MARINA

Má li esse poema umas dez vezes. Foi a coisa mais bonita que já fiz. Andei trocando umas palavras, corrigindo vou mandar de novo prá vc montar um slide vou mandar imprimir e mando p/ vc pelo correio MARINA No ambiente amplo Paredes brancas, Iluminado por uma Réstia de luz Qu’escapava esguia Por cortina balouçante, Uma marina deslumbrante, Com mares azuis, tal Olhos de uma diva. O píer branco qual Espumas das ondas O conjunto enfeitando. Barcos que partiam E chegavam Se quem ia ou voltava Não sei se ria Ou só chorava. Ah! como amava Esta marina que, De amor minha Vida povoava 22.03.09 LUIZ BOSCO SARDINHA MACHADO ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ QUEM SOU EU MARINA SILVEIRA- PROFESSORA, TECNÓLOGA AMBIENTAL E ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

domingo, 13 de junho de 2010

PREVIDÊNCIA SOCIAL

*Ricardo Bergamini

 Fonte MF

Base: Abril de 2010


R$ bilhões
Itens
1998
% PIB
2002
% PIB
2009
% PIB
2010
% PIB
Déficit INSS
(8,4)
(0,86)
(13,5)
(0,91)
(40,5)
(1,30)
(33,3)
(1,03)
Contribuições
45,0
4,59
76,3
5,16
181,1
5,79
204,8
6,31
Benefícios
(53,4)
(5,45)
(89,8)
(6,07)
221,6
7,09
(238,1)
(7,34)
Déficit  União
(20,0)
(2,04)
(28,1)
(1,90)
(60,2)
(1,92)
(51,4)
(1,58)
Contribuições
2,6
0,27
5,3
0,36
9,3
0,30
23,6
0,73
Benefícios
(22,6)
(2,31)
(33,4)
(2,26)
69,5
2,22
(75,0)
(2,31)
Déficit Total
(28,4)
(2,90)
(41,6)
(2,81)
(100,7)
(3,22)
(84,7)
(2,61)
Nota: 2010 Previsão


Com base nos números conhecidos em abril de 2010 a previsão do déficit previdenciário pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) é de R$ 33,3 bilhões (1,03% do PIB) e a previsão do déficit previdenciário do setor público federal pelo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) é de R$ 51,4 bilhões (1,58% do PIB), totalizando no ano 2010 previsão de déficit previdenciário de R$ 84,7 bilhões (2,61% do PIB). 

Com base nos números conhecidos em abril de 2010 a previsão da receita previdenciária pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) é de R$ 204,8 bilhões (6,31% do PIB) em contribuições de empresas e parte patronal de algumas prefeituras (11,9 milhões de contribuintes) e de empregados e autônomos ativos da iniciativa privada e de empregados de algumas prefeituras (53,7 milhões de contribuintes). A previsão de despesa previdenciária dos benefícios dos 23,6 milhões de aposentados e pensionistas, com salário médio de R$ 710,60, é de R$ 238,1 bilhões (7,34% do PIB), fazendo com que a previsão do resultado previdenciário seja negativo em R$ 33,3 bilhões (1,03% do PIB).

Com base nos números conhecidos em abril de 2010 a previsão da receita previdenciária pelo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) das contribuições dos 1.146.828 servidores ativos do governo federal (821.146 civis e 325.682 militares), com salário médio mensal de R$ 8.379,26, parte patronal e desconto dos inativos é de R$ 23,6 bilhões (0,73% do PIB). A previsão da despesa previdenciária dos benefícios dos 977.349 servidores aposentados e pensionistas (695.461 civis e 281.888 militares), com salário médio de mensal de R$ 5.869,22, é de R$ 75,0 bilhões (2,31% do PIB), fazendo com que a previsão do resultado previdenciário seja negativo em R$ 51,4 bilhões (1,58% do PIB). 

Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.



