MARINA

Má li esse poema umas dez vezes. Foi a coisa mais bonita que já fiz. Andei trocando umas palavras, corrigindo vou mandar de novo prá vc montar um slide vou mandar imprimir e mando p/ vc pelo correio MARINA No ambiente amplo Paredes brancas, Iluminado por uma Réstia de luz Qu’escapava esguia Por cortina balouçante, Uma marina deslumbrante, Com mares azuis, tal Olhos de uma diva. O píer branco qual Espumas das ondas O conjunto enfeitando. Barcos que partiam E chegavam Se quem ia ou voltava Não sei se ria Ou só chorava. Ah! como amava Esta marina que, De amor minha Vida povoava 22.03.09 LUIZ BOSCO SARDINHA MACHADO ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ QUEM SOU EU MARINA SILVEIRA- PROFESSORA, TECNÓLOGA AMBIENTAL E ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Confiança da indústria cai 1,6% em setembro e atinge menor nível desde agosto de 2009


Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), caiu 1,6% de agosto para setembro, ao passar de 102,7 para 101,1 pontos. É a nona queda consecutiva e o menor índice desde agosto de 2009 (100,2). De acordo com os dados, o Índice de Expectativas (IE) recuou 2,6%, para 99,2 pontos, e o Índice da Situação Atual (ISA) caiu 0,6%, para 102,9 pontos,
Segundo a FGV, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) atingiu o menor patamar desde novembro de 2009 (82,9%) e ficou em 83,6% em setembro. Com o resultado, a média do terceiro trimestre de 2011 ficou em 83,8%, a menor desde o quarto trimestre de 2009 (83,1%).
Entre os componentes do IE, o emprego industrial atingiu o menor indicador desde junho de 2009 (98) e registrou 105,1 pontos. Das 1.241 empresas consultadas, 17,7% preveem aumentar o efetivo de mão de obra nos três meses seguintes (contra 22,6% em agosto), enquanto 12,6% pretendem diminuí-lo (contra 11,9% do mês anterior).
Já no ISA houve estabilidade nos itens que medem a satisfação com a situação dos negócios e o nível dos estoques, e queda no indicador do nível atual da demanda, que atingiu 102,3 pontos, o menor patamar desde setembro de 2009 (100,5). A proporção de empresas que consideram forte o nível atual de demanda diminuiu de 14,9% para 14%, enquanto a parcela das que o avaliam como fraco aumentou de 10,6% para 11,7%.
Edição: Juliana Andrade

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Revendo joias do pensamento liberal que tanto alvoroçaram Alvarossauro e a mim


Por Tom Capri

Acabo de receber, de Álvaro Pedreira de Cerqueira, a quem chamo de Alvarossauro, uma coleção de joias do pensamento liberal, aforismos de gente de peso como Locke, Tocqueville, Churchill e outros. Chamo de Alvarossauro porque, apesar de ilustrado, com altos conhecimentos em todos os campos ---- a exemplo de gentis mortais como Diogo Mainardi, Luiz Felipe Pondé, Daniel Piza etc. ----, é mais um que se tornou infenso à razão e fossilizou-se numa visão dinossáurica de tudo. Tal qual seus colegas de grupo, como Rivadávia Rosa, Antonio “Sepulcrão” Sepulveda, Delmar Phillipsen, Gerhard Boehme, entre outros. Todos ainda se mostram incapazes da menor autocrítica. Pois não é que também fiquei fascinado com os aforismos liberais, pela precisão e presteza? Como aquela gente acertou na mosca! Bem ao contrário do que a ala mais rasa e burra da esquerda (maioria) tanto propala e do que se imagina por aí. Um belo ajuste de contas com a sabedoria! Apreciei e aprendi muito lendo esses aforismos. Alvarossauro os havia recebido de um amigo, Márcio Chila Freyesleben, a quem agradecera, comovido, pelo envio. E fez questão de repassar essas joias liberais aos amigos (e inimigos). Não entendi até agora como Alvarossauro abraçou todos os aforismos, se alguns vão frontalmente contra o que ele pensa. Talvez por isso os aforismos tenham me comovido também. Atrevi-me a analisar e a comentar um por um. Aí vão, em nova tentativa de levar uma luz aos Alvarossauros que aí estão e se tornaram infensos às verdades. E não adianta pinçar um aqui, outro ali, para ler, pois aí é que você não vai mesmo entender: minha análise de cada um é sequencial e nexológica, isto é, o que digo sobre o primeiro aforismo é parte essencial do que digo sobre o segundo, e assim por diante (em suma, todas as minhas análises estão imbricadas). Portanto, é preciso ler todos e na ordem em que estão, para entender. Confira.

