimos, não só os valores materiais, como também os éticos, morais e espirituais.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

MARIO NOVELLO IRÁ INCENDIAR SÃO PAULO


Mário Novello,  brasileiro, é o mais importante cientista da atualidade. Ele deve incendiar São Paulo na Casa do Saber (rua Dr. Mário Ferraz, 414), dia 17 de maio, às 19h 30, em encontro gratuito para falar de duas de suas mais recentes demonstrações científicas: a de que a teoria do Big Bang não se sustenta como explicação da origem do Universo e de que o Universo é eterno, portanto, infinito, negando a crença criacionista segundo a qual existiria um design inteligente autor da criação.

A GRIPE A E OUTROS MALES

Quem se interessa pela saúde do povo brasileiro?

OPERAÇÃO SALVAVIDAS!

A Vida, que está em PERIGO, vale mais do que dinheiro e bens materiais, pois é através dela que nos realizamos material e espiritualmente.

Ecologia Humana, Ecotoxicologia, Neurotoxicologia e outros ramos científicos podem garantir a Vida no planeta!

Os vocábulos são conhecidos; fala-se muito em gripe suína, gripe sazonal, drogas, fumo, doenças e enfermidades, que todo mundo sabe um pouco de cada coisa e também como prevenir-se de epidemias e pandemias...

Não há como buscar a prevenção global, todavia. Saúde é algo tão importante, tão especial, que comumente nos lembramos dela quando algumas dores ou sintomas começam aparecer.

Recentemente, a Anvisa (Ministério da Saúde) liberou 60 fitoterápicos (remédios caseiros, geralmente produzidos por ervas), e reconheceu a importância curadora dos antigos chazinhos que nossas avós e nossos índios sabiam e sabem ainda que possuem poder de cura.

terça-feira, 4 de maio de 2010

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E REDUÇÃO DE CONSUMO

por Ricardo Rose*

Assunto desta coluna há poucas semanas, a falta de energia nas cidades – os “lock-outs” – ainda continuam ocupando a imprensa, já que os problemas não desapareceram e parece que não vão terminar tão cedo. No ranking das empresas com maior número de reclamações (não só relacionadas à falta de luz) publicadas pelo jornal O Estado de São Paulo e baseadas em pesquisa do PROCON, a Eletropaulo Metropolitana ocupava o 9º lugar em 2008. Em 2009 piorou ainda mais, obtendo o 3º lugar em número de reclamações do público – só ultrapassada pelo Banco Itaú e pela campeã Telefônica. Fica novamente a interrogação sobre as ações das agências reguladoras, que tem a função de defender os interesses do cidadão e informa-lo das providências que estão tomando.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

O FESTIVAL WOODSTOCK DA ECONOMIA (12/12/1999)

 *Roberto de Oliveira Campos


A reunião da OMC em Seattle, que não chegou a um acordo sequer sobre a agenda da Rodada do Milênio, mais se pareceu com um carnaval hippie de Woodstock do que com as antigas reuniões semi-secretas do Gatt ou as graves pregações típicas das reuniões do FMI e Bird. Até certo ponto, é um progresso. Como cessaram as ameaças nucleares à sobrevivência, passamos a discutir o cotidiano da coexistência entre países industrializados e emergentes. Há 60 anos escrevia George Orwell que na Inglaterra a simples palavra "socialismo" ou "comunismo" atraía com força magnética bebedores de sucos naturais, nudistas, maníacos sexuais, naturalistas, charlatões, pacifistas e feministas. Como nota Charles Krauthammer, esse papel de atrair comportamentos exóticos é agora exercido por palavras como "livre comércio" e "globalização". Entre os novos exóticos figuram zapatistas, defensores de borboletas, inimigos da Nike (acusada de pagar salários baixos para produzir tênis baratos), amigos do Tibete, opositores de engenharia genética e "verdes" em abundância.

domingo, 2 de maio de 2010

DOIS DESAPONTAMENTOS




Dois desapontamentos (02/01/2000)

