MARINA

Má li esse poema umas dez vezes. Foi a coisa mais bonita que já fiz. Andei trocando umas palavras, corrigindo vou mandar de novo prá vc montar um slide vou mandar imprimir e mando p/ vc pelo correio MARINA No ambiente amplo Paredes brancas, Iluminado por uma Réstia de luz Qu’escapava esguia Por cortina balouçante, Uma marina deslumbrante, Com mares azuis, tal Olhos de uma diva. O píer branco qual Espumas das ondas O conjunto enfeitando. Barcos que partiam E chegavam Se quem ia ou voltava Não sei se ria Ou só chorava. Ah! como amava Esta marina que, De amor minha Vida povoava 22.03.09 LUIZ BOSCO SARDINHA MACHADO ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ QUEM SOU EU MARINA SILVEIRA- PROFESSORA, TECNÓLOGA AMBIENTAL E ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

POLÍTICA

Candidatos no Brasil: mulheres-fruta, palhaços e até «terroristas»

Vale quase tudo. As eleições gerais do Brasil do próximo domingo vão levar a votos os candidatos mais incríveis que possa imaginar. Prepare-se, não vai ser fácil conter o riso



A mulher pêra
 
Suellem Aline Mendes da Silva, mais conhecida como mulher pêra, candidatou-se a deputada federal do Estado de São Paulo pelo Partido Trabalhista Nacional. Apela ao voto nos jovens e não tem vergonha em mostrar o corpo para o conseguir. 

A mulher melão
 
Ainda dentro das «frutas», Renata Frisson - a mulher melão - candidatou-se a deputada estadual no Rio de Janeiro pelo Partido Humanista da Solidariedade. Diz que a sua prioridade são os idosos, mas confessa que gosta do «corpo a corpo» com todo o tipo de pessoas. Porquê melão? Bem, digamos que as fotos falam por si. 

Os palhaços
 
«Vote no Tiririca, pior do que tá não fica». É este o lema do palhaço mais famoso do Brasil, cuja candidatura a deputado federal em São Paulo pelo Partido da República cresce a olhos vistos. Francisco Everardo Oliveira Silva teve na música «Florentina» o auge da sua carreira. Lembra-se? 


O Tiririca não está sozinho. Vagner Luiz Pimpao Bersa, o Palhacinho Pimpao, também é candidato a deputado estadual em São Paulo pelo Partido Popular Socialista. Mas esta é uma candidatura bem mais experiente, uma vez que Vagner já foi vereador. «Um palhaço de verdade para vereador» era o seu lema.
As grandes estrelas
 
Nos pré-candidatos apareceram vários Lulas, Obamas e até Maradonas, mas poucos conseguiram ir até ao fim. No entanto, entre as grandes estrelas mundiais, houve uma que se safou e vai mesmo às urnas. Trata-se de Binladen, mas não, não é o líder da Al-Qaeda. Trata-se de Diodálio Alves da Rocha, que se candidata a deputado federal em São Paulo pelo Partido Trabalhista Nacional. 

Pais, filhos, maridos, esposas, crentes...
No Brasil não há vergonha nenhuma em meter a família ao barulho. O candidato a deputado federal em São Paulo pelos Democratas Raul Gil Jr é apoiado pelo seu pai: «Pro meu filho, eu tiro meu chapéu!» Também Eli Correa Filho tem levado o seu pai a todo o lado. É candidato a deputado federal também em São Paulo e pelo mesmo partido. 

A famosa Mara Maravilha também tem aparecido a apoiar o seu marido, Alessander Vigna, candidato a deputado federal em São Paulo pelo Partido Republicano Brasileiro. É um «esposo e servo de Deus», diz ela, porque a «política abençoada começa em casa». 

Por último, deixamos-lhe a música da campanha de Lindolfo Pires, candidato a deputado estadual em Paraíba pelos Democratas. 


Várias destas candidaturas não vão até ao fim devido a desistências, proibições e outras motivações que certamente vão deixar os leitores com alguma pena. Mas enfim, valeu a intenção. 

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No governo Lula, Presidência concentrou poderes e multiplicou cargos e verbas
Ao longo de seus oito anos de mandato, Luiz Inácio Lula da Silva promoveu uma multiplicação sem precedentes de estruturas, cargos, verbas e poderes da Presidência da República, o que também ajuda a explicar por que escândalos se concentraram no Palácio do Planalto.

O orçamento da Presidência e dos órgãos sob seu comando direto somava, em valores já corrigidos pela inflação, R$ 3,7 bilhões no final do governo FHC. No final da administração petista, são R$ 8,3 bilhões --ou R$ 9,2 bilhões se contabilizado o Ministério da Pesca, que tem orçamento separado, mas é vinculado à Presidência.

A expansão, de 126% no cálculo mais comedido, superou com folga a do restante da máquina federal --de lá para cá, as verbas de ministérios, autarquias, fundações, Legislativo e Judiciário tiveram juntas aumento de 70%.

Mas é na distribuição interna dos recursos que estão os exemplos mais eloquentes da superpresidência de Lula.

Só o gabinete presidencial teve seus recursos multiplicados por cinco. Na classificação orçamentária, é onde está o núcleo central do poder palaciano, incluindo a Casa Civil da qual saíram José Dirceu, acusado de comandar o mensalão, Dilma Rousseff, para a campanha, e Erenice Guerra, após a revelação de que havia um esquema de facilitação de interesses privados no ministério.

