MARINA

Má li esse poema umas dez vezes. Foi a coisa mais bonita que já fiz. Andei trocando umas palavras, corrigindo vou mandar de novo prá vc montar um slide vou mandar imprimir e mando p/ vc pelo correio MARINA No ambiente amplo Paredes brancas, Iluminado por uma Réstia de luz Qu’escapava esguia Por cortina balouçante, Uma marina deslumbrante, Com mares azuis, tal Olhos de uma diva. O píer branco qual Espumas das ondas O conjunto enfeitando. Barcos que partiam E chegavam Se quem ia ou voltava Não sei se ria Ou só chorava. Ah! como amava Esta marina que, De amor minha Vida povoava 22.03.09 LUIZ BOSCO SARDINHA MACHADO ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ QUEM SOU EU MARINA SILVEIRA- PROFESSORA, TECNÓLOGA AMBIENTAL E ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

BOM DIA, PETROBRAS!!!


Sonia Hess

AGRADEÇO AOS SENHORES E SENHORAS, BUROCRATAS PLENOS EM SABEDORIA, PELA FUMAÇA QUE MINA A SAÚDE DOS BRASILEIROS.

OS 2.000 PPM DE ENXOFRE QUE OS SENHORES INSISTEM EM NÃO RETIRAR DO DIESEL, NOS FAZEM EXPERIMENTAR SENSAÇÕES INDESCRITÍVEIS, QUANDO SOMOS BANHADOS PELAS NUVENS DE MATERIAIS TÓXICOS EMITIDAS POR ÔNIBUS, CAMINHÕES E OUTROS VEÍCULOS. OS JAPONESES, EUROPEUS E NORTE-AMERICANOS NÃO TÊM ESTA EXPERIÊNCIA, JÁ QUE EM SEUS PAÍSES, O DIESEL NÃO PODE CONTER MAIS DO QUE 50 PPM DO FÉTIDO E PERIGOSO COMPONENTE. 

NÃO HAVERÁ PUNIÇÃO AOS SENHORES E SENHORAS, PORQUE SEU CRIME É DISCRETO. MAS, EM ALGUM MOMENTO, COM CERTEZA, TAMBÉM A SUA PERCEPÇÃO IRÁ DENUNCIAR QUE ISTO NÃO É CORRETO, E QUE AS MAIS DE 4.000 MORTES ANUAIS CAUSADAS PELA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA, SOMENTE NA CIDADE DE SÃO PAULO, COBRARÃO UM PREÇO. SE A MAIORIA DAS PESSOAS AINDA NÃO SABE DISTO, EU E OUTROS TANTOS SABEMOS!!!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O PARTIDO VERDE PRECISA AMADURECER

No - 177 – COLUNA DO SARDINHA


Dificilmente veremos um pleito presidencial tão insosso e insípido como o atual. Os candidatos seja no primeiro turno e agora no segundo,  não contemplaram metas e objetivos, seja na condenação de atos passados, seja na construção de roteiros para viabilização futura.

Mas, isto é até compreensível. Lula, quando assumiu a presidência em 2.002, o fez como fiador dos atos de FHC. Quem não se lembra de seus propósitos de respeitar os “contratos” vigentes? Por “contratos” Lula queria dizer escândalos das privatizações, corrupção, contratos lesivos ao país e tudo o mais que envolvesse a administração tucana.

Lula como fiador foi no mínimo conivente com os  desmandos e teve várias oportunidades de dissecar a administração anterior e simplesmente calou-se. Isto em administração pública chama-se prevaricação, crime tão ou mais grave do que a corrupção.

Dilma Roussef, que durante este tempo todo esteve no poder, só afastando-se para concorrer  à presidência, foi no mínimo cúmplice por omissão.

Por estas razões, não se podia esperar da candidata situacionista uma posição mais firme em torno de denúncias concretas.

Serra por óbvio, não poderia desancar a administração passada e nem investigar algo que ele poderia ter feito parte. Entretanto, isto não impediria que ele cobrasse da administração atual uma posição mais firme no trato com a corrupção.

