MARINA

Má li esse poema umas dez vezes. Foi a coisa mais bonita que já fiz. Andei trocando umas palavras, corrigindo vou mandar de novo prá vc montar um slide vou mandar imprimir e mando p/ vc pelo correio MARINA No ambiente amplo Paredes brancas, Iluminado por uma Réstia de luz Qu’escapava esguia Por cortina balouçante, Uma marina deslumbrante, Com mares azuis, tal Olhos de uma diva. O píer branco qual Espumas das ondas O conjunto enfeitando. Barcos que partiam E chegavam Se quem ia ou voltava Não sei se ria Ou só chorava. Ah! como amava Esta marina que, De amor minha Vida povoava 22.03.09 LUIZ BOSCO SARDINHA MACHADO ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ QUEM SOU EU MARINA SILVEIRA- PROFESSORA, TECNÓLOGA AMBIENTAL E ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

domingo, 30 de maio de 2010

NOVO CÓDIGO FLORESTAL PARA QUÊ?






Existem leis e leis. Umas brandas, outras rígidas, umas que “pegam”, outras que não, sendo certo que a maioria delas no Brasil nasceu para não ser cumprida.
Getulio celebrizou-se, não só por ser um ditador, mas também por cunhar a frase “a lei ora, a lei”, dizendo com isto, que ele tudo podia.

Isto virou institucional, tanto assim que a regra no Brasil é não cumprir-se a lei. Se existe pena para quem não o faz, existem recursos e maneiras mil para postergar ou evitar o cumprimento da pena, além logicamente, da morosidade da Justiça, que sempre favorece os infratores.

sábado, 29 de maio de 2010

FLORESTAS EM PERIGO - AJUDE A SALVAR O CÓDIGO FLORESTAL

Caros amigos, As nossas florestas estão em perigo! Deputados ruralistas querem destruir o Código Florestal Brasileiro, liberando o desmatamento de áreas protegidas por lei, especialmente na Amazônia. Assine a petição para salvar o Código Florestal:



Próxima terça-feira dia 1 de junho nossas florestas irão sofrer um ataque perigoso – deputados da “bancada ruralista” estão tentando destruir o nosso Código Florestal, buscando reduzir dramaticamente as áreas protegidas, incentivando o desmatamento e crimes ambientais.

O que é mais revoltante, é que os responsáveis por revisar essa importante lei são justamente os ruralistas representantes do grande agronegócio. É como deixar a raposa cuidando do galinheiro!



Há um verdadeiro risco da Câmara aprovar a proposta ruralista – mas existem também alguns deputados que defendem o Código e outros estão indecisos. Nos próximos dias, uma mobilização massiva contra tentativas de alterar o Código, pode ganhar o apoio dos indecisos. Vamos mostrar que nós brasileiros estamos comprometidos com a proteção ambiental – clique abaixo para assinar a petição em defesa do Código Florestal:






Enquanto o mundo todo defende a proteção do meio ambiente, um grupo de deputados está fazendo exatamente o contrário: entregando de mão beijada as nossas florestas para os maiores responsáveis pelo desmatamento do Cerrado e da Amazônia. Eles querem simplesmente garantir a expansão dos latifúndios, quando na verdade uma revisão do Código deveria fortalecer as proteções ao meio ambiente e apoiar pequenos produtores.

As propostas absurdas incluem:
Reduzir a Reserva Legal na Amazônia de 80% para 50%
Reduzir as Áreas de Preservação Permanente como margens de rios e lagoas, encostas e topos de morro:
Anistia aos crimes ambientais, sem exigir o reflorestamento da área
Transferir a legislação ambiental para o nível estatal, removendo o controle federal
Essa não é uma escolha entre ambientalismo e desenvolvimento econômico, um estudo recente mostra que o Brasil ainda tem 100 milhões de hectares de terra disponíveis para a agricultura, sem ter que desmatar um único hectare da Amazônia.
A proteção das floretas e comunidades rurais dependem do Código Florestal, assim como a prevenção das mudanças climáticas e a luta contra a desigualdade do campo. Assine a petição para salvar o Código Florestal e depois divulgue!

http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/?vl

Juntos nós aprovamos a Ficha Limpa na Câmara e no Senado. Se agirmos juntos novamente pelas nossas florestas nós podemos fazer do Brasil um modelo internacional de desenvolvimento aliado à preservação.