*Ricardo Bergamini é Economista e Professor

sábado, 12 de junho de 2010

"ESPÍRITO DE COMUNIDADE"


A Suzano e "o espirito de humanidade" para com a comunidade de Santana

Mayron Regis*

Na primeira etapa do curso “O Cerrado que protege”, em Mangabeirinha, município de Urbano Santos, promovido pela Associação de Parteiras, ouviram-se comentários que o desmatamento efetuado pela Suzano Papel e Celulose nas proximidades da comunidade emendaria com a área da Santana, alguns quilômetros adiante. Segundo uma das parteiras, moradora da Baixa do Cocal, a intenção da comunidade da Santana era resistir ao desmatamento.

SENADO APROVA DIVISÃO DE "ROYALTIES"

Luta da UBAM surtiu efeito:

Senado aprova a destinação dos 'royalties' para todos os Municípios

Após mais de 11 horas de discussão, o Plenário aprovou, no início da madrugada desta quinta-feira (10), o substitutivo do senador Romero Jucá (PMDB-RR) ao projeto de lei do Executivo que cria o Fundo Social do Pré-Sal. A matéria - que recebeu 38 votos favoráveis, 31 contrários e uma abstenção - retornará para analise da Câmara, uma vez que o texto aprovado também define que o regime de partilha será o modelo adotado na exploração do petróleo da camada pré-sal, que se estende no subsolo marinho que vai do litoral de Santa Catarina ao Espírito Santo.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

CONTAS TRIMESTRAIS NACIONAIS - FONTE IBGE

Contas Nacionais Trimestrais - Indicadores de Volume e Valores Correntes – Fonte IBGE

*Ricardo Bergamini

Base: Primeiro Trimestre de 2010

PIB cresce 2,7% no primeiro trimestre de 2010 e chega a R$ 826,4 bilhões

Crescimento de 2,7% foi em relação ao quarto trimestre de 2009. Nessa comparação, a maior alta foi na Indústria (4,2%), com Agropecuária (2,7%) e Serviços (1,9%) a seguir. A Taxa de investimento neste período subiu para 18,0% e a Taxa de Poupança Bruta atingiu 15,8%.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

No -159 – COLUNA DO SARDINHA - BRASIL FC

Perdoe-nos o pessoal de Pelotas (RS) pelo título acima não se referir ao glorioso time de futebol da cidade, mas a uma instituição muito maior, cuja população é manipulada por políticos, que sempre souberam usar o circo como ferramenta para conquistar e se manter no poder.

Estamos falando deste Brasil onde o futebol é semi-estatal, vivendo à sombra do poder, sendo usado corriqueiramente para fins políticos e por isso mesmo tornando-se questão de Estado e “sócio” do Tesouro público.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A BOA RIMA

O mundo está aprendendo à custa de sustos e tropeções, que em Economia não existem soluções milagrosas e que não é à custa de pajelança, que resolveremos os apertos financeiros que estão acometendo principalmente a União Européia.

Que nos perdoem os haitianos, se pajelança fosse remédio para a Economia, o Haiti teria o mais sólido, estável e pujante sistema do mundo e todos estariam nadando em dinheiro.

DEBATE SOBRE A DEMOCRACIA - TOM CAPRI

Críticas ferozes e



inteligentes à



minha suposta crítica à democracia

Dedicado a Daniel Piza, aqui citado, e a Denis Rosenfield. Os dois ainda ignoram, mas têm todos os predicados para chegar à consciência.