Os governos existem para proteger os legítimos direitos à vida, à liberdade e à propriedade. (John Locke).
Temos aqui essa brilhante percepção de Locke, ainda muito pouco entendida, principalmente pelos seus admiradores, como Alvarossauro. Locke tem razão quando diz que os governos existem e sempre existiram para proteger oslegítimos (legítimos no sentido de “previstos em lei”) direitos à vida, à liberdade e à propriedade. Até aí, perfeito. O ponto falho e obscuro de Locke não está nesse aforismo, mas fora dele. Os governos realmente existem para proteger os legítimosdireitos (que Locke menciona) à vida, à liberdade e à propriedade, mas das classes dominantes, não da sociedade em geral. E são as classes dominantes que criam e aprovam as leis que tornam legítimos esses seus próprios direitos. Sempre foi assim desde que os gregos e romanos inventaram as leis, o estado de direito, a democracia.
Locke nunca enxergou as classes, na sociedade, e imaginava que os direitos legítimos à vida, à liberdade e à propriedade, das classes dominantes, eram os mesmos direitos garantidos e estendidos a todos. Para Locke, não existiam as classes, e a sociedade de sua época era uma coisa só, unificada em torno dos ideais que ele, o mesmo Locke, tinha na cabeça e preconizava.
E se você ainda é ingênuo a ponto de não acreditar que os governos, a democracia e o Estado aí estão para proteger os legítimos (no sentido de “previstos em lei”) direitos à vida, à liberdade e à propriedade, porém das classes dominantes, volte a ler e a estudar o tema. Aprofunde-se nele. Mas vá aos clássicos que escreveram sobre isso, não aos intérpretes, que só raramente são precisos. Leia os gregos, cheque a verdadeira origem do Estado, da democracia, do poder, dos governos. Tente entender por que a democracia é, na verdade, segundo alguns sábios gregos, o “regime do diabo”, ou, como eu costumo chamar, ademoniocracia.

Devemos dizer ao povo o que ele precisa saber e não o que ele gostaria de ouvir. (J. F. Kennedy).
John Kennedy tinha razão. Mas, por desconhecer o fato de que os governos existem para proteger os legítimos direitos (legítimos porque previstos em lei) das classes dominantes e não do povo, foi lá e disse o que o povo precisava saber e, por causa disso, tomou aquela bala na testa, até hoje não sabe que morreu e por que morreu.

O maior cuidado de um governo deveria ser o de habituar, pouco a pouco, os povos a dele não precisar. (Alexis de Tocqueville).
Genial. Aqui o melhor de Tocqueville, que tanto estudei na Faculdade (Escola de Sociologia e Política de São Paulo, anos de 1970), onde fiz também o mestrado. Como os governos existem para proteger os legítimos (legítimos porque previstos em lei) direitos das classes dominantes, nada melhor para estas classes do que habituar os povos a não precisar nunca dos governos.