Com esperança,
Graziela, Alice, Paul, Luis, Ricken, Pascal, Iain and the entire Avaaz team
Saiba mais:



País tem 100 mi de hectares sem proteção - Estado de São Paulo:

Estudos ressaltam importância ambiental do Código Florestal - WWF:

Para ambientalistas, relatório de Rebelo é genérico e equivocado :

sexta-feira, 28 de maio de 2010

CADASTRO GERAL DE EMPRESAS

Estatísticas do Cadastro Central de Empresas – Fonte IBGE

Base: Ano de 2008

Empresas foram responsáveis por 70,3% dos empregos formais e pagaram 62,1% dos salários em 2008 Em 2008, as empresas representavam 88,5% do total das organizações ativas no Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), absorviam 73,7% do pessoal ocupado total, 70,3% do pessoal assalariado e 62,1% dos salários pagos no ano. 51,2% das empresas eram comerciais e ocupavam 30,0% do pessoal ocupado total nas empresas. As Indústrias de transformação destacaram-se empregando 27,6% das pessoas e pagando 33,6% dos salários no ano. O salário médio mensal pago pelas empresas foi de 3,1 salários  mínimos médios. Do total de 4,1 milhões de empresas ativas, 3,6 milhões ou 88,7% eram microempresas, mas foram as grandes empresas que empregaram 52,5% das pessoas e pagaram 68,3% dos salários.

HORMÔNIOS ARTIFICIAIS NO AMBIENTE: RISCOS À SAÚDE PÚBLICA - 3a. PARTE

Sônia Corina Hess (Eng. Química, Dra. em Química, professora da UFMS)


Ftalatos



Os ftalatos representam uma classe de materiais produzidos industrialmente em larga escala. Os mais pesados, como o DEHP o DiNP e o DiDP, são produzidos em maior quantidade para a aplicação em materiais de construção, móveis, roupas e, principalmente, para dar flexibilidade ao PVC. Aqueles com pesos moleculares relativamente baixos, como o DMP, o DEP e o DBP, são utilizados em solventes e em adesivos, tintas, cosméticos, ceras, inseticidas e produtos farmacêuticos e de uso pessoal. O BBP é um plastificante muito utilizado na confecção de pisos poliméricos, em materiais plásticos à base de celulose, acetato de polivinila, poliuretanas e polisulfetos, em couros sintéticos, cosméticos, como agente dispersante em inseticidas, repelentes e perfumes, entre muitos outros produtos (Sonnenschein & Soto, 1998).

quinta-feira, 27 de maio de 2010

No - 158 – COLUNA DO SARDINHA


FICHA LIMPA PARA TODOS







O triste espetáculo do bate-boca protagonizado entre os ministros do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes então ministro-presidente e Joaquim Barbosa, ocorrido há algum tempo atrás e transmitido ao vivo e a cores para o Brasil inteiro, com o ultimo acusando o outro de crime de pistolagem no Mato Grosso, deu bem a medida de como o poder Judiciário e a Magistratura por extensão estão chegando neste fim de década que coincide com o fim de mandato do presidente Lula. Triste prenúncio.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

FOLHA – NOVO VISUAL, PRÁTICAS ANTIGAS

Indubitavelmente, a “Folha de São Paulo” sempre foi um dos ícones da imprensa brasileira, dividindo com “O Estado de São Paulo”, “O Globo” e outros como “Zero Hora”, “Correio Brasiliense” um conceito reconhecido até internacionalmente.



Para marcar uma nova fase e tornar-se mais atrativa aos leitores a “Folha” promoveu uma mudança em seu visual, tornando-o mais leve e agradável e que foi mostrado ao público na edição de 23/05.



No entanto não foi só nisso que o jornal paulista mudou.


O leitor de percepção acurada deve ter estranhado que na semana que antecedeu ao lançamento da inovação gráfica, a “Folha” publicou uma pesquisa eleitoral na qual a candidata governista deu uma guinada de cerca de oito pontos (!), empatando no primeiro lugar com o candidato oposicionista.



Ao que se tem notícia, nenhum tsunami eleitoral aconteceu para justificar tal subida e conseqüente queda do outro candidato.



Na edição da mudança, o jornal esmerou-se em explicar que tal alteração na tendência da pesquisa devia-se ao excesso de exposição na mídia no horário gratuito do TRE, que muito pouca gente assiste, da candidata do partido governista. Uma explicação que definitivamente não convence.



Aliado a isto, um aspecto interessante surgiu da nova guinada da “Folha”, que manteve em seu quadro de colunistas fixos, José Ribamar, também conhecido por José Sarney, presidente do Senado e também como eterno situacionista e sempre apegado ao poder.