Criticam-me por suposta crítica que teria feito à democracia em meu recente artigo “A verdade sobre a democracia”. Absolutamente, não critico a democracia. O que fiz foi inaugurar no País debate sobre a democracia, visando unicamente a mostrar o que ela cientificamente é, sem imputar juízo de valor. Ou seja, visando a mostrar a verdade sobre a democracia, que poucos conhecem. Veio então uma enxurrada de críticas ao meu texto, muitas pobres, outras pertinentes. Selecionei as mais ferozes e inteligentes. Se elas e minhas respostas ainda não fecham a questão, de qualquer forma vão permitir que você conheça as verdades sobre a democracia. Aí vão, com minhas respostas.

terça-feira, 8 de junho de 2010

HORMÔNIOS ARTIFICIAIS NO AMBIENTE: RISCOS À SAÚDE PÚBLICA - 4a. PARTE

Dra. Sonia C. Hess*

Filtros solares

Os filtros de radiação ultravioleta (UV) representam uma nova classe de substâncias ativas como disruptores endócrinos. Além de protetores da pele, os filtros UV têm sido acrescentados a muitos produtos para conferir-lhes estabilidade à luz, como: cosméticos, perfumes, plásticos, carpetes, móveis, roupas e detergentes em pó entre outros intens, sendo que os seres humanos podem estar expostos aos filtros UV por absorção dérmica ou através da cadeia alimentar (Schlumpf et al 2001).

segunda-feira, 7 de junho de 2010

POETA AMPARENSE CONCORRE AO PRÊMIO JABUTI

Livro “Flores Selvagens”, com prefácio de Ives Gandra Martins, concorre na categoria Poesia


A ilustração da capa é da artísta plástica Maria Gilka



O poeta e escritor amparense Marcelo Henrique, um dos “imortais” da Academia Amparense de Letras (AAL), está concorrendo, juntamente com mais de quatro mil outros candidatos, nesta 52ª edição do Prêmio Jabuti, promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). São 21 categorias, sendo que Marcelo concorre com seu livro “Flores Selvagens” (poemas), com prefácio de Ives Gandra Martins, na categoria Poesia, ou seja, nesta categoria será premiado o melhor livro de poesia publicado em 2009. Os finalistas em cada categoria concorrerão, ainda, ao Prêmio Jabuti de “melhor livro do ano” (ficção e não-ficção) - uma premiação especial que dará aos vencedores uma significativa soma em dinheiro, além da natural projeção na mídia nacional.



O Prêmio Jabuti, uma espécie de “Oscar” da Literatura nacional, é inspirado em uma personagem de Monteiro Lobato, uma tartaruga vagarosa, mas obstinada e esperta, cheia de truques e de inteligência para vencer obstáculos e chegar na frente ao final da jornada. Com essas credenciais, ganhou também a simpatia e a preferência dos dirigentes da Câmara Brasileira do Livro (CBL); assim, o jabuti passou de simples tartaruga à referência dos melhores da Literatura Brasileira.



A apuração da primeira fase acontecerá em 26 de agosto. A apuração da segunda fase (finalistas) ocorrerá em 1º de outubro. Já a escolha do livro do ano (ficção e não-ficção) será no dia 04 de novembro.











A VERDADE SOBRE A DEMOCRACIA

Aí vai (clique no link ao final do texto) o que resultou da DEMOCRACIA que você deve tanto prezar e cujos valores defender. Antes de clicar, porém, leia por favor o texto a seguir.

A colonização na África, aí mostrada, foi apenas um dos resultados nefastos da DEMOCRACIA. Houve outros, tão nefastos quanto ou até mais, como o roubo diário e em escala mundial de força de trabalho, que desumanizou a humanidade. A DEMOCRACIA é isso que o atachado mostra: é sinônimo de autoritarismo, de cerceamento de todos os tipos de liberdade, é violência contra o ser humano, é violação dos mais sagrados direitos humanos.

domingo, 6 de junho de 2010

DIREITO DE TODOS


A maioria das democracias modernas, que surgiu depois da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão erigida na França do século XVIII, elegeu como bem máximo a ser protegido, a vida humana, corretamente partindo do pressuposto de que ela é o principal patrimônio do indivíduo e que o resto seria puro acessório, que dependeria exclusivamente dela para existir.