É ainda onde foram concentradas todas as verbas da publicidade oficial, antes distribuídas entre os ministérios e hoje a cargo da Secretaria de Comunicação Social, entregue em 2007 ao jornalista Franklin Martins, que ganhou status de ministro.

Naquele ano foi criada uma estatal subordinada a Franklin, a Empresa Brasil de Comunicação, que substituiu a Radiobrás e tem hoje orçamento --separado do gabinete presidencial-- equivalente a quase o quádruplo do contabilizado em 2002.

A cargo da secretaria e da empresa está o programa "Democratização do acesso à informação jornalística, educacional e cultural". Trata-se, principalmente, da produção e distribuição de reportagens sobre o governo.

Além de mais dinheiro, há mais gente no entorno presidencial. Sob Lula, o quadro de pessoal da Presidência aumentou acima dos 250%, enquanto no restante do Executivo civil a taxa foi de 13%.

É verdade que a maior parte desse aumento se deve à Advocacia-Geral da União, que, além de contratar novos funcionários por concursos, absorveu procuradores antes distribuídos em outros órgãos. Desconsiderada a AGU, o contingente cresceu 150%, para 7.856 pessoas em maio.

No gabinete do presidente, a grande maioria ocupa cargos e funções de confiança, sejam os de livre nomeação, sejam os reservados a servidores requisitados de outros órgãos --eram os casos, respectivamente, de Vinícius Castro e Stevan Knezevic, que deixaram a Casa Civil na esteira do caso Erenice.

A Presidência também cresceu com a criação de novas estruturas e a absorção de órgãos que anteriormente estavam em ministérios. No governo Lula, o Planalto passou a incluir as secretarias especiais de Portos, Direitos Humanos, Políticas para as Mulheres e Igualdade Racial.


A Controladoria-Geral da União ganhou orçamento próprio. O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) saiu do Planejamento, teve mais verbas e fez o maior concurso de sua história.


Mantega fala em retomar reforma tributária este ano 
 Do Jornal Industria e Com. c/ Redação

 
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou neste dia 27/09 que é possível retomar as discussões em torno da reforma tributária e pactuar com os estados, ainda este ano, mecanismos para acabar com a chamada guerra fiscal. Mantega lembrou que o governo já tem pronta uma proposta de reforma tributária que só não foi encaminhada ao Congresso Nacional por causa do processo eleitoral. De acordo com o ministro, mesmo que a iniciativa da reforma tributária fique para o próximo governo, é viável negociar até o fim do ano um acordo para acabar com a guerra fiscal.

"Pretendo retomar esta questão logo após as eleições. É possível fazermos esta parte da reforma tributária até o final do governo Lula. Falta apenas conversarmos com os estados para definirmos uma alíquota única homogeneizando a legislação. E a União está disposta a fazer sua parte, compensando os estados que eventualmente tiverem algum prejuízo", concluiu o ministro.

Mantega reafirmou ontem em São Paulo que o governo federal tomará todas as medidas necessárias para impedir uma eventual sobrevalorização do real. Sem entrar em detalhes, o ministro garantiu que nem a política de câmbio flutuante será abolida, nem os investimentos estrangeiros serão taxados.

“Se necessário, o governo pode tomar várias medidas. Não nos faltam instrumentos para conter a sobrevalorização excessiva do real e o governo não deixará que isso aconteça”, disse o ministro ao participar do seminário O Papel da Indústria no Crescimento do Brasil, promovido pela revista Conjuntura Econômica, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

A atual taxa de câmbio, com o real fortalecido, favorece as importações, principalmente de produtos manufaturados. Para representantes do setor produtivo, isso representa uma ameaça à indústria nacional. Embora negue que haja um processo de desindustrialização em curso no país, Mantega concordou que é necessário preservar o mercado interno da concorrência desleal de alguns produtos estrangeiros.

"Os países estão procurando desvalorizar suas moedas para terem mais competitividade e nós temos que tomar as medidas para evitar que isso aconteça. Já estamos comprando um volume muito maior de dólares e já devemos estar com US$ 270 bilhões de reservas e continuaremos comprando", afirmou o ministro, sustentando também que o país deve, entre outras coisas, adotar medidas antidumping mais rigorosas. Na semana passada, o Banco Central (BC) informou que as reservas internacionais somavam pouco mais de US$ 273 bilhões.

O presidente da Fiesp, Benjamin Steinbruch, alegou que a indústria brasileira vem perdendo competitividade devido a atual taxa de câmbio e que, embora o setor continue crescendo, vem perdendo participação no Produto Interno Bruto (PIB) para os setores agrícola e, sobretudo, de serviços. "O câmbio está distorcido e, na verdade, (ao importar produtos) estamos importando empregos", disse o líder classista. 
N.R. O governo Lula passou oito anos fugindo de qualquer reforma, o que tivemos foi um vale-tudo fiscal. Graças à pressão popular, o imposto do cheque, a CPFM, não voltou com novo nome a CSS, o que não foi suficiente para frear a voracidade fiscal do governo federal e a carga tributária só aumentou no período petista.
Falar em reforma agora é demagogia, por puro interesse eleitoreiro.