Na esteira das novidades, o jornal trouxe ainda para a seção “Economia”, nada mais nada menos, que Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda do governo Lula, afastado do cargo por suspeita de violação do sigilo bancário do caseiro de sua propriedade, para tratar de um assunto que mereceria isenção, porquanto influi nos humores do mercado. O petista, ex-prefeito de Ribeirão Preto/SP, não é por certo a pessoa mais indicada para falar com absoluta imparcialidade sobre a política econômica da atualidade brasileira.



Para coroar, o oficialismo ainda que disfarçado, o publicitário do Partido dos Trabalhadores Nisan Guanaes passou a fazer parte do quadro fixo de colaboradores do jornal.



Evidente que, se a “Folha” acha que fazer jornalismo depende, como sempre dependeu, de atrelar-se ao governo por uma questão de sobrevivência, a mudança do design gráfico, será apenas uma mera maquiagem, pois o conteúdo será o mesmo da época do jabá, do jabaculê, bastante conhecidos nos meios artísticos e por isso mesmo execrados, repetindo-se assim, as velhas práticas com novas embalagens.



Luiz Bosco Sardinha Machado, jornalista, MTE 58.114/sp



BALANÇO DE PAGAMENTOS

Fonte BCB

Base: De Janeiro de 2003 até Abril de 2010

Balança Comercial

Série história de nossa balança comercial com base na média/ano foi como segue: 85/89 (superávit de US$ 13,5 bilhões = 4,57% do PIB);

terça-feira, 25 de maio de 2010

SEXTA BÁSICA


Enviado por João Emidio

 

Povo.

 

É para mim pegar. O carro deu perca total. Menas gente. Estes e tantos outros erros são ouvidos diariamente entre nós brasileiros. Uma exposição no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, trata disso. Tema: "Menas: o certo do errado, o errado do certo", que enfoca os erros presentes na nossa fala e escrita. O "pobrema" já começa na premissa que conceituou a mostra. Afirma um dos idealizadores: "Não estamos querendo condenar essas expressões ou dizer ao público o que é certo e o que é errado". "O mais importante é provocar a discussão, a polêmica e a reflexão."

 

Agora tudo ficou relativo. Há um cuidado politicamente correto em ficar em cima do muro. Já basta à prática intelectual promover o debate e não questionar a fundo nossa histórica deficiência educacional. Alega-se: "Errar é humano. O importante é se entender." Como a ignorância da língua é demonstrada até mesmo pelo Presidente da República, fica subentendido que é melhor fazer vista grossa e aceitar tal deficiência como mais um traço de brasilidade.

 

A fala coloquial e a gíria têm modos peculiares de tratar a língua. Natural e aceitável dizer "eu vi ele" e "me passe o sal" porque são exemplos de comunicação informal cotidiana. Outra coisa bem diferente é achar bonito falar dez real, como defende a curadoria da mostra. Erros de linguagem devem ser corrigidos. Preferiu-se fechar os olhos e misturar a incorreção aceitável com o erro imperdoável. Não pode haver o certo do errado, nem tampouco o errado do certo. Erro será sempre erro. E as vítimas são 12 milhões de brasileiros analfabetos adultos e um número muito maior ainda de analfabetos funcionais que mal sabem escrever e entender o que leem.

 

Nóis fumo, nóis vortemo, nóis num vai maisAdoniran Barbosa foi menosprezado por suas músicas trazerem erros de português como esses. Era visto como um compositor exótico, pitoresco, sem maior importância. Até que um dia o emérito e prestigiado professor da USP, Antonio Cândido, reconheceu o verdadeiro valor de sua obra. Deixou claro que as letras de Adoniran evidenciavam recursos linguísticos de uma rica mistura do dialeto caipira com dialetos dos imigrantes europeus. Por exemplo, quem ainda hoje fala despois expressa a forma como a palavra era falada corretamente no século 17.

 

A língua é viva por receber contribuições. É um recurso legítimo de cada povo enriquecer sua língua e um direito de todo artista se servir desse acervo popular. Comprove isso ouvindo "As Mariposas", com os Demônios da Garoa. Quando chega o frio, as mariposas ficam dando vorta em vorta da lâmpida, "elas roda, roda, roda, despois se senta em cima do prato da lâmpida pra descansar". Somente Adoniran iria tão longe no diálogo sedutor entre a 'lâmpida' e a mariposa para permanecer tão fiel, perto e dentro de nossa cultura.

 

Que seje sempre anssim. É nóis.