Quanto aos objetivos futuros, o país parece estar no melhor dos mundos, com a candidata governista prometendo deixar como está prá ver como é que fica e o tucano prometendo fazer mais do que já foi feito, num desfile de mesmice como jamais se viu.

Neste clima, o que poderia esperar de Marina Silva? Nascida politicamente no Partido dos Trabalhadores, que por ele tornou-se senadora; permaneceu no ministério Lula durante sete anos e tal como Dilma,avalizou todos os atos do governo atual. Em certa medida foi também cúmplice por omissão.

Ao sair do PT escolheu um pequeno partido sem identidade e com apenas uma bandeira, a do meio ambiente. O partido Verde que abrigou Marina é em sua essência pendular e ainda ideologicamente imaturo, em tudo diferente de seu congênere alemão.

Como Pilatos no Credo, Marina Silva só poderia ter uma atitude no segundo turno das eleições para presidente: lavar as mãos, deixando que seus partidários sigam os rumos que bem entenderem e demonstrando acima de tudo a falta de compromisso e o pouco interesse pelo futuro de país.

Marina Silva com sua decisão de neutralidade, deixou clara sua falta de decisões firmes e seu alheamento no debate e solução dos problemas nacionais, contribuindo sobremaneira para a mesmice vigente.

Quem não votou em Marina, acertou, pois ela ainda está demasiadamente verde para alçar vôos mais altos. Precisa definir-se e amadurecer muito.

Luiz Bosco Sardinha, advogado e jornalista




terça-feira, 26 de outubro de 2010

BRASIL É 69o. EM CORRUPÇÃO

Indice de corrupção mundial mostra EUA pior e Brasil, melhor

Por Dave Graham
Swissinfo

BERLIM (Reuters) - Os Estados Unidos não estão mais entre os primeiros 20 no ranking mundial dos países menos corruptos, manchados pelos escândalos financeiros e a influência do dinheiro na política, disse a Transparência Internacional (TI) nesta terça-feira.

O Brasil subiu para o 69o lugar em comparação ao 75o do ano passado, ficando ao lado de Cuba, Montenegro e Romênia, apesar de manter a mesma pontuação de 2009: 3,7.

A ECONOMIA CRIATIVA E O PAÍS DA QUEBRA DE PATENTES


O Intangível verde e amarelo

The Creative Economy -  o elemento definidor da economia criativa é o potencial de gerar direitos de propriedade intelectual – o que englobaria direitos autorais, desenhos industriais, marcas registradas e patentes.

Para o Reino Unido, um dos países que mais dão atenção ao tema e investem em políticas públicas para o setor, a economia criativa lida com aquelas indústrias que se baseiam em criatividade, aptidão e talento individuais com o potencial de criar riqueza e empregos pelo desenvolvimento de propriedade intelectual. 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

BRASILEIRO ADORA PAGAR JUROS

Procon-SP: juros de cheque especial é maior em década

Do Diário do Grande ABC

Levantamento do Procon-SP aponta que média de juros mensal do cheque especial está em maior patamar para outubro nos últimos dez anos. A taxa apurada é de 9,11% ao mês.

Em 1999, o resultado do mesmo período foi de 9,83% ao mês. Após o registro, não houve superação dos 9%.

Ante setembro, houve acréscimo de 0,01 ponto percentual. A técnica do Procon-SP Cristina Rafael Martinussi atribui a alta a mudança de um dos sete bancos pesquisados.

O HSBC subiu, de 9,51% ao mês para 9,55%, o custo do cheque especial. Os demais bancos, que não alteraram, são: Banco do Brasil (7,95), Bradesco (8,40%), Caixa Econômica Federal (7,15%), Itaú (8,75%), Safra (12,30%) e Santander (9,66%).

O professor de finanças pessoais da EESP-FGV (Escola de Economia em São Paulo da Fundação Getulio Vargas) Samy Dana arrisca que o spread bancário contribuiu para a alta nos anos. Este conceito é a diferença entre a taxa de empréstimo cobrada pelos bancos dos contratantes e a alíquota de captação paga pelos clientes.