As leis abundam em Estados corruptos. (Tácito).
Aqui, o que mais abunda é a sabedoria de Tácito. Não só os governos, mas os Estados e as leis também existem, desde que foram criados no período clássico (pelos gregos, romanos etc.), para proteger os legítimos direitos das classes dominantes, fazendo-os passar por direitos de todos.
Como diz Bastiat, em aforismo que Alvarossauro também recebeu de seu amigo Márcio Chila Freyesleben e analisarei mais adiante, a lei não é o refúgio do oprimido, mas a arma do opressor. Por isso, as leis abundam em todos os governos e Estados, pois são regidos, sem exceção, pelas forças (classes) dominantes. E quanto mais corrupto for o Estado, mais abundam as leis, posto que as individualidades pertencentes às classes dominantes brigam muito entre si e não medem esforços para se proteger nas leis, na política, na polícia e, principalmente, pela couraça do Estado.

O POÇO DAS SURPRESAS

A partir de hoje reprisaremos os artigos inesquecíveis da Coluna do Sardinha.Sejam bem-vindos a nos acompanhar!!
Marina.

O POÇO DAS SURPRESAS
05/2009
Monteiro Lobato foi talvez, um dos maiores escritores do Brasil. Leitura obrigatória para crianças de 0 a 100 anos, poucos são os brasileiros e mesmo sul-americanos que não ouviram falar nele. (Lobato foi traduzido para o espanhol e publicado na Argentina).
O Sitio do Pica-pau Amarelo, Pedrinho, Narizinho, a boneca Emilia (ah! Quantas Emilias ainda há até hoje) – com sua verve, inteligência e perspicácia – e o Visconde de Sabugosa povoaram e ainda povoam as mentes de gerações.
Nacionalista, esse paulista de Taubaté no Vale do Paraíba, adotou a campanha d’O Petróleo é Nosso, publicando um livro antológico denominado O Poço do Visconde.
A empreitada vitoriosa culminou com a criação, em 1953, da Petróleo Brasileiro S.A. pelo então presidente Vargas.
Temos uma dileta leitora que por certo é fã de tão ilustre patrício, que diz: Em terra de cego, que tem olho é inimigo do rei.
Lobato com sua mente privilegiada teria dois olhos e por certo se ainda vivo fosse estaria escrevendo estarrecido, ao invés de livros, colunas de críticas severas ao governo e arrependido por ter ajudado a criar uma estatal que é um poço de eventuais irregularidades e que viria a ser a Petrobras.
Por certo ficaria imaginando, como uma empresa idealizada para servir ao povo lhe fornece uma das gasolinas mais caras do mundo e de péssima qualidade? E o senhor presidente da república com sua proverbial sabedoria vem a público dizer que enquanto a Petrobras não conseguir recompor seu caixa, não poderá reduzir o preço dos combustíveis.
O que será que o ilustre entende por recompor seu caixa. Será que a Petrobras tem problemas de caixa? Não parece.
Quem negocia um contrato de patrocínio com a Fórmula 1 no valor bem barato de injustificáveis US$7 milhões de dólares, pode estar com problemas de caixa? Quem compra a Petroquímica Suzano (para que?) por um preço quatro vezes maior que o real pode estar em dificuldades? Quem faz operações com ACC’s (antecipação de contratos de cambio) no valor de ditos 19 bilhões de dólares, com bilionários prejuízos para nós brasileiros, teria qualquer tipo de problema, a não ser com o Tribunal de Contas da União?
O presidente quando fala em recompor o caixa, deve estar referindo-se ao Tesouro Nacional, o BNDES, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil que estão aí para socorrer patrioticamente a estatal.
Comprovadamente, parece que a estatal não precisa recompor seu caixa, pois há dias, contrariando parecer do Tribunal anunciou o pagamento de milhões de reais em dividendos aos seus acionistas.
Ora, até no Sitio do Pica Pau Amarelo, tão bem administrado por dona Benta, sabe-se que só distribui dividendos a empresa que está bem de saúde financeira, o que não parece muito ser o caso da estatal.
É interessante, que para o pessoal do governo, quem critica e aponta os mal explicados negócios da direção da estatal, que é propositalmente confundida com a própria empresa, é taxado de inimigo do país, antipatriótico e outros epítetos. Certamente, Lobato estaria entre estes.
Para eles a direção da Petrobras seria intocável e a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito seria coisa que o governo nunca poderia imaginar e que agora foi conseguida graças ao Senador Mozarildo Cavalcante (PTB RR). Esta foi a grata surpresa de 2009 e esperamos que dê os resultados esperados, trazendo a estatal para o mundo real, onde existem recompensa para os bons e castigo para os ímprobo dos quais a estatal está cheia.
Em homenagem a uma verdade histórica e para lavar a alma do autor do Poço do Visconde sugeriríamos batizar a CPI de Monteiro Lobato, num tributo a aquele que batalhou para a criação deste, hoje, monstro de sete tentáculos que tornou-se um poder autônomo dentro do Estado, já tendo sido chamado e com razão de República da Petrobras.
Luiz Bosco Sardinha