 

POLITICA DE JUROS

 Fonte MF

Base: De Janeiro de 2010 até Abril de 2010

Custo de Financiamento para Carregamento da Dívida Interna da União.
Ano de 2010
Mês
Efetiva Ano %
Efetiva Mês %
IGPM Mês %
Ganho Real Mês %
Janeiro
13,18
1,0371
0,6300
0,4071
Fevereiro
12,86
1,0132
1,1800
(0,1668)
Março
11,25
0,8923
0,9400
(0,0477)
Abril
11,63
0,9210
0,7700
0,1510
Média
12,23
0,9661
0,8798
0,0863


O custo médio de carregamento da dívida interna da União até abril de 2010 foi de 0,9661% ao mês (12,23% ao ano), com ganho real para os investidores de 0,0863% ao mês (1,04% ao ano), depois de excluída a inflação média/mês do IGPM de 0,8798% ao mês (11,08% ao ano).

Sendo o multiplicador de base médio até abril de 2010 de 1,4200, ou seja: 70,42% dos recursos disponíveis foram esterilizados pelo Banco Central, através dos depósitos compulsórios, o juro mínimo de mercado médio até abril de 2010 foi de 12,23% ao ano  x 3,3806 = 41,34% ao ano (2,9253% ao mês), não considerando outros custos, tais como: impostos, taxas e lucros dos bancos.

Até abril de 2010 a dívida total da União teve PMP (Prazo Médio de Pagamento) de 3,57 anos. Considerando apenas a dívida interna da União em poder do mercado teve um PMP de 3,43 anos.

Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

Ricardo Bergamini

LIVRO LANÇAMENTO

FELIZ NATAL EM AGOSTO NOVO LIVRO DE ROMARIO DE OLIVEIRA

Sinopse


História ambientada no Vale do Cai - Interior do Rio Grande do Sul - região colonizada principalmente por Alemães - na primeira metade do século XX.


Conta a saga de Frances radicado no Brasil.


Homem de personalidade controvertida, composta de virtudes e defeitos. Inerentes em todo o ser humano.


Incapaz de conviver com injustiças procurava aparar arestas. Meios utilizados discutiveis, mas repletos das melhores intenções.


Contador de Histórias e mestre em se envolver em encrencas, nos faz viajar por fantásticos caminhos de "causos", lendas e fatos verídicos do passado Gaucho.


Os diálogos não esqueceram do curioso dialeto do Sul. Traz em suas páginas pequeno dicionário. No intuito de enriquecer o vocabulário do leitor.


Conheça o Velho Frances. Dificil não se apaixonar por ele...

domingo, 23 de maio de 2010

POESIAS

Romario de Oliveira

"AMAR!....


Infinitivo do "substantivo" loucura.
Sintese do inebriante doce amargo do fel.
Incoerência inerente em sentimento sedutor.
Presenteia com a candura do Céu...
Embalada em pacote de dor.

Agradeço o privilégio do sofrimento.
Regalo único do supremo criador.
Preferível sofrer por te amar.
Do que existir sem o teu amor..."

sábado, 22 de maio de 2010

SEGUNDO A UBAM - LULA RECONHECE QUE FEZ MUITO POUCO PELOS MUNICÍPIOS

Leonardo Santana - Presidente da UBAM
Foto: Assessoria de Comunicação da UBAM

A participação do presidente Luis Inácio Lula da Silva marcou o encerramento da XIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios na última quinta-feira (20), evento que é realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) todos os anos, como forma de tentar atrair a atenção do governo para a situação dos “entes federados”.
Como todas as organizações municipalistas que estão crescendo no país, a exemplo da União Brasileira de Municípios (UBAM), a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e a Associação Brasileira de Municípios (ABM), a Confederação Nacional dos Municípios, que já atua há 30 anos, tem buscado diálogo com o governo, embora isso já devesse ter acontecido.