E ocorre redução do spread devido a taxa de juros Selic, utilizada pelos bancos como diretriz para mesurar o preço do crédito. "A Selic está em seu menor patamar nos últimos anos. E isso faz com que o spread caia", explicou Dana. Assim, as instituições aumentam o custo do crédito para compensar a queda no spread.

A coleta da pesquisa ocorreu no dia 15, antes da decisão do BC (Banco Central do Brasil) em manter a Selic e 10,75% ao ano. "Como não houve alteração, é provável que os resultados continuem os mesmos hoje", pontuou Cristina. Os dados são das taxas máximas pré-fixadas para clientes pessoa física e período de 30 dias.

O economista-chefe da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Rubens Sardenberg, disse que o cheque especial é crédito de condições especiais. "Ele dificilmente é alterado por mudanças na política econômica." Acrescenta que, segundo o BC, os cheques representaram R$ 17 bilhões, em agosto, contra R$1,5 trilhão no total de crédito do mês.

PESQUISA

Dana critica a cultura da população. "O brasileiro não olha para os juros", disse. Ele aconselhou que o consumidor, se precisar de crédito, não utilize o cheque especial. "O CDC (Crédito Direto ao Consumidor) é barato, por exemplo", acrescentou. Cristina observa que o crédito consignado é outra opção

O SOCIALISMO MORREU?

PROFISSÃO DE FÉ




 
 
Parafraseando o grande Nelson Rodrigues quero comunicar a todos os meus entes queridos que eu agora sou um ex-covarde. No passado, por medo de ferir algum incauto eu me acovardei. Por temer as "grandes e incontestáveis verdades" da esquerda várias vezes eu me calei. Omiti minha opinião, escondi minha convicção, amarelei.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O BRASIL PRECISA DE OUTRO BANCO DE DESENVOLVIMENTO

Um banco de desenvolvimento?



O Brasil precisa de um banco de desenvolvimento, de política para desenvolver setores de alta tecnologia e de um sistema de financiamento em bases privadas para não depender totalmente do BNDES. Luciano Coutinho.
Para Luciano Coutinho, presidente do BNDES, o fato de a Índia estar internacionalizando software e fármacos, e a Coreia do Sul, assim como a China, automóveis e produtos de tecnologia de ponta, não diminui a importância da internacionalização das empresas brasileiras, ainda que, até o momento, elas se dediquem ao abatedouro de bois (exemplo do Grupo JBS/Friboi).

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

OPINIÃO DO LEITOR


SETE CIDADES



Segundo levantamento feito pela empresa internacional de auditoria PricewaterhouseCoopers, a cidade de São Paulo deverá figurar como a décima terceira  do mundo em produção de riquezas. 

Outras seis cidades brasileiras deverão figurar na lista das cem cidades mais ricas do mundo, segundo o levantamento; Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife e Salvador. 

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

TERGIVERSANDO NA MINA SAN JOSE


No. 176 – COLUNA DO SARDINHA



 O mundo assistiu estático a bem sucedida operação de socorro dos mineiros soterrados da mina San Jose em Copiopó, Chile. Durante sessenta e dois dias o evento foi presença obrigatória em todos os meios de comunicação.

Com toda razão, o fato tornou-se um acontecimento midiático, pois ao envolver trinta e três vidas que debatiam-se a mais de seiscentos metros do solo, trouxe à tona a importância da vida e da luta por preservá-la.

sábado, 16 de outubro de 2010

NA GANGORRA DAS PESQUISAS



O chamado "efeito Serra", que tomou conta do mercado na jornada passada, volta a pesar sobre o movimento dos juros futuros, no fechamento desta semana.

Eleições continuam no foco do mercado e juros futuros voltam a cair

SÃO PAULO - O chamado "efeito Serra", que tomou conta do mercado na jornada passada, volta a pesar sobre o movimento dos juros futuros, no fechamento desta semana. A aproximação do candidato tucano José Serra da petista Dilma Rousseff nas pesquisas para a Presidência da República continua a refletir em redução dos prêmios de risco na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), dada a avaliação de que Serra promoveria, logo de início, um ajuste fiscal, o que, naturalmente, afetaria a trajetória da taxa Selic.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

VOTE NA ELITE


Perdi o sono. Levanto e ligo o computador. Vou navegar, um pouco sem rumo, na internet. Encontro dados interessantes no site da “famigerada” CIA. Parêntesis. Acho engraçado o modo como a minha geração é americanófoba. 