*Roberto de Oliveira Campos

O fim do século 20 e o começo de um novo milênio redobram o interesse internacional em análises comparativas de desempenho. Sob esse prisma, há dois grandes países que se tornaram grandes desapontamentos: Brasil e Rússia. Grande desapontamento pela diferença entre o potencial, que é reconhecidamente enorme, e o desempenho, que é admitidamente medíocre. Nenhum desses países têm o direito de ser pobre. Ambos confirmam minha velha teoria de que há países naturalmente ricos mas vocacionalmente pobres (Brasil, Rússia, Venezuela, por exemplo). Há países naturalmente pobres mas vocacionalmente ricos (Japão e Suíça). E há casos raros, como o dos Estados Unidos, que são ricos por natureza e por vocação.

Na Rússia, a atual humilhação é particularmente aguda. Tendo sido uma superpotência nuclear, descobriu que está inaugurando uma nova tipologia de país: é um "novo pobre". Sua renda por habitante é um sexto da japonesa e a dimensão de seu PIB real, comparável ao da Holanda, países de mesquinho território e desprovidos de riquezas naturais. Isso deveria ter ensinado aos nossos nacionalistas a enorme bobagem de se confundir recursos naturais, que são cadáveres geológicos, com riqueza real, que vem da educação e da tecnologia.

O Brasil nunca chegou ao fastígio da superpotência. Mas depois do salto juscelinista dos anos 50 e do "milagre brasileiro" de 1968 até a crise do petróleo, era uma respeitável potência emergente, que parecia condenada ao sucesso, tornando-se grande potência no fim do século. Mas a ele chegamos sofrendo velhas doenças, com um indecente déficit fiscal, um humilhante déficit externo e duas décadas de estagnação.

Haverá semelhanças que expliquem, pelo menos parcialmente, os desapontadores resultados do Brasil e da Rússia, em busca do desenvolvimento sustentável? Alguns analistas apontam três semelhanças no século passado, que projetam sombras negativas sobre o presente. Desde o século 19 essas duas nações, multiculturais e imperiais (o império russo sobreviveu até 1917 e o brasileiro até 1889), apresentaram três perniciosas analogias: a) alta taxa de analfabetismo; b) atraso na abolição da escravatura (servos de gleba ou escravos negros); c) economia patrimonialista. Estatísticas reconstruídas pelo professor Nathaniel Leff, de Harvard, sobre a estrutura educacional no século 19 revelam que Brasil e Rússia eram campeões do analfabetismo. Em 1850, apenas 1% da população brasileira era alfabetizada; na Rússia, 2%. Na Europa Ocidental, a situação era melhor e mais diferenciada: 7% na Holanda, 10% na França e 14% na Inglaterra.

A grande surpresa são os Estados Unidos, que já em 1850 tinham 22% da população alfabetizada, provavelmente pela influência dos puritanos imigrantes, que consideravam a leitura da Bíblia condição indispensável da cidadania. Não é de se subestimar a importância econômica de três traços culturais trazidos pelos dissidentes religiosos: a alfabetização imposta pela leitura da Bíblia; o coral dominical que impõe hábitos de cooperação e disciplina e a rebeldia religiosa, que favorecia a mentalidade não-conformista.

Um segundo fator de semelhança entre Brasil e Rússia no século 19 foi a do mercado de trabalho, pelo prolongamento do regime de servidão. Enquanto na Europa Ocidental o feudalismo se desintegrara ao longo dos séculos 17 e 18, os "servos de gleba" só foram liberados por édito do czar em 1861. No Brasil, a escravatura negra só foi formalmente abolida em 1888. A barateza espoliativa da mão-de-obra sob o regime de servidão teve duas conseqüências: diminuiu o interesse na busca de alternativas tecnológicas para redução do custo da mão-de-obra, e retardou o crescimento do mercado interno, refreando a capacidade de consumo dos não-assalariados.

Um terceiro fator de semelhança foi a cultura patrimonialista dos dois regimes imperiais. Essa cultura era caracterizada pela tênue linha divisória entre a propriedade pública e a propriedade privada; pela intensa capacidade apropriativa do poder dominante através de desapropriações e confisco; pela implantação de monopólios estatais ou de corporações privadas privilegiadas pelo Estado, retardando o advento do capitalismo competitivo. Nenhum desses países absorveu adequadamente dois elementos básicos da cultura capitalista: a soberania do consumidor e o respeito ao contribuinte.