PREVIDÊNCIA SOCIAL NO BRASIL


Ricardo Bergamini

Nos meus 40 anos dedicados ao estudo das ”Contas Nacionais” posso afirmar ser esse o tema mais confuso de todos, visto sua alta complexidade e pelas distorções acumuladas ao longo de sua existência, além de que, por deformação cultural de nossa sociedade, todos os temas no Brasil são abordados superficialmente na análise quantitativa dos problemas nacionais, sem nenhuma profundidade na análise qualitativa dos problemas nacionais.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

PLANO VITAL PARA O FUTEBOL BRASILEIRO


Vital Battaglia dispara o “Plano Vital”, nome que dei a seu ousado plano que promete salvar o pobre futebol brasileiro

É critica para todos os lados. Veja quais os destinos da Seleção e de clubes como Corinthians, São Paulo, Santos, Palmeiras e Flamengo

São-paulino, detentor de prêmios Esso de jornalismo, Vital Battaglia, 67 anos, é o mais importante repórter de futebol que o Brasil já conheceu. Brilhou nos anos 70, 80 e 90 principalmente no Jornal da Tarde, irmão de O Estado de S. Paulo. Hoje um pouco distante do jornalismo, mas ainda atuante no esporte como escritor (está lançando livro sobre táticas do futebol), Vital sempre foi homem de ideias. No momento, o que mais deseja é salvar nosso futebol. Aqui, neste pingue-pongue – ele não queria dar entrevista, foi um custo –, o repórter mostra o que é preciso fazer, de mais urgente, para que o futebol brasileiro não sucumba de vez nem fique para trás e volte a ser o melhor do mundo. É imprescindível que as mudanças por ele propostas comecem a ser postas em prática já, antes da Copa da África. Acompanhe.  

quinta-feira, 20 de maio de 2010

COLUNA DO SARDINHA - A ERA DELLE 3


A democracia ainda não chegou à Economia brasileira e se depender dos últimos governos – FHC e Lula – dificilmente chegará.

O primeiro FHC promoveu uma mal planejada privatização, que transferiu aos particulares, monopólios que antes pertenciam ao Estado e que agora ficaram sujeitos aos humores e misericórdia de empresários, a maioria estrangeiros, cujo escopo invariavelmente é o lucro – e se for fácil, melhor ainda.

terça-feira, 18 de maio de 2010

PERFIL DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

Base: Ano de 2009 - IBGE

Apenas 7,1% dos municípios têm delegacia da mulher. Dez anos depois de sua primeira edição, a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) coletou, novamente, informações a partir de questionários respondidos por 5.565 prefeituras. Além da Administração, Habitação, Esporte, Cultura, Segurança, Transporte, Meio Ambiente, foram investigados, pela primeira vez, três novos temas: Direitos Humanos, Saúde e Políticas de Gênero dos municípios brasileiros.

Apenas 18,7% dos municípios do País tinham estruturas organizacionais voltadas à temática de gênero, e somente 7,1% dos municípios dispunham de Delegacias Especializadas para atendimento às mulheres. Um em cada quatro municípios tinha estrutura específica para gestão de direitos humanos. Em 126 municípios havia políticas específicas para lésbicas,gays, bissexuais, travestis e transexuais.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

HORMÔNIOS ARTIFICIAIS NO AMBIENTE: RISCOS À SAÚDE PÚBLICA - 2a. PARTE

Bisfenol A

Por muitos anos, o Bisfenol A (BPA), tem sido uma das substâncias químicas de maior produção ao redor do mundo, alcançando 2,7 milhões de toneladas em 2003. É uma matéria-prima industrial que está presente em muitos itens, como: mamadeiras, garrafas de água mineral, selantes dentários, latas de conserva, lentes de óculos, materiais automotivos, encanamentos de água de abastecimento, adesivos, CDs e DVDs, impermeabilizantes de papéis, tintas etc. Tais materiais sofrem processos que resultam na liberação do Bisfenol A livre em alimentos, bebidas e no ambiente (Sonnenschein & Soto, 1998; Kang et al, 2006; Vom Saal & Welshons, 2006; Welshons et al, 2006).

DE GEISEL A LULA...

"Se você não mora em Brasília, porque mandar tanto dinheiro para lá?"
(Thomas Korontai - Fundador do Movimento Federalista no Brasil e
Presidente do Instituto Federalista do Brasil)
De Geisel a Lulla, a irresponsabilidade dos tomadores de empréstimos
________________________________
Gerhard Erich Boehme


"O mercado financeiro internacional, por gratidão, deveria colocar um
busto do Presidente Lula em cada agência bancária existente no
planeta, e não apenas conceder o simbólico prêmio de Estadista Mundial
inventado às pressas." (Professor Ricardo Bergamini)

domingo, 16 de maio de 2010

SANTA CATARINA - INCINERADORES DE LIXO CAUSAM IMPACTO

Preparem-se: a história do incinerador está de volta!