O Brasil como as demais nações ocidentais, já no Império, muito tempo depois, seguiu o exemplo francês .

sábado, 5 de junho de 2010

CRESCIMENTO ECONÔMICO/ EVOLUÇÃO DOS REGISTROS DE NASCIMENTO

Fonte IBGE




 

Base: Abril de 2010

O Brasil é um país virgem, com vocação natural para o crescimento: 6,29% ao ano (1964/84).

A partir de 1985 o Brasil amargou quedas sucessivas do crescimento real, com média/ano como segue: 4,39% ao ano (1985/89), 1,24% ao ano (1990/94), 2,31% ao ano (1995/02) e 3,57% ao ano (2003/2009) gerando uma média medíocre de crescimento econômico real média/ano no período de 1985/2009 de 2,88% ao ano.

terça-feira, 1 de junho de 2010

CONSTRUÇÃO CRESCE MAS AINDA FALTAM MORADIAS

Ricardo Rose*


Entre 2011 e 2014 o governo deverá investir cerca de R$ 137 bilhões na construção civil. Estes investimentos serão realizados na segunda fase do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 2) e no programa “Minha Casa, Minha Vida”. Os dados foram pesquisados pela Fundação Getúlio Vargas e incluem investimentos em setores como a habitação, construção de rodovias, saneamento e infraestrutura.

 Estas obras, além daquelas previstas para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016, deverão fazer com que o setor da construção cresça dos R$ 96 bilhões registrados em 2009, para R$188 bilhões em 2016 – um crescimento de 8,5% ao ano.

PESQUISA MENSAL DE EMPREGO E A PREVIDÊNCIA SOCIAL NO BRASIL

Pesquisa Mensal de Emprego – Fonte IBGE

Base: Abril de 2010

A taxa de desocupação foi estimada em 7,3% em abril de 2010, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), 0,3 ponto percentual abaixo da de março (7,6%). No confronto com abril de 2009 (8,9%), a taxa recuou 1,6 ponto percentual, atingindo seu menor nível desde o início da nova série da PME (março de 2002) tanto para o conjunto das seis regiões metropolitanas investigadas1, quanto para cada uma delas
separadamente.

PORQUE O CORINTHIANS PAPOU O PEIXE

As batatas-quentes de Corinthians e Ferrari
Entenda por que o Timão pescou e almoçou o Peixe

Tanto Corinthians quanto Ferrari estão com a mesma batata-quente na mão, difícil de segurar. O Corinthians precisa livrar-se de Ronaldo, mas ao mesmo tempo tem de conservar a qualquer preço Ronaldo. A Ferrari precisa livrar-se de Fernando Alonso, mas ao mesmo tempo tem de conservar a qualquer preço Fernando Alonso. A necessidade de mandar ambos embora é tão intensa quanto a de mantê-los. Nenhuma saída se avizinha, a não ser a de ter de digerir Ronaldo e Alonso até não dar mais.

domingo, 30 de maio de 2010

NOVO CÓDIGO FLORESTAL PARA QUÊ?






Existem leis e leis. Umas brandas, outras rígidas, umas que “pegam”, outras que não, sendo certo que a maioria delas no Brasil nasceu para não ser cumprida.
Getulio celebrizou-se, não só por ser um ditador, mas também por cunhar a frase “a lei ora, a lei”, dizendo com isto, que ele tudo podia.

Isto virou institucional, tanto assim que a regra no Brasil é não cumprir-se a lei. Se existe pena para quem não o faz, existem recursos e maneiras mil para postergar ou evitar o cumprimento da pena, além logicamente, da morosidade da Justiça, que sempre favorece os infratores.

sábado, 29 de maio de 2010

FLORESTAS EM PERIGO - AJUDE A SALVAR O CÓDIGO FLORESTAL

Caros amigos, As nossas florestas estão em perigo! Deputados ruralistas querem destruir o Código Florestal Brasileiro, liberando o desmatamento de áreas protegidas por lei, especialmente na Amazônia. Assine a petição para salvar o Código Florestal:



Próxima terça-feira dia 1 de junho nossas florestas irão sofrer um ataque perigoso – deputados da “bancada ruralista” estão tentando destruir o nosso Código Florestal, buscando reduzir dramaticamente as áreas protegidas, incentivando o desmatamento e crimes ambientais.