terça-feira, 2 de agosto de 2011

No - 208 – COLUNA DO SARDINHA

O DÓLAR AZUL E A MOEDA FURADA
O DÓLAR FURADO (Dublado e legendado) - Jundiaí - SP - Brasil

“Washington DC – Há rumores nesta capital de que o governo prepara a maior
reforma monetária da história mundial. Embora não confirmada, há indícios
cada vez mais fortes de que algo deverá ocorrer, haja vista as declarações do
Secretário do Tesouro de que “só voltando às origens e a nossa infância, a
moeda americana será salva da bancarrota”.

Esta declaração coincide com os fundamentos dos boatos.

A bicentenária moeda americana que desde Bretton Woods em 1.947, cúpula
que criou o Fundo Monetário Internacional, é usada como padrão e reserva de
todas as moedas do globo, vem sofrendo uma enorme corrosão pricipalmente
nos ultimos dez anos, pela emissão descontrolada da moeda e o aumento da
dívida pública.

Diz-se que há hoje em circulação cerca de 70 trilhões de dólares em papel
moeda, números que não podem ser comprovados por tratar-se de verdadeiro
segredo de Estado, que somados a outros papéis atrelados à moeda
americana perfariam a extraordinária e planetária quantia de 140 trilhões, sobre
os quais Washington perdera o controle.

Não é para menos, o déficit público americano que está nas alturas dos 14
trilhões de dólares, cerca de 20 por cento do meio circulante, sistematicamente
empurrado com a barriga nestas ultimas décadas, é em grande parte
financiado pela emissão de moeda nova, que empanturra o mercado e a
desvaloriza a níveis preocupantes, arrastando consigo todos os ativos a ela
atrelados.

A crise de 2.008 foi um primeiro alerta de que algo está errado no sistema
financeiro mundial, que vive essencialmente de bolhas de vida curta,
financiadas pelo capital especulativo e não-produtivo.

Ao combatê-la o presidente Obama optou por usar um remédio que mais atiçou
o fogo do dragão da especulação e que apenas jogou a solução para um
futuro incerto, ao investir bilhões de dolares em empresas que lucraram rios de
dinheiro apostando contra o próprio dólar.

Um país que encareceu em demasia a produção de bens, levando os donos do
capital produtivo a investi-lo nos países asiáticos e particularmente na China,
agora vê-se em dificuldades para reverter este quadro pelas vias normais.
Somente uma reforma monetária profunda, que trouxesse de volta o capital
produtivo, traria novos horizontes para a economia americana e por extensão
mundial.

OPINIÃO





Privatização não é sempre solução

Heitor Scalambrini Costa
Professor da Universidade Federal de Pernambuco
Papel de Parede - Fissuras Elétricas 1600x1200




Passados quase 20 anos desde o inicio das privatizações das distribuidoras de energia elétrica, já se pode fazer um balanço do que foi prometido; e realmente do que esta ocorrendo no país, com um primeiro semestre batendo recorde em falhas no fornecimento de energia elétrica em diversas regiões metropolitanas.

domingo, 24 de julho de 2011

No 207 – COLUNA DO SARDINHA


LHULLA RELOADED (LULA, O RETORNO)


Depois de quase sete meses, o ex-presidente Lula retorna à cena política nacional. Como todo fato e notícia, isto traz duas consequências, uma boa e uma má.