Ana Echevenguá







Mais uma empresa de incineração está invadindo Santa Catarina. Segundo um periódico de Criciúma1, a espanhola Azahar apresentará, ao empresariado da região sul, como produzir energia queimando lixo.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

SÃO PAULO FAVORITO DE NOVO

São Paulo de novo favorito,

Flamengo vacila com dois

centroavantes e Massa

já era na Fórmula 1





Não vou me conformar nunca nem aceitar a incompetência e a decadência de nossa mídia, em especial, da esportiva, que não faz mais jornalismo. Pasme, nossa crônica ainda nem sequer sabe por que o São Paulo deu ontem a volta por cima, superou o Cruzeiro no Mineirão e (o campeão voltooooou!) é de novo favorito para ganhar a Libertadores. Ela também não sabe – vige! – por que o Flamengo, depois de despachar o Corinthians, tropeçou feio outra vez e agora vai precisar de muito rebolation para seguir em frente. É impressionante, a mídia até mesmo não percebeu ainda que a Ferrari já fritou à milanesa Felipe Massa. Que desde o começo da temporada o brasileiro vem sendo forçosamente ‘escada’ de Alonso nem ganha mais carro em igualdade de condições e tão veloz quanto o do espanhol.






São Paulo rides again!







Há mais de um ano, venho dizendo que, com o poste Washington lá na frente, o São Paulo faz belos gols, mas tem sempre um a menos em campo e fica muito vulnerável. Recentemente, o técnico Ricardo Gomes percebeu isso – ufa! – e começou a mudar o time, primeiro sacando Washington, sob vaias (foi chamado de burro) e protestos da torcida, que é tão ingênua e bobinha quanto a mídia e os dirigentes.



Ontem, o time parece ter resolvido definitivamente o problema, com a contratação do veterano (campeão mundial interclubes pelo Inter, Fernandão), uma das paixões de Luis Fernando Verissimo. Apesar de não ter mais aquela mobilidade nos seus 32 anos, Fernandão é centroavante moderno, ou seja, um “faz-tudo” em campo, inclusive ser maestro. Ontem, ele engoliu o Cruzeiro, em pleno Morumbi.



Nossa mídia reconheceu que Fernandão deu nova cara ao São Paulo, mas não se atreveu a dizer que o Tricolor se superou porque, finalmente, pôs fim à Era Washington. São raros os jornalistas especializados que entendem de futebol e sabem que, nos dias de hoje, não há mais espaço para o jogador especialista que só exerce uma função em campo, como Washington.



Palavras do zagueiro Alex Silva, depois do jogo: “Quando eles marcam lá na frente, fica mais fácil para a gente, o time cresce”. Aí está: o campeão voltoooou, é de novo o favorito, só um acidente de percurso tira este título do São Paulo.







De novo, o vacilo do Flamengo!







Enquanto o São Paulo resolve finalmente seu velho problema, o Flamengo persiste no mesmo erro, perde mais uma vez em casa e agora vai precisar de muito rebolation para seguir em frente na Libertadores. Não é possível que essas coisas continuem acontecendo no futebol brasileiro, sob as barbas dos dirigentes, técnicos e jogadores incompetentes e sob a cegueira de nossa mídia esportiva!



Meu Deus, o Flamengo jogou um primeiro tempo sofrível contra o Corinthians, quase tomou quatro em vez de dois, só porque jogou com dois centroavantes, o que é burro em qualquer circunstância, O QUE VENHO DIZENDO HÁ MAIS DE DEZ ANOS!!! Aí, no segundo tempo, reforçou o meio-campo com a entrada de Kléberson e tirou um centroavante (deveria ter sacado Adriano em vez de Vagner Love). Foi o que bastou para eliminar o Timão. Ontem, parece não ter aprendido a lição!!!



O que acontece? O Flamengo voltou a jogar ontem com dois centroavantes – Adriano e Love – e teve a sorte de não ter tomado uns seis e de ter conseguido aquele segundo gol no final. Não será surpresa se voltar a jogar, fora de casa, com os dois centroavantes de novo. Será que o futebol brasileiro não tem mais jeito?







É uma vergonha o que fazem com Massa







Não se trata nem mais de ter piedade de Felipe Massa. Agora já é uma questão de bom-senso. O piloto brasileiro foi guindado a ‘escada’ de Fernando Alonso tão logo este chegou à Ferrari, no ano passado. De lá para cá, a equipe vem submetendo Massa à mesma tortura pela qual passou Rubinho nela, quando companheiro de Michael Schumacher. Em suma, o brasileiro já dançou na Fórmula 1, e a Globo precisa agir já para evitar que o fã brasileiro perca, a partir daí, o interesse pela categoria e migre definitivamente para a Fórmula Indy. A possibilidade está no ar e é bastante concreta.