O que é mais revoltante, é que os responsáveis por revisar essa importante lei são justamente os ruralistas representantes do grande agronegócio. É como deixar a raposa cuidando do galinheiro!



Há um verdadeiro risco da Câmara aprovar a proposta ruralista – mas existem também alguns deputados que defendem o Código e outros estão indecisos. Nos próximos dias, uma mobilização massiva contra tentativas de alterar o Código, pode ganhar o apoio dos indecisos. Vamos mostrar que nós brasileiros estamos comprometidos com a proteção ambiental – clique abaixo para assinar a petição em defesa do Código Florestal:






Enquanto o mundo todo defende a proteção do meio ambiente, um grupo de deputados está fazendo exatamente o contrário: entregando de mão beijada as nossas florestas para os maiores responsáveis pelo desmatamento do Cerrado e da Amazônia. Eles querem simplesmente garantir a expansão dos latifúndios, quando na verdade uma revisão do Código deveria fortalecer as proteções ao meio ambiente e apoiar pequenos produtores.

As propostas absurdas incluem:
Reduzir a Reserva Legal na Amazônia de 80% para 50%
Reduzir as Áreas de Preservação Permanente como margens de rios e lagoas, encostas e topos de morro:
Anistia aos crimes ambientais, sem exigir o reflorestamento da área
Transferir a legislação ambiental para o nível estatal, removendo o controle federal
Essa não é uma escolha entre ambientalismo e desenvolvimento econômico, um estudo recente mostra que o Brasil ainda tem 100 milhões de hectares de terra disponíveis para a agricultura, sem ter que desmatar um único hectare da Amazônia.
A proteção das floretas e comunidades rurais dependem do Código Florestal, assim como a prevenção das mudanças climáticas e a luta contra a desigualdade do campo. Assine a petição para salvar o Código Florestal e depois divulgue!

http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/?vl

Juntos nós aprovamos a Ficha Limpa na Câmara e no Senado. Se agirmos juntos novamente pelas nossas florestas nós podemos fazer do Brasil um modelo internacional de desenvolvimento aliado à preservação.

Com esperança,
Graziela, Alice, Paul, Luis, Ricken, Pascal, Iain and the entire Avaaz team
Saiba mais:



País tem 100 mi de hectares sem proteção - Estado de São Paulo:

Estudos ressaltam importância ambiental do Código Florestal - WWF:

Para ambientalistas, relatório de Rebelo é genérico e equivocado :

sexta-feira, 28 de maio de 2010

CADASTRO GERAL DE EMPRESAS

Estatísticas do Cadastro Central de Empresas – Fonte IBGE

Base: Ano de 2008

Empresas foram responsáveis por 70,3% dos empregos formais e pagaram 62,1% dos salários em 2008 Em 2008, as empresas representavam 88,5% do total das organizações ativas no Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), absorviam 73,7% do pessoal ocupado total, 70,3% do pessoal assalariado e 62,1% dos salários pagos no ano. 51,2% das empresas eram comerciais e ocupavam 30,0% do pessoal ocupado total nas empresas. As Indústrias de transformação destacaram-se empregando 27,6% das pessoas e pagando 33,6% dos salários no ano. O salário médio mensal pago pelas empresas foi de 3,1 salários  mínimos médios. Do total de 4,1 milhões de empresas ativas, 3,6 milhões ou 88,7% eram microempresas, mas foram as grandes empresas que empregaram 52,5% das pessoas e pagaram 68,3% dos salários.