A trajetória neste século foi bastante diferente. A Rússia superou completamente sua deficiência educacional. Cabe mérito ao comunismo o mérito de tê-la transformado numa potência científica e tecnológica. Apenas foi uma tecnologia de base estreita, enviesada para o esforço militar e espacial. Lenin se enganou ao proclamar a eletrificação e a alfabetização como sendo o "binômio do desenvolvimento", esquecendo-se do papel das "instituições". O Brasil está ainda longe de resolver seu problema de educação fundamental de massa, gastando até hoje demais com o beletrismo elitista.

O grande erro russo no século 20 foi a institucionalização do comunismo, esse misto de despotismo político e ineficiência econômica. A Rússia sempre foi vítima de modernizações tiranicamente impostas e não democraticamente referendadas. Assim foram a modernização de Pedro, o Grande, e a industrialização forçada de Stalin.

O Brasil teve sorte em não agravar seus problemas por opções institucionais erradas, aderindo desde o começo do século à democracia política e à economia de mercado, ainda que sem praticá-las continua e competentemente. Na realidade, passamos do mercantilismo patrimonialista ao capitalismo de Estado, sem chegarmos ainda à fase do capitalismo liberal-competitivo. O neoliberalismo, de que tanto se fala, seria até uma doença desejável, mas ainda não fomos contaminados...

*Defensor apaixonado do liberalismo. Economista, diplomata e político também se revelou um intelectual brilhante. De sua intensa produção, resultaram inúmeros artigos e obras como o livro A Lanterna na Popa, uma autobiografia que logo se transformou em best-seller. Foi ministro do Planejamento, senador por Mato Grosso, deputado federal e embaixador em Washington e Londres. Sua carreira começou em 1939, quando prestou concurso para o Itamaraty. Logo foi servir na embaixada brasileira em Washington, e, cinco anos depois, participou da Conferência de Bretton Woods, responsável por desenhar o sistema monetário internacional do pós-guerra.

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sábado, 1 de maio de 2010

COLUNA DO SARDINHA - A ERA DELLE



Em homenagem ao 22 de abril, dia do descobrimento de nossa pátria amada salve, salve! resolvemos fazer uma projeção do futuro deste país.

Tão a gosto dos petistas vamos dividir este país em duas eras: Antes de Lula (A. Delê) e Depois dele (D. Delê). Mas aos apressadinhos recomendamos calma. Isto porquê não iremos fazer comparação entre este governo e o de FHC, portanto o ADelê não vai interessar muito, afinal ambos tem mais pontos em comum do que divergentes.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

É O FIM DO FUTEBOL ARTE?

Mitos imbatíveis  belo futebol-arte começam a desabar Do Barça de Messi ao Santos de Neymar,
passando pelo Coringão de Ronaldo)
Mais críticas a Luiz Zanin e a Daniel Piza, do Estadão, e à mídia esportiva.






A luz que trouxe de volta o tão louvado futebol-arte, do Barça de Messi ao Santos de Neymar, passando pelo Timão de Ronaldo, começa a se apagar. A mídia esportiva brasileira, que não reage nem mesmo quando é chamada de Geni-Press, ainda não sabe os motivos. Mas já deu para perceber por que os mitos imbatíveis do futebol-arte, que de repente voltaram a 'incendiar', começam a desabar: guindados à condição de imbatíveis, portanto, de favoritos, os times-arte passaram a ser visados como é visado o cofre que aquele milionário deixa à vista de todos, na sala de sua mansão. Os craques passaram a tomar paulada de todos os lados (Neymar por pouco não ficou cego de tanto que tem apanhado) e os técnicos dos times nem tão 'artísticos' assim começam a armar esquemas rígidos, para ganhar ou por bem ou por mal. Mandam descer o sarrafo e, ainda por cima, põem três para marcar cada estrela. Resumo da ópera: a voz dos 'cantores' começa a ser abafada. Estaria o futebol-arte com os dias contados? Confira.