Há muito tempo, Massa não recebe o mesmo tratamento nem o mesmo apoio da equipe dado a Fernando Alonso. Desde o GP da China que ele tem pilotado um carro mais frágil e menos veloz que o de Alonso. Não há mais igualdade de condições em nenhum item. Isto só concorre para que Massa perca prestígio. E ninguém vai fazer nada? Cadê a Globo, que tem tanto interesse em Felipe? Cadê a mídia especializada brasileira, que nem se deu conta disto ainda? É uma vergonha!



Ainda não começaram a dizer que Massa já é o novo “eterno vice”, o novo “pé-de-chinelo” da Fórmula 1, como fizeram com Rubinho. Mas nossos cronistas especializados já estão “informando”, aos fãs da F-1, que Alonso começa a provar ser o melhor da Ferrari e já ser merecedor da condição de “piloto número um”.



A Ferrari está na dela, não pode agir de outra forma. Alonso foi para a equipe porque há um caminhão de patrocinadores bancando isto. Os reis e príncipes espanhóis vão às corridas para posar ao lado do piloto espanhol e dar “aquela” força. A troco de quê a Ferrari iria privilegiar Massa?



O piloto brasileiro também não tem o que fazer. Se calar, o bicho pega, se abrir o bico, o bicho acaba de matar, como fez com Rubinho. Isto é, se ficar quieto, Massa continuará tomando aos poucos de todos os lados e poderá terminar a temporada com a imagem e a autoestima lá embaixo. Se abrir a boca, tomará do mesmo jeito de todos os lados e, de repente, nem sequer renovará contrato com a Ferrari. Não tem para onde ir.



O que não dá para aceitar é a omissão da mídia especializada internacional, sobretudo da brasileira, que se faz de bobinha e não investiga. Nem falo da Globo, que não pode mesmo pôr a boca no trombone: por deter os direitos de transmissão das corridas, perde essa boquinha se falar grosso.



Além disso, os jornalistas da Globo, como Galvão Bueno e Reginaldo Leme, estão amordaçados e não têm como deixar de ser omissos. E os especializados dos demais veículos ou têm um pé na Globo, como Livio Oricchio, do Estadão, ou sonham um dia chegar lá, como Fábio Seixas, da UOL. Por isso, também estão amarrados, não restou mais ninguém para contar a história.



Mas a Globo pode interferir a favor do brasileiro, com mais ajuda, obviamente financeira, mesmo. Não foi o que fez, recentemente, Schumacher? Tá na cara que o piloto alemão correu recentemente de chapéu na mão em busca dos dízimos de velhos patrocinadores e os entregou à equipe. Não foi à toa que, em Barcelona, o alemão voltou a despontar como um dos favoritos ao título deste ano.



É hora de a Globo fazer o mesmo. Não é a Fórmula 1 um dos filés da emissora? Diz o bom-senso que as corridas só consolidam audiência quando há um piloto brasileiro de ponta, com chances de abocanhar o título. Este piloto já apareceu, é Massa, o maior candidato a novo mito do automobilismo desde que ingressou na categoria.



Só que a Fórmula 1, como o futebol, virou um mega-negócio, e a maré deixou de estar para os pilotos brasileiros. A Era Ayrton acabou, agora a categoria “escolhe” quem vai ser o campeão da temporada, e “escolhe” normalmente um europeu que possa encher os cofres da Fórmula 1, como aconteceu com Schumacher e, agora, com Fernando Alonso. Por isso, a Fórmula 1 é essa farsa que aí está e, no Brasil, corre o risco de perder terreno para a Fórmula Indy, o que seria golpe muito duro para a Globo.



Estou distante das corridas, não tenho como entrevistar os pilotos. Não sei se Massa já tem uma noção, ainda que pequena, desse inferno em que se meteu. Não sei se tem consciência de alguma coisa. Só sei que a Globo sacou tudo e, a esta altura, já deve estar fazendo sua ginástica para não perder a boquinha.
 