HORMÔNIOS ARTIFICIAIS NO AMBIENTE: RISCOS À SAÚDE PÚBLICA - 3a. PARTE

Sônia Corina Hess (Eng. Química, Dra. em Química, professora da UFMS)


Ftalatos



Os ftalatos representam uma classe de materiais produzidos industrialmente em larga escala. Os mais pesados, como o DEHP o DiNP e o DiDP, são produzidos em maior quantidade para a aplicação em materiais de construção, móveis, roupas e, principalmente, para dar flexibilidade ao PVC. Aqueles com pesos moleculares relativamente baixos, como o DMP, o DEP e o DBP, são utilizados em solventes e em adesivos, tintas, cosméticos, ceras, inseticidas e produtos farmacêuticos e de uso pessoal. O BBP é um plastificante muito utilizado na confecção de pisos poliméricos, em materiais plásticos à base de celulose, acetato de polivinila, poliuretanas e polisulfetos, em couros sintéticos, cosméticos, como agente dispersante em inseticidas, repelentes e perfumes, entre muitos outros produtos (Sonnenschein & Soto, 1998).

quinta-feira, 27 de maio de 2010

No - 158 – COLUNA DO SARDINHA


FICHA LIMPA PARA TODOS







O triste espetáculo do bate-boca protagonizado entre os ministros do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes então ministro-presidente e Joaquim Barbosa, ocorrido há algum tempo atrás e transmitido ao vivo e a cores para o Brasil inteiro, com o ultimo acusando o outro de crime de pistolagem no Mato Grosso, deu bem a medida de como o poder Judiciário e a Magistratura por extensão estão chegando neste fim de década que coincide com o fim de mandato do presidente Lula. Triste prenúncio.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

FOLHA – NOVO VISUAL, PRÁTICAS ANTIGAS

Indubitavelmente, a “Folha de São Paulo” sempre foi um dos ícones da imprensa brasileira, dividindo com “O Estado de São Paulo”, “O Globo” e outros como “Zero Hora”, “Correio Brasiliense” um conceito reconhecido até internacionalmente.



Para marcar uma nova fase e tornar-se mais atrativa aos leitores a “Folha” promoveu uma mudança em seu visual, tornando-o mais leve e agradável e que foi mostrado ao público na edição de 23/05.



No entanto não foi só nisso que o jornal paulista mudou.


O leitor de percepção acurada deve ter estranhado que na semana que antecedeu ao lançamento da inovação gráfica, a “Folha” publicou uma pesquisa eleitoral na qual a candidata governista deu uma guinada de cerca de oito pontos (!), empatando no primeiro lugar com o candidato oposicionista.



Ao que se tem notícia, nenhum tsunami eleitoral aconteceu para justificar tal subida e conseqüente queda do outro candidato.



Na edição da mudança, o jornal esmerou-se em explicar que tal alteração na tendência da pesquisa devia-se ao excesso de exposição na mídia no horário gratuito do TRE, que muito pouca gente assiste, da candidata do partido governista. Uma explicação que definitivamente não convence.



Aliado a isto, um aspecto interessante surgiu da nova guinada da “Folha”, que manteve em seu quadro de colunistas fixos, José Ribamar, também conhecido por José Sarney, presidente do Senado e também como eterno situacionista e sempre apegado ao poder.



Na esteira das novidades, o jornal trouxe ainda para a seção “Economia”, nada mais nada menos, que Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda do governo Lula, afastado do cargo por suspeita de violação do sigilo bancário do caseiro de sua propriedade, para tratar de um assunto que mereceria isenção, porquanto influi nos humores do mercado. O petista, ex-prefeito de Ribeirão Preto/SP, não é por certo a pessoa mais indicada para falar com absoluta imparcialidade sobre a política econômica da atualidade brasileira.



Para coroar, o oficialismo ainda que disfarçado, o publicitário do Partido dos Trabalhadores Nisan Guanaes passou a fazer parte do quadro fixo de colaboradores do jornal.