O sujeito não fala inglês, nunca visitou os Estados Unidos, não conhece um único americano, mas até treme só de ouvir falar da CIA, do George Washington ou do MacDonald. Um dia desses eu estava lendo uma História dos Estados Unidos e topo com um amigo “comuna”. A reação dele ao ver o volume embaixo do meu braço foi no mínimo estupenda – Você !?!?!? Lendo isso !?!?!? 

terça-feira, 12 de outubro de 2010

MUSEU DOS MUNICÍPIOS

UBAM vai criar o Museu dos Municípios

Leonardo - Ubam.jpg

Com o intuito de salvaguardar o patrimônio histórico-cultural das cidades paraibanas, a União Brasileira de Municípios (UBAM), por intermédio de seu Departamento Nacional de Cultura, vai instalar em todas as capitais brasileiras o Museu dos Municípios, disse hoje o presidente da entidade, Leonardo Santana.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A PERERECA E A ELEIÇÃO

No – 175 – COLUNA DO SARDINHA    


Os partidários da candidatura do Partido dos Trabalhadores à presidência, com a realização do segundo turno, deveriam perder um tempinho com a análise do desempenho eleitoral do deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP).
Tal análise seria fundamental para avaliar qual a percepção do eleitorado por temas desprezados e que eram até motivo de deboche no governo Lula.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

POSIÇÃO OFICIAL DO PARTIDO DEVERÁ SAIR NO DIA 17

marina silva stencil photo
image: Egeu Laus via flickr

PV decidirá no dia 17 sobre apoio no segundo turno
O PV anunciou hoje que fará no dia 17, em São Paulo, a convenção para definir a posição do partido no segundo turno da eleição presidencial. Participarão dessa plenária cerca de 90 pessoas, entre elas cinco representantes do Movimento Marina Silva, cinco colaboradores do plano de governo, cinco delegados religiosos - integrantes de entidades cristãs -, candidatos da legenda que disputaram os pleitos estaduais, a executiva nacional da sigla e a coordenação da campanha da senadora Marina Silva (PV-AC), além de deputados eleitos da agremiação.

ASSISTENCIALISMO GARANTE BOA PARTE DOS VOTOS DE DILMA

'Bolsões de pobreza' deram a Dilma mais de 90% de votos

Uma análise das votações mais expressivas dos três principais candidatos a presidente revela que Dilma Rousseff (PT) mantém o perfil de Lula em 2006. Em alguns municípios do interior nordestino, ela alcançou mais de 90% dos votos.  A área concentra os chamados "bolsões de pobreza". 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

ELEIÇÕES 2.010 - BELO MONTE


BELO MONTE – UM MONTE DE TRANSTORNOS PARA DILMA

 A usina de Belo Monte que a administração petista insiste construir no rio Xingu e que segundo a oposição é a ultima promissória das dívidas de campanha contraídas pelo presidente, sintetiza bem o pouco caso como foi tratada  a questão ambiental na administração lulista.

Se os próceres do PT, acostumados a ganhar tudo no grito, adivinhassem que no segundo turno das eleições presidenciais este assunto adquiriria especial relevância, por certo a conduta seria bem diferente da observada.

CONTRIBUIÇAO PREVIDENCIÁRIA É ALTA PARA BAIXA RENDA

Contribuição previdenciária é alta para baixa renda, segundo Ipea. Mesmo o salário mínimo aumentando nos patamares atuais, a alíquota permanece alta, colocando um terço no mercado informal e desprotegidos.

