MARINA

Má li esse poema umas dez vezes. Foi a coisa mais bonita que já fiz. Andei trocando umas palavras, corrigindo vou mandar de novo prá vc montar um slide vou mandar imprimir e mando p/ vc pelo correio MARINA No ambiente amplo Paredes brancas, Iluminado por uma Réstia de luz Qu’escapava esguia Por cortina balouçante, Uma marina deslumbrante, Com mares azuis, tal Olhos de uma diva. O píer branco qual Espumas das ondas O conjunto enfeitando. Barcos que partiam E chegavam Se quem ia ou voltava Não sei se ria Ou só chorava. Ah! como amava Esta marina que, De amor minha Vida povoava 22.03.09 LUIZ BOSCO SARDINHA MACHADO ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ QUEM SOU EU MARINA SILVEIRA- PROFESSORA, TECNÓLOGA AMBIENTAL E ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

segunda-feira, 9 de maio de 2011

PRORROGAÇÃO DE PRAZO

UBAM sai em defesa dos Municípios e pede a Dilma prorrogação dos restos a pagar

O presidente da União Brasileira de Municípios (UBAM), Leonardo Santana, solicitou audiência com a presidente Dilma Rousseff, com o objetivo de apelar pela prorrogação do decreto federal que fixou em 30 de abril a validade dos restos a pagar não processados inscritos entre os anos de 2007 a 2009. A UBAM defende que os Municípios sejam beneficiados com a postergação do prazo até dezembro de 2011.

Leonardo orientou centenas de prefeitos e prefeitas a enviarem fax e e-mails para a Presidência da República, na tentativa de sensibilizar o governo acerca da importância de garantir os recursos em questão para os pequenos municípios, tendo em vista que, não havendo a prorrogação, os restos a pagar serão cancelados, inviabilizando projetos cujas perdas ultrapassarão R$ 10 bilhões.