sábado, 23 de julho de 2011

O DRAMA AMERICANO (CORREIO DO BRASIL)


Diante da quebra iminente, EUA param para avaliar teto de endividamento

Por Redação, com agências internacionais - de Washington
Obama
Obama concedeu uma entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira
O presidente norte-americano, BarackObama, suspendeu as negociações orçamentárias, para dar aos parlamentares uma chance de chegar a um acordo para um “plano de ação” sobre como evitar um default.
Obama, que prometeu reunir-se diariamente com os parlamentares até que um acordo sobre a elevação do teto da dívida seja alcançado, deu aos democratas e republicanos até sábado de manhã para reconsiderarem suas posições nas negociações. As negociações sobre a dívida devem ser retomadas no fim de semana.

ECONOMIA FINANÇAS (CORREIO DO BRASIL)


A urgência do controle de capitais externos

Por Paulo Kliass
Do Correio do Brasil
A turminha das finanças continua enchendo os tubos de dinheiro fácil, graças à política de juros altos e câmbio valorizado patrocinada pelas autoridades econômicas. O Brasil parece ir cada vez mais direto, feliz e contente, no rumo da desindustralização.
Ultimamente, a realidade tem dado uma verdadeira chacoalhada nos dogmas da ortodoxia monetária e econômica. A recentíssima tempestade na chamada “zona do euro”, em que a Itália foi elevada à bola da vez dos responsáveis pela especulação das finanças no plano internacional. E os integrantes da Comissão Européia começam a considerar também a adoção medidas de controle de capital, além das já conhecidas práticas de ajuda aos bancos e instituições financeiras.
finanças
No nosso Brasil, os dados com gastos no exterior nos últimos meses têm revelado um salto preocupante – em maio subiram quase 50% em relação ao ano passado. Por essa e por outras, o quadro das contas do nosso setor externo dão sinais de intranqüilidade.
 Afinal, com o real assim tão valorizado frente ao dólar norte-americano e às demais moedas internacionais, a situação fica típica de um mundo de fantasia ou de uma conjuntura periclitante – a escolha fica por conta do freguês. 
A taxa de câmbio atual remonta aos valores de 1999! A classe média se esbalda em viagens ao exterior como nunca antes. As classes de menor renda se incorporam às fileiras dos que se empanturram na qualidade duvidosa dos produtos “made in China”. 

SEXUALIDADE (ANA ECHEVENGUÁ)


“Há rumores sobre a sua sexualidade...”

Ana Echevenguá


Sexo é sempre o assunto da hora. Ocupa a mídia e a cabeça dos mortais.  

Tanto na Câmara de Vereadores de São Paulo como na Câmara dos Deputados, em Brasilia, tramita projeto de lei para criação do Dia do Orgulho Heterossexual. Como forma de protestar contra os avanços dos direitos dos gays.

sábado, 16 de julho de 2011

A VOLTA

Roberto Gurgel apresenta alegações finais da PGR na ação penal do Mensalão


Procurador-geral da República Roberto GurgelFoto: Carlos Humberto - STF
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, apresentou ontem (07/07) as alegações finais do Ministério Público da União na ação penal (AP 470) sobre o esquema de corrupção conhecido como “Mensalão”. 


Em 390 laudas, divididos em 792 tópicos, Gurgel pede a procedência da ação contra 37 dos 38 réus dos autos – a única exceção é em face de Luiz Gushiken.

Denúncia – Gurgel expôs o conteúdo original da denúncia, formulada pelo então procurador-geral da República, Antonio Fernando Barros e Silva de Souza. O chefe do MPU atribuiu a prática dos crimes de formação de quadrilha, falsidade ideológica, corrupção passiva, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro, além do delito de gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

VERDADE FISCAL COMEÇA A APARECER


Brasil capta US$ 500 milhões no exterior com menor taxa de juros da história

do Correio do Brasil
 Por Redação, com agências de notícias e RBA - de Brasília
Os juros são os maiores vilões do crédito no país
Os juros são os maiores vilões do crédito no país
A emissão de títulos da dívida brasileira no exterior pagará a menor taxa de juros da história. 
Segundo o Tesouro Nacional, responsável pela operação, serão pagos 4,188% ao ano, patamar mais baixo alcançado para papéis em dólar com prazo de dez anos. 