A contribuição previdenciária é pesada para quem recebe menos de dois salários mínimos, avalia a pesquisadora Maria Paula Santos, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Segundo a especialista, a rotatividade no emprego pode deixar pessoas desprotegidas do sistema público de aposentadoria e auxílios trabalhistas.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

ELEIÇÕES 2.010 - A ONDA VERDE




A reunião marcada pelo Partido dos Trabalhadores para o domingo, logo após a divulgação do resultado das urnas, tinha tudo para ser uma festa comemorativa da eleição em primeiro turno da candidata Dilma Roussef. Evidentemente, não foi o que se viu.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

ELEIÇÕES 2.010 - 0 QUE DIZEM AS URNAS


MANIPULAÇÃO?

Embora um pouco cedo para uma análise do resultado das eleições de ontem (03/10), um aspecto  restou patenteado: o verdadeiro fiasco das empresas (indevidamente chamadas de “institutos”) de pesquisas, que alardearam a vitória em primeiro turno da candidata governista ao cargo máximo da República. As sondagens foram tão discrepantes, que  uma delas dava a Dilma Roussef dez por cento a mais do que ela realmente obteve nas urnas e uma outra apontava como resultado de uma pesquisa de “boca de urna”, uma diferença de 6% em relação ao que ela realmente teve.

domingo, 3 de outubro de 2010

ELEIÇÕES 2.010


ELEIÇÕES

Numa eleição marcada pela ausência de embates ideológicos, mais de cem milhões de brasileiros foram às urnas neste domingo  para eleger o sucessor de Lula da Silva, o quarto presidente na nova ordem constitucional iniciada em 1.988.

Lula graças aos índices de popularidade espalhados aos quatro cantos pela mídia, conseguiu sufocar a oposição, retirando-lhe as bandeiras que poderiam apresentá-la como alternativa a um governo essencialmente populista, que tem no assistencialismo com programas tipo “Bolsa Familia” a grande arma para manter-se no poder.

Aliado a isto, Lula da Silva manteve nos oito anos de governo  um poderoso esquema de publicidade e propaganda pronto para divulgar os feitos de seu governo, que na prática confundia-se com a grandiosidade e a pujança de um país enorme como o Brasil, que efetivamente, não é obra de governo algum.

Em plena campanha eleitoral na ultima semana, com a conivência da Justiça, Lula promoveu um confuso aumento de capital da Petrobras, quase todo ele feito à custa de verbas estatais, numa nítida promoção da candidata oficialista e ao mesmo a estatal anunciava um “recorde histórico” na produção de petróleo de dois milhões e oitenta mil (que precisão estranha!) barris diários.

Na ausência de questionamento do povo, que paga um dos mais caros e piores combustíveis, não sendo, portanto, beneficiário  dessas conquistas, caberia à oposição fazê-lo. No entanto, como comprovam as ultimas declarações sobre o desempenho nas urnas de FHC, oposição no Brasil é sinônimo de composição, “La nave vá” e assim ficamos...

da Redação

sábado, 2 de outubro de 2010

No 174 – COLUNA DO SARDINHA - ÀS URNAS





Já expressamos daqui os aspectos que fazem das eleições presidenciais brasileiras um exercício de ficção política que não expressa exatamente a intenção do eleitorado, correntemente manipulado por grupos, que defendem interesses outros, que não  os nacionais.

Referíamos às urnas eletrônicas, ao sistema de escolha dos candidatos e à ingerência indevida do Executivo na campanha. 

Se adicionarmos a esses aspectos, que prejudicam a legitimidade

POR UM PINGO DE SERENIDADE



Por iniciativa pessoal do presidente da República, a imprensa vai se convertendo em ré nesta campanha eleitoral. Nos palanques, ele vem investindo agressivamente contra ela. Diz que vai derrotá-la nas eleições. Lula grita, gesticula, fala com muita virulência. Por que será?

É difícil de entender. Ele sairá consagrado de seus dois mandatos. A aprovação popular que o eleva às alturas é um feito sem precedentes. O clima no País é de otimismo. Os indicadores econômicos, em sua maioria, atestam expansão, crescimento, solidez. Sua candidata ao Planalto lidera as pesquisas com imensa folga. Por que, então, todo esse ressentimento?

