COLUNA DO SARDINHA
Nos tempos de FHC o sr. Armínio Fraga foi escolhido para presidente do Banco Central, sob os protestos e as críticas da oposição (PT à frente), que levantava restrições ao indicado que tinha em seu currículo ligações perigosas com o maior credor individual do Tesouro Nacional, George Soros.
Realmente, Fraga teria sido secretário do mega-investidor e entregar o Banco, que idealiza nossa política monetária e financeira ao nosso maior credor individual era dar atestado de falência para o país, com um síndico escolhido pelos credores para administrar nossos débitos.
Afinal, já havia um precedente. Na época do Império, Pedro II cogitou entregar o Banco do Brasil, que era responsável por nossa política financeira/monetária, para pagamento de dividas contraidas com a guerra do Paraguai, junto a financistas ingleses. Felizmente, a idéia não foi adiante e daí para frente começamos a arrastar uma dívida pública, que hoje supera os dois trilhões de reais e consome anualmente, em juros cerca de cinquenta bilhões de reais, mais do que o orçamento de três ou quatro ministérios juntos, o da Educação à frente.