Tom Capri.
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quinta-feira, 13 de maio de 2010

CORRUPÇÃO NA PETROBRAS: RESPOSTA AO SINDIPETRO


Corrupção na Petrobras: resposta ao Sindipetro

Por João Vinhosa*

Em 5 de maio de 2010, a Agência Petroleira de Notícias publicou a matéria "Sindipetro-RJ fortalece denúncia da entrega do mercado de GNL aos EUA pela Petrobras", por meio da qual a diretoria do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro respondeu ao artigo de minha autoria intitulado "O Sindipetro, Dilma e a corrupção na Petrobras".

quarta-feira, 12 de maio de 2010

DEVEDORES DO INSS - RICARDO BERGAMINI


Devedores do INSS – Fonte - Ministério da Previdência Social

Base: Ano 2008


I – COBRANÇAS ADMINISTRATIVAS


A atividade de cobrança consiste, principalmente, na recuperação dos créditos levantados pela Fiscalização ou confessados pelo contribuinte, relativos à contribuição devida e não recolhida, pelas empresas à Previdência Social.

Durante uma auditoria fiscal efetuada em uma empresa, é verificado o cumprimento das obrigações tributárias por parte do sujeito passivo relativas às contribuições arrecadadas e administradas pela Secretaria da Receita Previdenciária, podendo resultar na constituição de Notificação Fiscal de Lançamento de Débito – NFLD, Lançamento de Débito Confessado – LDC ou Auto de Infração – AI.

Não havendo pagamento, parcelamento ou impugnação do crédito constituído dentro do prazo legal, o processo passa da esfera administrativa para a esfera judicial e o débito é inscrito em Dívida Ativa. Esta seção abrange a atividade de cobrança de processos de débitos administrativos da Previdência Social.

Não são computados os parcelamentos do Programa de Recuperação Fiscal – REFIS, instituído pela MP no 2.0043, de 14 de dezembro de 1999, cujos valores são recolhidos pela Secretaria da Receita Federal, sendo posteriormente repassados à Previdência Social.


Anos

VALOR DE COBRANÇAS ADMINISTRATIVAS (R$ Mil)
-

Tipo de Instituição
-
Total
Órgãos Públicos
Empresas Privadas
Ignorado
-
-
Federais
Estaduais
Municipais
-
-
2006
48.275.473
437.734
5.228.340
4.080.155
38.523.136
6.108
2007
68.721.782
358.024
8.467.786
4.656.205
55.223.872
15.894
2008
74.771.384
247.739
10.860.823
4.587.505
59.064.056
11.261


  Notas:

1 - Cabe ressaltar que do total de R$ 74,8 bilhões em cobranças administrativas no ano de 2008, o montante de R$ 15,7 bilhões eram de órgãos públicos (Federais, Estaduais e Municipais).

2 – Cabe destacar que a inadimplência aumentou de R$ 48,3 bilhões em 2006 para R$ 74,8 bilhões em 2008. Aumento nominal de 54,86%.

II - DÍVIDA ATIVA


As atividades da Dívida Ativa se iniciam a partir de: (a) um processo, oriundo da área de Cobrança Administrativa, relativo ao não recolhimento de contribuições previdenciárias ou ao não cumprimento de obrigações legais que, após uma avaliação da documentação para constatação da certeza e liquidez do débito, é inscrito na Dívida Ativa; e (b) um processo cadastrado na Procuradoria relativo à cobrança de débitos não-previdenciários (originado de ato do qual resulta dano ao INSS).

O débito decorre de uma atuação da fiscalização e é documentado pela emissão de uma Notificação Fiscal de Lançamento de Débito – NFLD, um Auto de Infração – AI, ou um Lançamento de Débito Confessado – LDC, que é uma declaração espontânea do devedor. Caso esse débito não possa ser cobrado na área administrativa do INSS, ele é transferido para a Dívida Ativa, podendo ser, posteriormente, ajuizado e/ou parcelado.



Anos
QUANTIDADE E VALOR DE DÉBITOS NÃO PARCELADOS EM DÍVIDA ATIVA
-
Quantidade
Valor (R$ Mil)
-
Total
Tipo de Instituição
Total
Tipo de Instituição
-

Órgãos Públicos
Empresas Privadas

Órgãos Públicos
Empresas Privadas
2006
637.288
9.113
628.175
138.901.270
10.553.964
128.347.306
2007
636.792
8.095
628.697
142.553.665
8.644.342
133.909.323
2008
738.986
8.837
730.149
162.453.802
10.869.032
151.584.770



  Notas:

1 - Cabe ressaltar que do total de R$ 162,4 bilhões em divida ativa ano de 2008, o montante de R$ 10,9 bilhões eram de órgãos públicos (Federais, Estaduais e Municipais).

2 – Cabe destacar que a dívida ativa aumentou de R$ 138,9 bilhões em 2006 para R$ 162,4 bilhões em 2008. Aumento nominal de 16,08%.


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