NO PAÍS DO ENGODO

Recorrendo a manobras contábeis, governo dobra o superavit em agosto

CORREIO BRAZILIENSE

"Se as empresas obtêm lucro, têm que distribuir", diz Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC

Graças à antecipação de dividendos de várias empresas estatais, entre elas a Eletrobras, o governo conseguiu, em agosto, obter um superavit primário (economia no orçamento para pagar parte dos juros da dívida pública) de R$ 5,222 bilhões, mais do que o dobro do obtido em julho, que foi de R$ 2,454 bilhões. 

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

ELEIÇÕES BRASILEIRAS VISTAS DO EXTERIOR

Diário espanhol aponta ‘jogo sujo’ nas eleições brasileiras


Erenice Guerra
A ministra Erenice Guerra pediu demissão do cargo

O jornal conservador espanhol El País diz, na sua edição desta quinta-feira, que o “jogo sujo está ofuscando o debate político no Brasil”. Para o jornal, o aparecimento de escândalos às vésperas das eleições está se tornando um costume que os cidadãos brasileiros assistem com impotência.

A DEMOCRACIA E O MAESTRO




A democracia foi uma ideia que se originou na Grécia há milhares de anos. Ao longo dos séculos e milênios, o conceito original foi perdido, como demonstrado pelas manifestações contemporâneas do processo democrático. Na sociedade da Grécia antiga, só os sábios podiam eleger e determinar o curso do governo em ação para o bem popular.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

PONTO CRÍTICO



Infelizmente no Brasil todos os debates são superficiais. Haja vista a lixeira que transita diariamente na internet (um bando de ignorantes com opinião formada sobre tudo).

Nos governos ou nas empresas não podemos fazer uma análise primária do fluxo de caixa (entradas menos saídas), mas sim um fluxo de caixa técnico demonstrando qual a geração bruta de caixa: a geração operacional de caixa e a geração líquida de caixa.

Da mesma forma não podemos debater o tema previdência, sem fazer a distinção entre Resultado Previdenciário (deficitário) e Resultado Operacional (superavitário), bem como entre trabalhadores de primeira classe (públicos) e trabalhadores de segunda classe (privados). Caso contrário vira um debate entre bêbados. 

Seu artigo comentando o debate do Bom Dia Brasil com a Dilma prova que a imprensa brasileira é o segmento onde se concentra o maior número de estúpidos por metro quadrado, visto que bastava uma pequena preparação dos jornalistas estudando o site oficial do governo brasileiro, abaixo mencionado, para contestar a colocação do “poste” que estava sendo entrevistado.

Nota: Todas as informações sobre o tema estão disponíveis no Anuário Estatístico da Previdência Social – AEPS.



 
Previdência Social no Brasil

Ricardo Bergamini

Nos meus 40 anos dedicados ao estudo das ”Contas Nacionais” posso afirmar ser esse o tema mais confuso de todos, visto sua alta complexidade e pelas distorções acumuladas ao longo de sua existência, além de que, por deformação cultural de nossa sociedade, todos os temas no Brasil são abordados superficialmente na análise quantitativa dos problemas nacionais, sem nenhuma profundidade na análise qualitativa dos problemas nacionais.

No caso da previdência os debates e os estudos existentes se restringem a tentar provar, o óbvio e o ululante, ou seja: a não existência de déficit na previdência. Realmente déficit é apenas uma informação gerencial, não existente, na realidade, em nenhuma parte do planeta, já que todos os déficits existentes foram cobertos, inexoravelmente, com uma das seguintes medidas: aumento de carga tributária; redução de poupança; aumento de dívida, ou no caso dos governos centrais com emissão de moeda.   

Em 2008 o Resultado Previdenciário (Receitas Previdenciárias – Despesas Previdenciárias) foi deficitário em R$ 112,3 bilhões (União, Estados e Municípios), que é totalmente diferente do Resultado Operacional superavitário em R$ 1,2 bilhão, onde, por exemplo, são incluídas nas receitas as transferências da União (COFINS, CSSL, CPMF), além dos rendimentos das aplicações financeiras. Nas despesas, por exemplo, são incluídos pagamentos ao sistema “S” (SENAI, SENAR SESC, SESI), além do pagamento aos 3,0 milhões de beneficiários assistenciais sem contribuições.