Evidente que, se a “Folha” acha que fazer jornalismo depende, como sempre dependeu, de atrelar-se ao governo por uma questão de sobrevivência, a mudança do design gráfico, será apenas uma mera maquiagem, pois o conteúdo será o mesmo da época do jabá, do jabaculê, bastante conhecidos nos meios artísticos e por isso mesmo execrados, repetindo-se assim, as velhas práticas com novas embalagens.



Luiz Bosco Sardinha Machado, jornalista, MTE 58.114/sp



BALANÇO DE PAGAMENTOS

Fonte BCB

Base: De Janeiro de 2003 até Abril de 2010

Balança Comercial

Série história de nossa balança comercial com base na média/ano foi como segue: 85/89 (superávit de US$ 13,5 bilhões = 4,57% do PIB);

terça-feira, 25 de maio de 2010

SEXTA BÁSICA


Enviado por João Emidio

 

Povo.

 

É para mim pegar. O carro deu perca total. Menas gente. Estes e tantos outros erros são ouvidos diariamente entre nós brasileiros. Uma exposição no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, trata disso. Tema: "Menas: o certo do errado, o errado do certo", que enfoca os erros presentes na nossa fala e escrita. O "pobrema" já começa na premissa que conceituou a mostra. Afirma um dos idealizadores: "Não estamos querendo condenar essas expressões ou dizer ao público o que é certo e o que é errado". "O mais importante é provocar a discussão, a polêmica e a reflexão."

 

Agora tudo ficou relativo. Há um cuidado politicamente correto em ficar em cima do muro. Já basta à prática intelectual promover o debate e não questionar a fundo nossa histórica deficiência educacional. Alega-se: "Errar é humano. O importante é se entender." Como a ignorância da língua é demonstrada até mesmo pelo Presidente da República, fica subentendido que é melhor fazer vista grossa e aceitar tal deficiência como mais um traço de brasilidade.

 

A fala coloquial e a gíria têm modos peculiares de tratar a língua. Natural e aceitável dizer "eu vi ele" e "me passe o sal" porque são exemplos de comunicação informal cotidiana. Outra coisa bem diferente é achar bonito falar dez real, como defende a curadoria da mostra. Erros de linguagem devem ser corrigidos. Preferiu-se fechar os olhos e misturar a incorreção aceitável com o erro imperdoável. Não pode haver o certo do errado, nem tampouco o errado do certo. Erro será sempre erro. E as vítimas são 12 milhões de brasileiros analfabetos adultos e um número muito maior ainda de analfabetos funcionais que mal sabem escrever e entender o que leem.

 

Nóis fumo, nóis vortemo, nóis num vai maisAdoniran Barbosa foi menosprezado por suas músicas trazerem erros de português como esses. Era visto como um compositor exótico, pitoresco, sem maior importância. Até que um dia o emérito e prestigiado professor da USP, Antonio Cândido, reconheceu o verdadeiro valor de sua obra. Deixou claro que as letras de Adoniran evidenciavam recursos linguísticos de uma rica mistura do dialeto caipira com dialetos dos imigrantes europeus. Por exemplo, quem ainda hoje fala despois expressa a forma como a palavra era falada corretamente no século 17.

 

A língua é viva por receber contribuições. É um recurso legítimo de cada povo enriquecer sua língua e um direito de todo artista se servir desse acervo popular. Comprove isso ouvindo "As Mariposas", com os Demônios da Garoa. Quando chega o frio, as mariposas ficam dando vorta em vorta da lâmpida, "elas roda, roda, roda, despois se senta em cima do prato da lâmpida pra descansar". Somente Adoniran iria tão longe no diálogo sedutor entre a 'lâmpida' e a mariposa para permanecer tão fiel, perto e dentro de nossa cultura.

 

Que seje sempre anssim. É nóis.

