O bom-mulato Obama no “samba do crioulo doido”
Por Luiz Ricardo Leitão*

Entre paetês e purpurinas, poucos ousaram dizer que o ambicioso rei está nu.
Apesar da enorme pompa e do frenesi midiático que suscitou, a visita do bom-mulato à nossa Bruzundanga, movida obviamente por mal dissimulados interesses políticos e comerciais, acabou por tornar-se (como toda farsa que se preze) mais uma página hilariante do eterno Febeapá (Festival de besteiras que assola o país) registrado pelo saudoso Sérgio Porto nos idos do século 20.