Resultado Previdenciário


É o resultado apurado (contribuições e benefícios) apenas entre os membros do grupo de previdência, ou seja: empregadores, empregados formais com carteira de trabalho assinada e trabalhadores autônomos formais, que no ano de 2008 gerou um déficit (União, Estados e Municípios) da ordem de R$ 112,3 bilhões.

 

Devido a distorções e privilégios concedidos durante longo tempo o sistema não consegue se equilibrar por conta própria, assim sendo são criadas novas fontes de financiamentos para atingir o equilíbrio, gerando o Resultado Operacional superavitário de R$ 1,2 bilhão.

 

Resultado Operacional


As fontes de financiamentos (COFINS, CSSL E CPMF) são uma das maiores aberrações e excrescências econômicas e desumanas já conhecidas, visto que essas contribuições atingem todos os brasileiros de forma generalizada, mesmos os que não fazem parte do grupo coberto pela previdência, tais como: os desempregados e os empregados informais sem carteira de trabalho assinada, contingente composto de quase a metade da população economicamente ativa. Esses grupos de excluídos estão pagando para uma festa da qual jamais serão convidados a participar.

Somente os ignorantes, com opinião formada sobre tudo, podem defender uma excrescência econômica e desumana desta magnitude, e ainda se colocarem como sendo socialistas.

Além do acima colocado não podemos abordar o tema Previdência no Brasil sem fazer a distinção entre trabalhadores de primeira classe (setor público) e trabalhadores de segunda classe (setor privado).

Em 2008 a receita previdenciária dos 1.147.840 servidores ativos do governo federal, parte patronal e desconto dos inativos foi de R$ 8,2 bilhões. A despesa previdenciária dos 1.060.881 servidores inativos e pensionistas, com salário médio mensal de R$ 4.964,43, foi de R$ 63,2 bilhões, fazendo com que o resultado previdenciário fosse negativo em R$ 55,0 bilhões (1,83% do PIB).

Em 2008 a receita previdenciária dos 2.724.556 servidores ativos dos governos estaduais, parte patronal e desconto dos inativos foi de R$ 26,1 bilhões. A despesa previdenciária dos 1.634.409 servidores inativos e pensionistas, com salário médio mensal de R$ 2.641,11, foi de R$ 51,8 bilhões, fazendo com que o resultado previdenciário fosse negativo em R$ 25,7 bilhões (0,85% do PIB).

Em 2008 a receita previdenciária dos 2.250.258 servidores ativos dos governos municipais, parte patronal e desconto dos inativos foi de R$ 13,2 bilhões. A despesa previdenciária dos 558.521 servidores inativos e pensionistas, com salário médio mensal de R$ 1.700,92, foi de R$ 11,4 bilhões, fazendo com que o resultado previdenciário fosse positivo em R$ 1,8 bilhão (0,06% do PIB).

Em 2008 a receita previdenciária pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) foi de R$ 162,0 bilhões em contribuições de empresas e parte patronal de algumas prefeituras (11,9 milhões de contribuintes) e de empregados e autônomos ativos da iniciativa privada e de empregados de algumas prefeituras (53,7 milhões de contribuintes). A despesa previdenciária dos 22,4 milhões de aposentados e pensionistas, com salário médio de R$ 715,30, foi de R$ 195,4 bilhões, fazendo com que o resultado previdenciário fosse negativo em R$ 33,4 bilhões (1,11% do PIB).

O autor é professor de economia.



Ricardo Bergamini

terça-feira, 28 de setembro de 2010

POLÍTICA BRASILEIRA É NOTICIA NA EUROPA

Candidatos no Brasil: mulheres-fruta, palhaços e até «terroristas»

Vale quase tudo. As eleições gerais do Brasil do próximo domingo vão levar a votos os candidatos mais incríveis que possa imaginar. Prepare-se, não vai ser fácil conter o riso



Candidatos insólitos no Brasil - Tiririca

VEJA NA PÁGINA "POLÍTICA" A MATÉRIA COMPLETA COM VÍDEOS