Ao todo, foram captados US$ 500 milhões de investidores norte-americanos e europeus.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

ITAMAR FRANCO - SINGELA HOMENAGEM

UFPel - Artigo do Reitor Cesar Borges: Itamar Franco e a Fronteira Brasil-Uruguai

itamar-franco
A recente perda de Itamar Franco conduz à singela homenagem de quem, havidos quase vinte anos, conheceu, através da atitude decisiva do ex-Presidente da República, o seu amor pelo Brasil. Reporto-me aos idos de 1993, quando, a partir da extinção da  Sudesul, órgão pertencente ao antigo Ministério do Interior, a UFPEL recebia as atribuições de administrar o lado brasileiro do Tratado  Brasil-Uruguai da Lagoa Mirim, firmado há pouco mais de um século , consolidando os vínculos históricos e culturais entre as duas nações.


MORALIDADE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA



DSC_0040Imoralidade na esfera governamental


Imoral, mas não ilegal. O noticiário de política e administração pública está repleto de escândalos onde a conduta dos personagens em questão não fere a Lei, e, no entanto, é indecorosa, inadequada e imprópria para aqueles que ocupam cargos no governo.


 Promulgada em 1992, a Lei de Improbidade Administrativa prevê punições para casos de enriquecimento ilícito, favorecimento e tráfico de influência, mas é pouco aplicada e muitos casos sequer são julgados. 


Neste contexto, valores como honestidade, imparcialidade e zelo pelo dinheiro público são postos de lado. O Observatório da Imprensa discutiu o papel da mídia na busca pela moralidade da esfera governamental.

No. 205 – COLUNA DO SARDINHA


SEM BUFAR E NEM MIAR

O Brasil para consumo externo é uma democracia, um regime estável, que tem seus governantes eleitos “do povo, pelo povo e para o povo” e assim é visto pelos demais países do globo.

Iisto é correto, afinal temos eleições, governantes formalmente eleitos, manifestação do povo nas urnas e diversos  atributos caracterizadores de uma nação democrática.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

ESCÂNDALO NO MINISTÉRIO


Câmara também convida Nascimento para depor, sem blindagem do Planalto

Do Correio do Brasil
  Por Redação - de Brasília
Nascimento
Senador licenciado, Nascimento ainda ocupa a pasta dos Transportes
Três comissões da Câmara dos Deputados aprovaram, nesta quarta-feira, convites ao ministro dos Transportes, AlfredoNascimento, a comparecer à Casa para explicar as denúncias de corrupção em obras.

sábado, 9 de julho de 2011

LULA E FHC

VIRAM NO QUE DEU?

* Percival Puggina


Era de se imaginar que maconheiros, traficantes, falsos progressistas, defensores do relativismo moral, partidários da tolerância com o intolerável, turma do politicamente correto, bem como seus assemelhados na esfera política onde todos gravitam, se encantassem com as mais recentes decisões do Supremo. Afinal, o Brasil está ficando como eles querem e o STF levando os descontentes a entender quem é que manda no pedaço.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

No. 204 – COLUNA DO SARDINHA

AS VIAS E OS DESVIOS

Decisões polêmicas cercaram o Supremo Tribunal Federal na última quadra, algumas à altura do órgão máximo da Justiça brasileira e outras, nem tanto. Decisões polêmicas que custaram muito verbo e tinta para a mídia, que no entanto, apesar da repercussão, não tem a importância que emprestaram-lhes.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

CORRUPÇÃO E CINISMO

Mediocridade blindada 

A corrupção e o cinismo no Brasil parecem imunes a quaisquer ações ou somos nós que permanecemos em estado de choque permanente diante das afrontas diárias de políticos e gestores públicos? Será preguiça, ignorância ou covardia?