 

POLITICA DE JUROS

 Fonte MF

Base: De Janeiro de 2010 até Abril de 2010

Custo de Financiamento para Carregamento da Dívida Interna da União.
Ano de 2010
Mês
Efetiva Ano %
Efetiva Mês %
IGPM Mês %
Ganho Real Mês %
Janeiro
13,18
1,0371
0,6300
0,4071
Fevereiro
12,86
1,0132
1,1800
(0,1668)
Março
11,25
0,8923
0,9400
(0,0477)
Abril
11,63
0,9210
0,7700
0,1510
Média
12,23
0,9661
0,8798
0,0863


O custo médio de carregamento da dívida interna da União até abril de 2010 foi de 0,9661% ao mês (12,23% ao ano), com ganho real para os investidores de 0,0863% ao mês (1,04% ao ano), depois de excluída a inflação média/mês do IGPM de 0,8798% ao mês (11,08% ao ano).

Sendo o multiplicador de base médio até abril de 2010 de 1,4200, ou seja: 70,42% dos recursos disponíveis foram esterilizados pelo Banco Central, através dos depósitos compulsórios, o juro mínimo de mercado médio até abril de 2010 foi de 12,23% ao ano  x 3,3806 = 41,34% ao ano (2,9253% ao mês), não considerando outros custos, tais como: impostos, taxas e lucros dos bancos.

Até abril de 2010 a dívida total da União teve PMP (Prazo Médio de Pagamento) de 3,57 anos. Considerando apenas a dívida interna da União em poder do mercado teve um PMP de 3,43 anos.

Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

Ricardo Bergamini

LIVRO LANÇAMENTO

FELIZ NATAL EM AGOSTO NOVO LIVRO DE ROMARIO DE OLIVEIRA

Sinopse


História ambientada no Vale do Cai - Interior do Rio Grande do Sul - região colonizada principalmente por Alemães - na primeira metade do século XX.


Conta a saga de Frances radicado no Brasil.


Homem de personalidade controvertida, composta de virtudes e defeitos. Inerentes em todo o ser humano.


Incapaz de conviver com injustiças procurava aparar arestas. Meios utilizados discutiveis, mas repletos das melhores intenções.


Contador de Histórias e mestre em se envolver em encrencas, nos faz viajar por fantásticos caminhos de "causos", lendas e fatos verídicos do passado Gaucho.


Os diálogos não esqueceram do curioso dialeto do Sul. Traz em suas páginas pequeno dicionário. No intuito de enriquecer o vocabulário do leitor.


Conheça o Velho Frances. Dificil não se apaixonar por ele...

domingo, 23 de maio de 2010

POESIAS

Romario de Oliveira

"AMAR!....


Infinitivo do "substantivo" loucura.
Sintese do inebriante doce amargo do fel.
Incoerência inerente em sentimento sedutor.
Presenteia com a candura do Céu...
Embalada em pacote de dor.

Agradeço o privilégio do sofrimento.
Regalo único do supremo criador.
Preferível sofrer por te amar.
Do que existir sem o teu amor..."

sábado, 22 de maio de 2010

SEGUNDO A UBAM - LULA RECONHECE QUE FEZ MUITO POUCO PELOS MUNICÍPIOS

Leonardo Santana - Presidente da UBAM
Foto: Assessoria de Comunicação da UBAM

A participação do presidente Luis Inácio Lula da Silva marcou o encerramento da XIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios na última quinta-feira (20), evento que é realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) todos os anos, como forma de tentar atrair a atenção do governo para a situação dos “entes federados”.
Como todas as organizações municipalistas que estão crescendo no país, a exemplo da União Brasileira de Municípios (UBAM), a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e a Associação Brasileira de Municípios (ABM), a Confederação Nacional dos Municípios, que já atua há 30 anos, tem buscado diálogo com o governo, embora isso já devesse ter acontecido.